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De quando em vez Maquiavel é citado, não é mesmo? Muitos de nós tivemos a oportunidade de ler "O Príncipe", o pequeno muitos mais. Lula, FHC e Arruda, sem a menor dúvida leram, pois, são príncipes. Creio que deveria ser leitura obrigatória nas escolas públicas para que a arte política não fosse privilégio deles:
"Um senhor prudente, portanto, não pode nem deve manter sua palavra, quando isso se torna prejudicial e quando desaparecem as causas que o levaram a empenhá-la. Se todos os homens fossem bons, esse preceito não seria bom. Mas porque são maus e porque não manteriam a palavra contigo, tu também não deves mantê-la em relação a eles. Jamais faltaram a um Príncipe razões legítimas para colorir a violação da palavra dada".
Panetone, por exemplo.
sds. barata's
Obs.; a lentidão está prejudicando nossa ficção virtual.
Em Eleições 2010
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A insegurança jurídica propiciada pelo Estado é o grande e irreparável infortúnio. Nada se equivale a ela por destruir o "contrato social", o direito (enquanto patrimônio pessoal) de todos e cada um. Toda a violência que assistimos em nosso dia-a-dia nasce nela pelo efeito multiplicador do exemplo negativo que a realidade do destroçado aparato de segurança do Estado, incluindo aí o judiciário, torna evidente. As autoridades públicas estão perfeitamente conscientes disto.A legalidade insistentemente repetida que reside na mentira do "Estado Democrático de Direito" os torna intocáveis. As condutas prepotentes, arrogantes, insensíveis que escarnece e faz pouco caso da opinião pública são tantos e freqüentes que seria enfadonho citar, por mais, escrevo em ambiente de privilegiados, que pensam. O Direito, hoje, mais do que outrora tornou-se instrumento de poder com a conivência de seus aplicadores e formadores.O Estado encontra nele sua fonte renovável de poder materializada nas MPs: esbulho totalitário.
Em Eleições 2010
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Nem o mais crente e ingênuo dos brasileiros acredita. Mensalão não é novidade, é curso de pós-graduação política.OAB, Oposição! Os sujos falando dos mal lavados. A OAB não é mais a mesma; e, oposição, qual? A OAB vem sofrendo um desgaste progressivo em face o corporativismo, politização e má formação do advogado que é péssima tanto na essência quanto na visão do Direito que vige.Isto a não se lembrar o ambiente de trabalho dele, o judiciário: promíscuo, despreparado e retrógrado. Acresce lembrar a lei, instrumento de trabalho dele, que não mais representa a vontade geral, mas, a do grupo no poder. Oposição, na realidade, grupos fortuitos e/ou circunstanciais de interesses movidos pelo escândalo de plantão que a qualquer cochicho que avente vantagem deixam o dito pelo não dito. Existisse "oposição política" fundada em valores e Lula e seus asseclas mensaleiros não estariam livres, leves, soltos e faceiros.
Em Eleições 2010
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Lamento que este espaço não tenha podido participar da dicussão. Estou intrigado. O que há com esta prestação de serviço? Nada justifica.
Em Eleições 2010
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Liberdade de expressão é coisa séria. Qualquer liberdade o é, mas esta, de expressão que se concretiza no poder de se tornar sensível o que se pensa,sobrepõe-se a todas as demais. Sem ela não existiria o amor nem a dor, portanto: a felicidade. A propriedade é o fundamento da sociedade econômica que vivemos: capitalista. O "dever ser" é interessante, mas o que "é" tem uma especial vantagem: não é sonho, é útil. Ora, qual a única propriedade que dota e faz parte imanente de todos, que nos faz sentir semelhante, humanos, racionais que não o pensar? Basta, óbvio que não. Sem a comunicação(pré-requisito funcional da sociedade): o isolamento, o homo ferus. E, por conseguinte a forma mais significativa de comunicação: a linguagem. Calar alguém é,portanto, violência que agride o maior patrimônio da humanidade por destruir a interação, o movimento, a mudança em busca nossas múltiplas e mutáveis verdades que se dão no processo social:cooperação, conflito, assimilação, competição e acomodação.
Em Eleições 2010
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Observações que não me agradam, mas... Que o desfecho do imbróglio diplomático Honduras seria este: desinteressante e arriscada animosidade com o EUA não espanta e que a Colômbia está sabendo aproveitar política e economicamente; que foi engendrado pelo governo brasileiro em sentido oposto ao que pensa o povo, à corrente de opinião dominante, muito menos. Isto, em decisões externas é consideração crucial que faz o verdadeiro líder e estadista.
Tentar transferir para as relações internacionais a conduta política demagógica interna é equívoco tolo, ingênuo, de gente despreparada, prePoTente e arrogante e que nos coloca no nicho do ridículo internacional e envergonha a todos. Se for somente isto e não servir de argumento oportunista para posições exógenas mais duras e reais que curvarão ainda mais nossa solapada soberania.
Diga-se o que quiser, fale-se o que quiser, mas, os EUA - e Obama não pode nem será diferente - é uma Nação séria, cívica e a maior potência bélica do universo, inalcançável sem novidades tecnológicas, e tem plena consciência disso e que por isto mesmo conhece e não titubeará um milímetro em fazer valer a "diplomacia" deles. Precisamos aproveitar a oportunidade que ainda temos,usar um pouco de sensatez, deixar de birra e cuidar de um salutar e estratégico recuo, enquanto possível. O aviso foi dado pela imprensa internacional: soberania é terreno minado, briga de cachorro grande e, no momento, só tem um e morde.
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Lula, Dilma e o PAC (pack) em propaganda de papel higiênico da DPZ. Alfredo e o Neve e esta nova cena, como não poderia deixar de ser, se desenrola em um banheiro. Lembram? Escutem!
Até que enfim no lugar certo, mesmo porque, no papel tudo cabe.
sds. barata's
Em Eleições 2010
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Lula, Dilma, FHC, Ciro, Aécio, Marina...Considero uma enorme tolice discutir nomes. Deve ser porque sou parlamentarista; coisa da idade, de meu convencimento da pequenez, da impotência (no bom e no mau sentido) humana. Mais importante: nosso rumo político está equivocado, na contramão do dever ser político. Personagens é que fazem, dão vida à bandeira dos partidos políticos e com elas a metamorfose acontece, as cores vão se alterando e alternando. O que é o PSDB? Quais seus valores? E o DEM? O PT das bandeiras vermelhas, quase encarnadas, rubras de sangue é paradigma, hoje, um cor de rosa lhe cairia bem,lantejoulas e pompons, também. Quem diria! Dutra com a notável experiência petrolífera tem uma nobre e honorável missão:reescrever a cartilha, claro, agora, com caneta Mont Blanc.
sds.barata's
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Discurso biológico, parapsicológico, tetralógico ou escatológico?
Em Eleições 2010
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O rancor de ontem é o amor de hoje. Discordam, esbravejam e...concordam. O que será que existe no interregno entre um desencontro e um encontro? Ainda que a vida seja "a arte do encontro embora haja tanto desencontro pela vida". Inacreditável não existir um caso espúrio. Ninguém muda de opinião tão rápida e facilmente, mormente em política. Um dia, bulha; no outro, silêncio, paz, cortesia. Muita e quanta hipocrisia. Despiciendo arrolar fatos, são ostensivos, diários e fazem parte do noticiário.
Oposição se apresenta e se faz no voto; o que a faz não é a ocasional vitória ou derrota conseqüente, é marcar a posição contra :a vontade contrária; o antagonismo, a contrariedade; a contestação, réplica, refutação, objeção. É nesse e desse jogo que deve surgir o rumo político; surgir a verdade episódica e circunstancial sobre um dilema, uma proposição. Assim é que se faz a história que conta para as decisões futuras.
Oposição política se lastreia, supostamente, em valores e percepções distintas previamente concebidas e estabelecidas por um grupo, que o naturam e aglutinam uma corrente de opinião e que, por isto mesmo, não podem ser negociadas, ficar ao alvedrio de acordos e trocas sob pena de descaracterização dela; de fortemente sugerir promiscuidade.
"Fizemos um entendimento, o governo não desistiu da Venezuela. Mas se eu posso fazer um entendimento e tratar a oposição com cortesia, por que não fazê-lo? Eu não quero patrolar a oposição, eu quero conquistá-la", disse o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).
Como sempre, discurso pegajoso, imoral. "Cortesia", entre as acepções triviais, comuns o vernáculo apresenta esta: "oferta ou presente feito por qualquer organização comercial ou industrial a clientes seus, como prova de cortesia, de amabilidade";ou seja, corrupção! E, para "conquista": submeter, vencer, subjugar. No específico campo das idéias, opiniões, verdades todos são vencedores, não existem perdedores e mais: valores e princípios não são subjugados, vencidos, derrotados pela "cortesia" mas, com fatos.
"...Hugo Chávez, coloca em risco a democracia no bloco econômico". Este pragmatismo diplomático que privilegia o econômico, que põe o fim justificando qualquer meio, da ética da convicção, surto e surgido de governantes demagógicos e mitológicos coloca em risco não a democracia, porquanto conceito largo e utilitário, tampouco a economia; mas a liberdade, a cidadania e a soberania pátria e não as alienígenas pelo que representa de pensamento político leviano e desconfiável: por infiel, se não desprovido, a valores morais e éticos; de irresponsabilidade perante a vida; e, de modo significativo, pelo desprezo do homem enquanto algo mais que matéria.
O elo que liga a economia à política, que faz a economia política é a moeda. Elemento de poder contemporâneo que se incorporou e governa a força e o mundo. Trago de Engels:
"Mais tarde veio o dinheiro, a mercadoria universal pela qual todas as demais podiam ser trocadas. Ao inventarem o dinheiro, porém, os homens não suspeitavam que estavam criando um novo poder social , o poder universal único, diante do qual a sociedade inteira iria se curvar".
Não temos oposição, temos posições que são "conquistadas" a cada dia,com "corte$ia ou não", pelo poder.
Em Eleições 2010
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A par de todas as possíveis e consideráveis razões este importante espaço público merece um pouco mais de atenção de seus mantenedores.
Em Eleições 2010
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É possível igual, jamais maior interesse do que o meu pela integral liberdade de expressão. Porém, existem algumas opiniões que francamente, deixam qualquer um doente e sem hospital; deseducado e sem escola; e, inseguro com tanta fraqueza mental.
As mais terríveis e graves deficiências governamentais, independente do crachá, sejam federais, estaduais e/ou municipais são, pela ordem: educação, saúde e segurança. Poderia acrescentar sem qualquer dúvida e por estar diretamente relacionado: o roubo covarde que o Estado pratica contra os aposentados.
Até aí, nada de anormal para 80% de analfabetos funcionais e políticos; mas, portar o crachá do despudor em defesa de um crime, um genocídio ostensivo que o Estado perpetra a céu aberto contra o povo, aí! Aí "companheiro": é demais, é insanidade, é alucinação, é loucura!
Tchau!
100 sds.
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É possível igual, jamais maior interesse do que o meu pela integral liberdade de expressão. Porém, existem algumas opiniões que francamente, deixam qualquer um doente e sem hospital; deseducado e sem escola; e, inseguro com tanta fraqueza mental.
Os mais terríveis e graves problemas, independente do crachá, sejam federais, estaduais e/ou municipais são, pela ordem: educação, saúde e segurança. Poderia acrescentar sem qualquer dúvida e por estar diretamente relacionado: o roubo covarde que o Estado pratica contra os aposentados.
Até aí, nada de anormal para 80% de analfabetos funcionais e políticos; mas, portar o crachá do despudor em defesa de um crime, um genocídio ostensivo que o Estado perpetra a céu aberto contra o povo, aí! Aí "companheiro": é demais, é insanidade, é alucinação, é loucuuuura! Sem cura, incurável e não haverá liberdade de expressão que dê jeito.
Tchau!
100 sds. sequer barata's.
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Passeava por um BLOG e encontrei esta pérola que vendo pelo preço que comprei indicando a fonte. Qualquer modo, não nego que tenho inveja de quem a escreveu, na época, dada a propriedade e oportunidade ensejada pelos tempos correntes:
"Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.
Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada - Editorial de um famoso jornal em abril de 1964".
A seguir leio por aqui a manchete que me chama atenção e enveredo pela vergonhosa notícia :
"FAB dá carona a filho de Lula e mais 15 acompanhantes". Vergonha! Sim, porque envergonha não somente à FAB, o Brasil e a coisa pública que a CF Judas, Cigana e covarde acoberta sob o dístico: República!
Aliás: viatura militar é coisa pública ou é buzú? Boa pergunta para o Ministério da Defesa. Admitir um jovem, sujeitá-lo à grandeza de um difícil preparo (físico e mental) de um piloto, para a guerra, para destruição em massa na defesa da pátria e fazê-lo de motorista de madame ?
Não carece de mediana inteligência nem esforço visual para que destaque no vetusto e esquecido editorial:
"a democracia, a lei e a ordem!". Óbvio que desconfio da democracia e da lei, jamais da ordem, da lei legítima. A natureza, a vida, a convivência, a civilização clamam pela ordem. No entanto, as outras: a democracia e a lei forjada dependem dos governantes de plantão e dos formadores destes rótulos vazios de conteúdo: os advogados e políticos alvissareiros que a cada novo regime oportunizam anseios torpes, vampirescos e apartados do bem comum.
Estamos fragilizados por uma estupenda, incontrolável e crescente insegurança jurídica. Uma desordem civil que tomou o cotidiano político e deseduca. E aí me lembro de Ibrahim Sued:
"Olho vivo, porque cavalo não desce escada".
Não clamo por fuzis, não! Basta! Nos chegam a violência e as balas perdidas que infernizam nosso dia-a-dia. Reclamo por uma oposição séria, cívica, corajosa; com menos rugido, latido a cada alarido daqui ou de acolá; que efetivamente barre a caravana dos imorais prepotentes; que se una por objetivos nacionais duradouros e os leve a termo e que se faça o féretro e o enterro e não fique em lamúrias diárias.
Estamos no século XXI, na era da informação on-line, do governo, da família, dos companheiros e das frases desagregadoras de Lula que, se fazem notícia, precisam de instituições, de justiça e polícia.
sds. barata's
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"Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.
Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada - Editorial de um famoso jornal em abril de 1964.
sds. barata's
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Não penso que Lula com a decisão de manter Battisti esteja pensando nele, Battisti; mas nele, Lula e sua ânsia de poder, mormente quando percebe que o poder que o inebria se esvai por entre os dedos. No projeto dele, pessoal, existem dois lados: o dele e o dos outros. Tornar o executivo cada vez mais forte, concentrar nele o máximo de poder é o único modo de manter em curso toda a gama de condutas imorais que vem realizando embora discurse o contrário. Lula jamais se sustentaria em um regime democrático onde as instituições funcionassem livremente; onde existisse oposição política séria e principiológica; onde Congresso e Judiciário exercitassem seus poderes: seria cassado. Com esta ótica, Battisti, é mais uma peça que mexe no jogo sujo com vistas à desmoralização política e da política indispensável ao totalitarismo. Ficará sim, não duvido; duvido da honorabilidade dos Ministros do STF.
Em Extradição
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"..Hoje, quando ele aí vai, de aloé e cardamomo
Na cabeça , com ar taful,
Dizem que ensandeceu, e que não sabe como
Perdeu a sua mosca azul"
Em Extradição
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Não conheço o PT, somente alguns petistas. A eleição, pré-anunciada do ex-senador e ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra se não espanta, indica um caminho para o partido, uma orientação política que somente tem paradigma em uma única experiência brasileira, a que ficou por conta do regime militar: um executivo forte e dois órgaõs instrumentais. Há uma identidade notável nos dois momentos políticos: o uso da força do Estado. A conquista e manutenção do poder no regime militar, como é nautral, se deu pela força, física (sempre finita por questões físicas quando não se transforma em Direito); já a conquista e manutenção no atual estágio se faz também pela força, porém, da demagogia: "Mas, pode-se dizer, é um grande mal ser enganado.Há um pior ainda: não ser enganado".
Os que elegeram o novo presidente do PT, Lula em especial, certamente que conhecem a conduta pública pregressa dele bem mais do que nós, leitores de noticiários; e, se nele depositaram seus votos concordam com o modo de proceder dele, de conduzir as coisas do Estado e não desconhecem, também, que a Petrobrás - que ele já presidiu e "saiu" em circunstâncias estranhas - pela influencia econômica vem se constituindo em um "Estado" paralelo com importante influência no destino da nação.
O PT é um partido político? Sim, talvez o único que se encaixe no conceito tanto pelo número de militantes, quanto pela clareza objetiva de Weber no que vêem: "Assim, aos olhos de seus aderentes, os partidos aparecem , cada vez mais, como uma espécie de trampolim que lhes permitirá atingir este objetivo essencial: garantir o futuro -Weber"; e está garantindo, preenchendo esta expectativa e arregimentando uma legião de leais carentes incautos.
O equilíbrio de um Estado, ou seja, a força interna que impede que se o torne partidário, de facção e assim meio e vida de um e único e grande grupo político que o domina seria a existência de "funcionários de carreira - independentes" em oposição a "funcionários políticos - com objetivo comum: poder e manutenção deste e onde meios e mérito são questões secundárias".
Hoje, o sangue e moral PT circula pelo Estado: Executivo, Legislativo e Judiciário com o beneplácito da intocável "moeda", baioneta da modernidade. Salvo um tsunami surgido do imponderável social, sempre possível, e o nosso futuro está fadado a esta nova experiência sem precedentes históricos, mesmo universais. Algo novo: onde o econômico é o fundamento do mais; onde o engodo, a ilusão, o passageiro, o prático, o hoje, o imediato tão ao sabor do prazer e do vício humano proliferam e vicejam. Assim, não é possível descartar o crescimento da insegurança jurídica, consequentente da violência e graves problemas econômicos que se avizinham se mantidos: política tributária, cambial e de juros; estrutura salarial defasada em relação aos demais mercados insertos na globalização; e, os programas governamentais assistencialistas.
Em Eleições 2010
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Ainda não creio que o Brasil eleja Dilma, embora considere provável. O que motiva o homem são seus interesses. Tenho especial cuidado - não é nada fácil para um ex-barnabé aposentado, travestido de comerciante do setor de serviços para sobreviver - em pensar-me e tentar conhecer os meus interesses e tentar isolá-los para tornar útil o raciocínio, diversamente, seria mera explosão passional e pessoal de indignação. Temo pelo sucesso da candidatura Dilma, tanto como de qualquer outra que se aventa porque: a) nomes, nada que signifique mudança; b) manutenção da crescente insegurança jurídica, ou seja, violência; c) certos problemas econômicos significativos, se mantidos: política tributária, cambial e de juros; estrutura salarial defasada em relação aos demais mercados insertos na globalização; programas governamentais assistencialistas.
sds. barata's
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