| Notícias | Especial | Serviço | Galeria | Erramos | Colunas | Fale conosco | Atendimento ao assinante | Grupo Folha | Assine Folha |
| Em cima da hora | | | Ambiente | | | Bichos | | | Brasil | | | Ciência e Saúde | | | Comida | | | Cotidiano | | | Dinheiro | | | Educação | | | Equilíbrio | | | Esporte | | | Ilustrada | | | Informática | | | Mundo | | | Turismo |
|
| Notícias | Especial | Serviço | Galeria | Erramos | Colunas | Fale conosco | Atendimento ao assinante | Grupo Folha | Assine Folha |
| Em cima da hora | | | Ambiente | | | Bichos | | | Brasil | | | Ciência e Saúde | | | Comida | | | Cotidiano | | | Dinheiro | | | Educação | | | Equilíbrio | | | Esporte | | | Ilustrada | | | Informática | | | Mundo | | | Turismo |
Há tempos li esta máxima em Erasmo de Rotterdam (Elogio da Loucura) que não me sai do pensamento:
"Só a loucura prolonga a juventude e retarda a malfadada velhice.".
De outra feita quem está acostumado a pensar o já pensado, vasculhar o pretérito, não encontra diferença na visão que os de mais idade têm da vida, considerando esta, quase sempre: conturbada, violenta. Talvez seja mesmo este o papel social do idoso: a ilogicidade do equilíbrio no desequilíbrio. Por isto, imponho-me muita crítica, cuidado, temperança em avaliações conjunturais, ainda porque a violência reside sim, na natureza; todavia, na natureza do desequilíbrio do próprio homem; naquela, para fortuna da espécie, prepondera o equilíbrio embora a anomalia imanente do homem tente e insista, irresponsavelmente, o inverso.
Posto este parêntesis de ordem filosófica por implicação direta com a insanidade que caracteriza o cenário político de vez que desenhado justa e contraditoriamente por anciões onde os jovens são exceções, enveredo pela inusitada incompreensibilidade da recusa da Câmara na:
"...votação da emenda que garante a todos os beneficiários da Previdência Social o mesmo aumento concedido ao salário mínimo".
Loucura! Os congressistas retardam a velhice, a deles e a dos idosos, os aposentados;
"eram os congressistas, os deuses !"
Justificativa:
"Os governistas não querem votar a matéria porque acreditam que, se for aprovada, vai provocar impactos da ordem de R$ 6 bilhões nas contas públicas somente em 2009".
Eis a questão: Contribui-se a vida profissional inteira para a percepção de um valor específico, e determinado governo circunstancial, furta o direito da retribuição eqüitativa, do direito adquirido, quebra contrato, e estipula valor menor aos proventos sob argumentações numéricas, financeiras, contábeis, convencionais. Portanto, nem sob a ótica técnica, atuarial, é justificável.
Direito subjetivo não é mercadoria, é algo inalienável, inegociável, inerente ao ser que ao alheio descabe avaliar; e, qualquer esbulho ataca, fere, não uma pessoa, mas a soberania social, a sociedade; traz, carrega e implanta a insegurança jurídica que tem por conseqüência a violência que aterroriza a todos.
Precisamos sujeitar o Direito Puro, objetivo ao subjetivo, à moral e à ética; torná-lo humano, aplicável a todos indistintamente; jamais como instrumento de poder.
Nisto e em tudo que decidem (os políticos), a bestialidade, a alienação, o desequilíbrio. Sequer há que se relacionar as centenas de decisões públicas protecionistas, corporativistas, pessoais, particulares; recentes, de ontem e as que virão certamente hoje originadas no: Legislativo, Executivo e Judiciário.
-Salário próprio? Qual o problema? 25.000,00 oficiais? Mais de 55 vezes o salário mínimo. Rápido e já, para ontem.
-Bilhões pela janela e pelo ralo? Todos os dias. Pedem desculpa está tudo resolvido. Não, não está não! E a responsabilização legal?
-O Senado afirma que desperdiçava 100 milhões por ano. Sim. E agora?
-Compromissos pessoais internacionais perdulários em nome da Nação? E as caríssimas e diárias viagens internacionais de numerosas comitivas regadas a caviar com recursos públicos? --E a dívida colossal com a previdência pública de entidades protegidas?
Precisamos, urgente, de humanistas. De pessoas, não de "jovens deuses" ensandecidos.
Lula está contaminado, não é mais, infelizmente, o que elegemos, esqueçamo-lo:
"Era uma mosca azul, asas de ouro e granada,
Filha da China ou do Indostão,
Que entre as folhas brotou de uma rosa encarnada,
Em certa noite de verão...
Vinha a glória depois;-quatorze reis vencidos,
E enfim as páreas triunfais
De trezentas nações, e os parabéns unidos
Das coroas ocidentais...
Quis vê-la , quis saber a causa do mistério.
E, fechando-a na mão sorriu
De contente, ao pensar que ali tinha um império,
E para casa se partiu...
Dissecou-a, a tal ponto, e com tal arte, que ela,
Rota, baça, nojenta, vil,
Sucumbiu; e com isto esvaiu-se-lhe aquela
Visão fantástica e sutil...
Hoje, quando ele aí vai, de aloé e cardamono
Na cabeça, com ar taful,
Dizem que ensandeceu, e que não sabe como
Perdeu a sua mosca azul. - Machado de Assis"
Em Senado
avalie fechar
O Senado critica muito o Lula, mas, em conduta política, em nada dele difere.
sds barata's
Em Senado
avalie fechar
FHC, ainda ontem ou anteontem pouco faz, teceu severas críticas ao governo Lula e a conduta presidencial deste em pessoa. Um tanto quanto irrefutáveis, mas, que de um modo ou outro caíram sobre o telhado, de cristal, dele mesmo, FHC. Doutor, o telhado é de cristal; de torneiro-mecânico é de palha mesmo, machuca menos.
Podem pesquisar: o primeiro a bradar publicamente contra a Lei de Licitações e Contratos Públicos, a famosa Lei 8666/93 foi ele, FHC. Declarava que ela, a Lei, atrapalhava a compra de garrafas de vinho e caviar para o palácio. Foi o estopim que culminou, agora, com Lula criticando os servidores do TCU que a cumprem. E a insatisfação tomou conta dos descontentes e chegou ao Congresso, que, ágil, a esfacelará, já tem uma outra "boa", "ótima" secundada pelo tão entusiasmado, quão simplório Senador "Calcinha Vermelha".
O Dec-Lei 200/67 de Castello Branco, DEL 2300/86 foram o embrião da lei 8666/93 que vi nascer e crescer como milhões de barnabés, acompanhei-a de perto, muito de perto mesmo desde o banco da universidade, após, observando o cumprimento dela com lupa e afirmo: desconfie de quem a critica, pois, em regra, não é bom da cabeça ou tem marimbondo no pé.
sds. barata's
Em Fraude em licitações
avalie fechar
Não se trata do mérito, mas do profundo e insofismável demérito; nem de examinar recurso administrativo, interno, que pretende o quê? Se insurgir contra decisão soberana, suprema, de Poder? Assim vamos nós, cidadãos, tomar este podre exemplo, e nos sublevar contra as leis! Só um Sarney manietado pelo cutelo de acusações públicas indefensáveis com a corda segura nas mãos de Lula é capaz de acreditar em duende, fada, saci-pererê e de Senadores como Cristovam, Simon, Virgílio e tantos outros que se curvaram ante o confortável silêncio que enlameia reputações ilibadas em busca de votos e benesses impudicas.
Falta a moeda, moeda, a mola universal que o Judiciário não controla nem dispõe; Judiciário que não tem vergonha, nem pudor; não tem e não é Poder. Tivesse, sua decisão seria cumprida a "manu militari" como dispõe a Constituição Federal, que, ao Judiciário, mais do que a qualquer dos dois outros poderes, é a razão de ser dele, cabe fazer cumprir. Quaisquer dias tentam fechá-lo e perceberemos que nas atuais circunstâncias não fará falta alguma ante a avassaladora insegurança jurídica, mãe universal da violência.
Por que não resistem ao Governo, ao Executivo que os deixa de cócoras?
Por que não devolvem as Medidas Provisórias do Executivo? Muito pior do que os "Entulhos Autoritários" (decretos presidenciais da época revolucionária com força de lei) assim apelidados pelos hoje resolutos e corajosos políticos, na ocasião, não tanto.
MP's: escárnio e sujeição do Congresso ao Executivo forte, não somente, também perverso, prepotente e vaidoso.
No caso Expedito como no das MP's e como em tantos outros, o PSDB falha escandalosamente. Destrói, joga por terra sua não tanto impoluta reputação partidária. Não faz o que diz; não pratica o que propaga. Trata-nos como imbecis, nem melhor nem pior do que o governo Lula.
Loucos, insanos e covardes, somos e são, todos!
Em Senado
avalie fechar
Ainda não consegui me convencer se é somente azedo. Insosso e sonso com absoluta certeza, é. Vamos aguardar os cozinheiros do STF. Ninguém consegue saber ao certo qual o partido político dele.
Em Mensalão
avalie fechar
Gostaria de lhe perguntar sem que fosse virtualmente.Em uma situação desta, desta, do Senado que não cumpre decisão expressa do STF: o que cumpre constitucionalmente ao STF. Por que não o faz? Por que prefere os discursos e declarações públicas?
O povo diz que : cão que ladra, não morde; e eu complemento; candidata-se.
Em Senado
avalie fechar
Heloisa, resolvo falar sobre ela, Marina, PSOL, PV e 2010.
Tenho lido sobre as conversas Marina e Heloisa, o silêncio desta e, agora, a cogitada candidatura ao Senado dela.
As duas fazem importante falta ao cenário político nacional; Heloisa, mais. A posição particularizada, ambientalista e pouco definida nos demais e muito significantes interesses da Nação, deixam Marina em clara desvantagem. Heloisa não tergiversa nem usa versos, vai mesmo é de prosa, dura, rasteira; sem esteira ou tapete vermelho.
PSOL e PV, por outro lado, têm quadros obscuros: tanto em experiência política, quanto em causa, ideologia de governo, por vezes, quando leio alguma coisa deles, de pensamento pequeno, diminuto, retrógrado, portanto preocupantes. Digamos que um PT de antigamente que, entretanto, podem alguns afirmar em contraposição, se mostrou tão às avessas. O ilógico, como assevera Nietzsche, faz parte inseparável da realidade de vez que possibilita o espanto, a surpresa as perguntas, e, portanto, a mudança social.
O temperamento público exteriorizado pela Heloisa é nitidamente contrário à prepotência plutocrática o que a faz fácil presa do sistema político montado sobre as hostes da moeda, do interesse pessoal, do negócio, do comércio imoral onde tudo vale, principalmente no desvalido Nordeste que também é Brasil embora alguns não considerem. Percebo-a, Heloisa, em camisa-de-força política. Difícil exigir, ou esperar dela uma árdua candidatura à Presidência sem moeda, com meios e instrumentos em horrenda desvantagem, com um partido tão ávido, quanto iludido pelos milhões de votos que não eram dele, eram dela, exclusiva e somente dela; o que, para o PV, não é diferente, é pior, os votos serão de Marina como foram e são de Lula e não de Dilma. Desta, os recentes fatos são de conhecimento público e o eleitor irá sopesar e julgar ,daqui a pouco, em 2010, sob a batuta teimosa e irresponsável de Lula.
Qualquer observação social se pauta em regra e não em exceções. PSOL e PV certamente que possuem integrantes influentes com: "paixão (propósito a realizar), sentimento de responsabilidade e senso de proporção (equilíbrio entre os homens e as coisas no curso da via escolhida)". Assim, Heloisa sem mandato é prejuízo irreparável; candidata, junto com Marina, é imprescindível exemplo de sacrifício político. Presidência duvidosa ou Senado certo?
Para estimular a conversa entre Heloisa e Marina:
"Fica. É preciso escolher e passar num instante
Da vida à morte ou do ser ao nada.
Deuses cruéis! Se existem iluminem minha coragem
É preciso envelhecer curvado sob a mão que me ultraja,
Suportar ou terminar minha desgraça ou minha sorte?"-Shakespeare.
Em Eleições 2010
avalie fechar
Irmão virtual, não pense que não li e que não tenha ficado extremamente feliz. Desde o dia 30/10 tento levar até você meu muito obrigado e outras explicações por tua opinião (dia 29/10-13h03) sem sucesso.
Hoje, alterei a parte final que incluía um endereço comercial por acreditar que fosse a motivação da insistente vedação, pois, não creio - seria presunção infundada pelo nicho em que se coloca quem se assenta no augusto trono da censura - que se tratasse de inveja do moderador.
Qualquer modo, muito grato, obrigado de coração pelo que pensas dos meus escritos, que, salvo o estilo, em nada difere dos teus e de todos no que se inclui, também, a participação.
sds barata's.
Em Senado
avalie fechar
Certamente que este tipo de cálculo deve ser o mesmo utilizado para justificar o saldo da conta corrente de "alguns barnabés" da área técnica do TCU.
Realmente, estes Ministros do TCU - como diz Lula - somente atrapalham: são uns fofoqueiros!
A propósito, conto uma verídica verdadeira: "Certa vez um primo meu "ficou" com a namorada de um amigo dele em uma boate. Dia seguinte, sabendo que a traidora estava aborrecida por ter sido descoberta, interpela o traído: rapaz, você além de traído (usei o termo cormum, tive que trocá-lo) é um tremendo fofoqueiro! ".
Retornando ao assunto: Ora! O que são míseros dois milhões, cash em conta corrente? Qualquer funcionariozinho de zoológico filho de Presidente dizem que possui. Imaginem um diretorzão do Senadão amigo do paizão!
Em Senado
avalie fechar
Elogiei teu comentário antes. Todavia, ante a atitude "antiética" da moderação em não editá-lo, o faço novamente. Aquela qualificação, se considerado o valor da liberdade de expressão; embora, "in casu", outro princípio vigoroso se alevante, o da : propriedade. Não uso o mesmo texto, não o havia copiado.
Confesso que li a opinião atentamente duas vezes, gostei bem mais do nível do comentário, da efetiva contribuição para um tema tão pertinente, quão vasto e delicado que, a depender do olho que se o observa, uma via, um caminho, uma senda se mostra e desnuda.
Sob a ótica aureliana, moral: "Conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada";e, ética : "Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto". Creio que deixaste, sob cuidadosa leitura, também pacífico isto mesmo, que, com tolerante largueza pode ser sintetizado em: aquela, moral, o valor, o significado, a essência circunstancial e temporal do que guia ao longo dos tempos a sociedade, uma em particular ou comunidades ou grupos; a última, a ética, o estudo, a visão crítica, axiológica, valorativa da moral considerada em relação ao bem e ao mal, do observador.
É o que penso irmão, parabéns!,
sds. barata's
Em Eleições 2010
avalie fechar
É irmão, a vida tem dessas coisas, também e ainda bem. Poderia, de logo, concluir com a palavra mais carinhosa, agradável e carregada de amor de nosso idioma: obrigado! Não devo, nenhuma dúvida dá inicio a laços de amizade. Único lamento é não poder considerar mais teus futuros elogios; pois, se encômios são formalidades entre educados; são meras gentilezas entre amigos.
Irmão: retribuição, pagamento? Não deves ser nenhum menino; não terias tido tempo para obter a fortuna com que gratuitamente me presenteastes. Se o que faço é trabalho, trabalho para amigos virtuais; nem mais, nem menos do que também o fazes, todos fazemos e a Folha Online (empresa que conheço tanto quanto você), vai abrindo espaço com a patrol da liberdade; isto, convenhamos, nem sempre, pois, precisa sobreviver no difícil mercado da informação de hoje com os impudicos bilhões governamentais dirigindo a mercadoria da informação que lhe interessa como supedâneo da demagogia que produz e mantém um Brasil de mitos, hipocrisias e inverdades. Se há alguma diferença entre nós, é o estilo, a aparência, a forma, nada mais. E, pensando bem, se há um devedor, este sou eu, pela dádiva divina de trabalhar palavras com seriedade: desejando fazer de fatos palavras e não do universo o inverso.
PALAVRASTrabalhar com palavras é arte,
informa e idéias comparte.
Escrever ou falar, pouco importa,
sempre uma conduta, exorta.
E a comunicação, que é gládio,
é terrível, não paga pedágio:
injuria, calunia e difama;
alegra, educa e dá fama.
Há quem as saiba bem escolher,
usá-las e aos outros convencer.
E quando é digna a intenção,
é aptidão que causa admiração.
Triste é perceber que a maioria
é a mediocridade em harmoni;
enganada por enunciados,
com perversidade, viciados."
Trabalho, stricto sensu, é uma relação econômica; implica remuneração, troca, salário, sobrevivência física. Aqui a recompensa é outra: a verdade que surge de cada um de nós. Discutimos, nos debruçamos no compreender a vida; na realização de um instinto natural, imanente no homem e responsável pela sobrevivência da espécie; pela busca da verdade; pelas perguntas que revolucionam o universo e acalentam o desconhecido e intrigante amanhã.
Na minha idade (novo para o que penso; velho para o que gostaria ainda de pensar) a moeda já tem outro brilho, outra atração: deixa de ser fim, passa ser exclusivamente meio; por vezes pecaminoso, categórico.
A liberdade e o pensamento de um profissional engajado no mercado estão no salário do fim de mês.
Dois tipos de riqueza decorrem do trabalho: uma física, visível e mesmo sensível, que satisfaz necessidades que se multiplicam e dá prazer material, "Humano, demasiado Humano"; outra que produz o inalienável e gratificante tesouro do conhecimento nem sempre percebido e/ou valorizado. Unir, acumular e usar as duas com amor ao próximo é a nossa luta e dificuldade. A concorrência e a pouca idade são fortes e naturais empecilhos e a confortável mediocridade faz o resto; por mais, não é próprio dos originais a extroversão. Não fosse assim e o universo seria outro.
Por mim, amigo, impaciente e persistente taurino: reparto-me, divido meu escasso tempo, construo e tento me edificar ouvindo minha consciência implacável. Dou vazão a minha ânsia de poder viver; de me considerar útil, ainda no ocaso da vida; de poder deixar aqui, não levar comigo o que somente aqui tem serventia. Um pouco de vaidade, presunção, talvez também.
Sinceramente, quando quiser, divisa Bahia/Sergipe, foz do Rio Real, terá o prazer de te receber:
" Onde tudo se acolhe,
o papo não se escolhe,
simples, se desenvolve,
solve: de gole em gole".
SE, 29/10.
Obrigado, de coração, sds. barata's.
Em Senado
avalie fechar
Dª Marina, perdão, não sei se foi do dedo do repórter ou da sua boca que saiu a expressão "negociar". Não lhe fica bem nem creio que o PSOL da Dª Heloísa seja partido de "negócio". Ainal, você sairam do PT por isto, pela comercialização de de valores éticos. Mas, como está tudo tão mudado e temos uma surpresa a cada dia...
Qualquer modo, até que vocês duas fariam um bom par.
sds. barata's
Em Eleições 2010
avalie fechar
Sds. barata's.
Em Eleições 2010
avalie fechar
tens razão, salvo em um único aspecto. Retratas, fiel, a lamentável realidade. Contudo, no que tange à mídia, falas dela como um ente mitológico, estranho a tua própria realidade, como se ela devesse ter outra natureza que não ser composta por simples empresas comerciais, cuja mercadoria é a informação e o objetivo é o lucro; e, o lucro, está sempre do lado de quem paga mais, normalmente o setor improdutivo, o governo.
"Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão".
Em Eleições 2010
avalie fechar
Despejo sumário da dignidade cidadã. Não considerarei qualquer contestação ou crítica que imagine minha posição favorável à dívida, quebra de contrato, descumprimento doloso de acordos. Contudo, não é de deixar de provocar espanto, surpresa a contraditória defesa ágil e intransigente do PT em favor do capital, do proprietário. Embora o só fato de possuir mais de um imóvel não signifique propriedade danosa ao bem comum, ao social; todavia, em um pais de sem-tetos,desabrigados e desassistidos ,privilegiar via lei 3.000.000 de imóveis voluntariamente fechados para especulação; convenhamos, é, no mínimo, contraditório. Desconsidera, o PT, até mesmo a própria CF art. 170, inciso III- "função social da propriedade;". Letra morta em uma Constituição Judas, Cigana e Covarde. Logo o PT, Partido do Trabalhador, Hitler também tinha o seu PT, quem diria!
Os argumentos são ridículos, pressupõe, no caso e por regra, a imoralidade, a culpa, o dolo do devedor. Quando se trata do povo, do economicamente excluído, do desempregado,do despossuído ele é sempre e antecipadamente o culpado; não vale a presunção de inocência tão decantada e defendida para os que escandalosamente surrupiam patrimônio público. Para estes: a presunção de inocência que falece na lentidão, morosidade judicial. Rui alerta:
"Mas justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta".
sds. barata's
Em Senado
avalie fechar
Minha infância foi em Rondônia, Porto Velho.Portanto, não sem razão vinha observando a ativa participação do Senador, "cassado" Expedito Junior. Um tanto quanto tresloucada, é bem verdade. Recentemente tinha trocado de camisa. Pouco se me importa qual a sigla que o abrigava, qual a camisa que ocasionalmente vestia. Político, por regra, só veste e usa, por baixo, a camisa do interesse dele, pessoal; aqui e acolá pode ser que, momentaneamente, a cor do interesse público se confunda com a que o motiva.
Todavia o que me indigna no caso é o JUDICIÁRIO e o desserviço que presta, prejudicando a vítima, o indefeso eleitor. Cassar político em final de mandato é impor desordem no ordenamento via insegurança jurídica. Justiça extemporânea é inoportuna e não é justiça. Este palavrório de que "justiça tarda, mas não falha" é apanágio para abrigar o canalha que julga e o que é julgado condenando a vítima.
Copio Rui Barbosa, jurista, em "Oração aos Moços":
"Mas justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta. Por que a dilação ilegal nas mãos do julgador contraria o direito escrito das partes, e, assim, as lesa no patrimônio, honra e liberdade.Os juízes tardinheiros são culpados , que a lassidão comum vai tolerando.Mas sua culpa tresdobra com a terrível agravante de que olesado não te meio de reagir contra o delinqüente poderoso , em cujas mão jaz a sorte do litígio pendente".
sds. barata's
Em Senado
avalie fechar
não é patrulhamento não, detesto. É que você me parece inteligente. Aqui devo discordar integralmente dessa "tua democracia pela bala", da que acreditas devamos impor ao vizinho.
Vizinho é para humanismo, cordialidade, respeito mútuo e auxílio "quando ele solicitar", jamais para intervir na casa dele, nas brigas do casal, no destino que ele decidir para a família dele, dele, dele! Entendeu?
Qualquer modo, não pretendo nenhum convencimento, nehuma intervenção em tuas idéias. Simplemente , espero, que não esqueças que a "guerra" aqui é aberta e livre, de opiniões, não de ações como permitir que um moleque use minha casa para jogar pedras no telhado do vizinho, mesmo que seja de vidro.
sds., cordiais, barata's
Em Honduras
avalie fechar
Hoje, voltei a assistir uma sessão do Senado, não sem alguma contrariedade e desconfiança, para ser sincero: muita! Logo a TV Senado faz chamada para que se assista a sessão da CPI da Petrobrás. Para quê? Velar natimorto? Já havia esgotado, por hoje, meu esforço em digitar, mas leio uma notícia terrível sobre o STF mandando o Senado cassar imediatamente o senador Expedito Junior por compra de votos, "recentemente, em 2006"; e não resisto, sinto-me na obrigação de mais um desabafo sobre os "Podres Poderes" que hoje já lembrei lembrando Caetano. É, para mim, um obstinado, minha participação aqui além de desabafo, quimérica e é,também, considerada por mim, um dever. Dever de contribuir, participar enquanto julgar-me útil e Deus o permitir.
Presenciei, não sem uma certa repugnância a postura presunçosa e soberba de Sarney, alguns diálogos superficiais e de uma cordialidade evidente e substancialmente falsa entre ele e seus supostos desafetos, recentes. Virgilio, por exemplo, minha mais recente decepção, embora não deixe de supor a camisa-de-força que lhe impuseram.Não é o que está.
O ambiente não é honesto, cheira mal. Nenhuma carniça pára de feder rápida e repentinamente. Suponho, acordaram-se, fecharam-se em pacto do silêncio, pacto nauseabundo que abunda; esquecendo, eles, que cheiro e barulho são notados por sentidos diversos, distintos, embora possam estar vinculados a mesma ocorrência.
sds. barata's
Em Senado
avalie fechar
Percebo tudo errado: a discussão, os fatos, as opiniões, as declarações das autoridades, etc. Confesso que temo chegar à conclusão que o errado sou eu. Talvez esteja no momento errado e no lugar errado e só espero não achar alguma bala errada.
Li há pouco: "O poder tende a corromper, o poder absoluto corrompe absolutamente" e do mesmo pensador: "Grandes homens quase sempre são homens maus", perdoem inserir esta divagação, para mim, lamentavelmente evidente e pertinente.
O fato do MST; da violência da derrubada dos pés de laranja; das verbas públicas; e da reforma agrária nunca são discutidos seriamente. São?
O que é, afinal, o MST? Por que existe?
O Código Penal e de Processo, Poderes constituídos e instituições servem para quê, o que fazem e se não fazem, por quê?
Verbas públicas podem ser distribuídas particularmente?
E a constitucional Reforma Agrária, por que não se cumpre e a realiza?
Tudo fica sempre resumido a segundas e veladas intenções e interesses; tudo é absorvido à política, ao alcance e manutenção do poder. E, não somente, no meio dos que vivem da e para a política direta e indiretamente; mas e pior, também do povo. Porém, será mesmo pior? Ou disto tudo é que surgirá o caminho, a luz, a verdade e a vida?
sds. barata's
Em Reforma agrária
avalie fechar
A violência impregnada na vida do Rio está diretamente relacionada com a destruição do serviço público em todos os níveis: federal, estadual e municipal. Todavia, violência, não é privilégio do Rio nem esta destruição consciente resume-se aos estados federados. Nos municípios também, é ainda original. Estes, somente uns poucos, unidades, poderiam existir, ou seja, as grandes capitais; os demais, a maioria...infelizmente, ralos fétidos de recursos públicos, e, politicamente, nada mais que o Ensino Fundamental da Corrupção. Gostaria de estar equivocado, mas, não, lamentavelmente, não estou.
Qual a razão do Estado Moderno, do Estado Constitucional?
Nos três primeiros parágrafos da Constituição Federal a resposta expressa. O que neles se escreve somente com educação, saúde e segurança é possível realizar. Mas, como conseguir isto sem servidor público?
Hoje é 28 de outubro: dia do "servidor público". Todavia, pedir, implorar que o homem faça e promova o bem é antigo e não deu resultado nem dará e Cristo foi levado à Cruz por isto mesmo.O grave crime dele: "pregar o amor ao próximo". Somos um poço de vícios e virtudes com grande vantagem para os primeiros pelo prazer, ausência de dor, de sacrifício que transferimos para o próximo com egoísmo e vaidade primando pelo "parecer" que se sobrepõe ao "ser". Quem isto assevera é um antigo barnabé, de 1967 que, desiludido, deixou sua vida profissional em 2004, pensando muito em Lima Barreto e no personagem dele em: "Triste fim de Policarpo Quaresma". É, existem sim muitos, dezenas de milhares de utópicos e abnegados Policarpos no serviço público:
-a beira dos leitos de enfermos tão ou mais doentes do que os que atende e zela sem poder, por falta de recursos de toda ordem, minimizar a dor dos que padecem e o calvário se faz a dois;
-nas delegacias e quartéis, impróprios, desumanos e onde o vício prolifera e transforma pessoas em indivíduos, números insensíveis perante a convivência com a avassaladora violência que o Estado conduz com maestria via insegurança jurídica; e, a pior,
-nos redutos da educação, único lugar alheio à família onde seria possível domesticar o homem, fazê-lo perceber na virtude a perenização civilizada da espécie sem que a barbárie retorne. O que, sob certa ótica, talvez até fosse vantajoso, afastaria do homem a "desigualdade social", restando a tênue "desigualdade natural".
O nosso incipiente serviço público, democrático, independente, apolítico, profissional foi destruído (destruir sempre é mais fácil) e a trilha foi rápida: Collor, FHC e a pá de cal traidora de Lula instalando a corrupção: cooptando os "sindicalistas", desmoralizando o instituto do concurso público e aparelhando o Estado e seus apêndices com as, segundo ele mesmo, dezenas de milhares de aloprados! Passou a imperar a incompetência administrativa e a se privilegiar a lealdade partidária, "companheira", manutenção do "status quo", do poder em detrimento da lealdade ao interesse público, à lei e a ordem. Neste cenário qualquer apanágio, estímulo ou louvor aos servidores públicos são reles pregações de fé, cristã e até mesmo avocação do constitucional, legal; porém e infelizmente: desértica, inaudível, e não ecoará jamais junto a insensibilidade dos governantes, inebriados e preocupados, em demasia, alienados pela efemeridade e enfermidade do poder terreno, pois, julgam-se:
"deuses"
Com o egoísmo de cada um,
teríamos no mundo, caos profundo.
Para ter ordem na sociedade,
o poder é a única verdade.Uns poucos é que o possuem,
dele, não abrem mão para ninguém.
São capazes de qualquer conflito,
não importa a dimensão do delito.Com força, capital e política
são infalíveis personagens míticas.
Julgam-se deuses, julgam-se eternos,
em seus castelos vivem internos.Sábios, vivem a posteridade,
são diferentes, são divindades.
Ao lado, gerações na miséria,
iludidas, tornam à matéria.-JRBarata"
Em Confronto no Rio
avalie fechar