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O silêncio que domina o Senado parece ter atingido também à moderação em face à lentidão fora do comum na edição das opiniões, em especial , nesta página. Talvez fosse conveniente, em respeito, se é que existe, ao participante um simples comunicado. A dúvida nunca foi boa conselheira; diversamente, é péssima. Mormente entre supostos parceiros envolvidos em um caso supostamente comum: informação.
100 sds.
Em Senado
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O posicionamento desse grupo é coerente e sustentável, exceto quanto ao que conjectura sobre Marina, salvo possua dados, que desconheço, sobre a personalidade dela. Nisto parece que a voz do Alencar é mais convincente e, Marina, seria sim uma proposta melhor, mais realista que a de um candidato surgido das profundezas do PSTU, cujo único e real interesse seria plantar uma candidatura futura ao senado.
Creio que é preceiso pensar, um pouquinho só, Brasil.
Em Eleições 2010
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Postas estas singelas condições, o primeiro tópico: o governo de agora é responsável pela situação econômica extremamente favorável. Seja qual for a ótica ou modo que se investigue: assevero que sim. Tanto pela coragem política humana, quanto a de animal. Combateu com poder (leis, força e moeda) as intempéries conjunturais. Foi raposa para reconhecer as armadilhas e leão para aterrorizar os lobos. Qual a motivação desta coragem que ao antes não foi dado usar? Embora não seja difícil especular, seria discussão pouco útil. O fato é o fato, econômico.
O que então motiva os descontentes? Nada, nada mais que o amanhã que a irresponsabilidade política do "agora" faz temer e que o "antes" não teve a ousadia, também, de enfrentar; diversamente, caminhou a passos largos para solidificar a manutenção da mais pérfida escravidão, posto que, consciente, minuciosamente planejada. Tanto que hoje festejam um possível regresso.
Pretendemos, nós, os minoritários descontentes, poder ter o prazer de desabafar: "Hoje é o amanhã que tanto nos preocupava ontem!"
Perguntamos: a fortuna do agora está plantando a colheita do depois, ou se está esgotando na farra perdulária de uns muitos ?
Parece inquestionável que a única força capaz de produzir riqueza é o trabalho. Este é o único e verdadeiro capital. Não há outro, salvo em construção teórica de Política Econômica. Quando se distribui de modo moral ou não moeda (meio de adquirir riqueza), outro trabalhou para produzi-la que o armazém da esquina comercializa. Isto, este ciclo, além de cansar física e moralmente o trabalhador, esgota o aparelho produtivo. Examinemos além, o social (serviços públicos que mercadejados embrutece e bestializa os desprovidos, eternos excluídos) que à economia do lucro não interessa, o Estado enquanto setor improdutivo. Como está o Estado, o que presta em serviços de educação, saúde e segurança? Escolas, hospitais, delegacias e quartéis? Não se pode deixar de perceber que a única igualdade social possível, marco de largada para a maratona econômica, reside em franquear a todos ,indistintamente, as condições que igualam o ser civilizado: educação, saúde e segurança. O que somente é possível com um salário social mínimo em uma estrutura salarial digna e honesta e que não acolha o absurdo criminoso de um máximo 55 vezes maior, como agora; ou, retirando do mercado os serviços públicos, porquanto deveres do Estado.
Este é o espectro que amedronta quem pensa; o efeito retardado explosivo do "agora", que, talvez, seja até melhor mesmo deixar nas mãos e colo de quem o armou, ou seja, Dilma e seu fiel escudeiro: Lula.
Em Eleições 2010
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Se há uma página que entedia é esta: "Eleições 2010". Passa uma semana, entra outra e mais outra e parece que os comentários, em regra, são os mesmos dos mesmos. O mesmo lengalenga de ontem e sempre, tautológicos. Creio que o moderador nem os lê mais, sabe-os de cor. E ainda faltam meses.
Lamentável.
Em Eleições 2010
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Qual e a quê ou a quem? Nunca deveriam ter participado desta pantomima, farsa, somente abandonada agora por perceberem que a sociedade sequer tomou conhecimento deste natimorto político.
PSDB, DEM e similares: partidos políticos brasileiros! Ts!
Vergonha petrolífera universal.
Em CPI da Petrobrás
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Não são somente eu e os brasileiros, nem a Itália acredita!
Em Refúgio político
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Há tempos li esta máxima em Erasmo de Rotterdam (Elogio da Loucura) que não me sai do pensamento:
"Só a loucura prolonga a juventude e retarda a malfadada velhice.".
De outra feita quem está acostumado a pensar o já pensado, vasculhar o pretérito, não encontra diferença na visão que os de mais idade têm da vida, considerando esta, quase sempre: conturbada, violenta. Talvez seja mesmo este o papel social do idoso: a ilogicidade do equilíbrio no desequilíbrio. Por isto, imponho-me muita crítica, cuidado, temperança em avaliações conjunturais, ainda porque a violência reside sim, na natureza; todavia, na natureza do desequilíbrio do próprio homem; naquela, para fortuna da espécie, prepondera o equilíbrio embora a anomalia imanente do homem tente e insista, irresponsavelmente, o inverso.
Posto este parêntesis de ordem filosófica por implicação direta com a insanidade que caracteriza o cenário político de vez que desenhado justa e contraditoriamente por anciões onde os jovens são exceções, enveredo pela inusitada incompreensibilidade da recusa da Câmara na:
"...votação da emenda que garante a todos os beneficiários da Previdência Social o mesmo aumento concedido ao salário mínimo".
Loucura! Os congressistas retardam a velhice, a deles e a dos idosos, os aposentados;
"eram os congressistas, os deuses !"
Justificativa:
"Os governistas não querem votar a matéria porque acreditam que, se for aprovada, vai provocar impactos da ordem de R$ 6 bilhões nas contas públicas somente em 2009".
Eis a questão: Contribui-se a vida profissional inteira para a percepção de um valor específico, e determinado governo circunstancial, furta o direito da retribuição eqüitativa, do direito adquirido, quebra contrato, e estipula valor menor aos proventos sob argumentações numéricas, financeiras, contábeis, convencionais. Portanto, nem sob a ótica técnica, atuarial, é justificável.
Direito subjetivo não é mercadoria, é algo inalienável, inegociável, inerente ao ser que ao alheio descabe avaliar; e, qualquer esbulho ataca, fere, não uma pessoa, mas a soberania social, a sociedade; traz, carrega e implanta a insegurança jurídica que tem por conseqüência a violência que aterroriza a todos.
Precisamos sujeitar o Direito Puro, objetivo ao subjetivo, à moral e à ética; torná-lo humano, aplicável a todos indistintamente; jamais como instrumento de poder.
Nisto e em tudo que decidem (os políticos), a bestialidade, a alienação, o desequilíbrio. Sequer há que se relacionar as centenas de decisões públicas protecionistas, corporativistas, pessoais, particulares; recentes, de ontem e as que virão certamente hoje originadas no: Legislativo, Executivo e Judiciário.
-Salário próprio? Qual o problema? 25.000,00 oficiais? Mais de 55 vezes o salário mínimo. Rápido e já, para ontem.
-Bilhões pela janela e pelo ralo? Todos os dias. Pedem desculpa está tudo resolvido. Não, não está não! E a responsabilização legal?
-O Senado afirma que desperdiçava 100 milhões por ano. Sim. E agora?
-Compromissos pessoais internacionais perdulários em nome da Nação? E as caríssimas e diárias viagens internacionais de numerosas comitivas regadas a caviar com recursos públicos? --E a dívida colossal com a previdência pública de entidades protegidas?
Precisamos, urgente, de humanistas. De pessoas, não de "jovens deuses" ensandecidos.
Lula está contaminado, não é mais, infelizmente, o que elegemos, esqueçamo-lo:
"Era uma mosca azul, asas de ouro e granada,
Filha da China ou do Indostão,
Que entre as folhas brotou de uma rosa encarnada,
Em certa noite de verão...
Vinha a glória depois;-quatorze reis vencidos,
E enfim as páreas triunfais
De trezentas nações, e os parabéns unidos
Das coroas ocidentais...
Quis vê-la , quis saber a causa do mistério.
E, fechando-a na mão sorriu
De contente, ao pensar que ali tinha um império,
E para casa se partiu...
Dissecou-a, a tal ponto, e com tal arte, que ela,
Rota, baça, nojenta, vil,
Sucumbiu; e com isto esvaiu-se-lhe aquela
Visão fantástica e sutil...
Hoje, quando ele aí vai, de aloé e cardamono
Na cabeça, com ar taful,
Dizem que ensandeceu, e que não sabe como
Perdeu a sua mosca azul. - Machado de Assis"
Em Senado
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O Senado critica muito o Lula, mas, em conduta política, em nada dele difere.
sds barata's
Em Senado
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FHC, ainda ontem ou anteontem pouco faz, teceu severas críticas ao governo Lula e a conduta presidencial deste em pessoa. Um tanto quanto irrefutáveis, mas, que de um modo ou outro caíram sobre o telhado, de cristal, dele mesmo, FHC. Doutor, o telhado é de cristal; de torneiro-mecânico é de palha mesmo, machuca menos.
Podem pesquisar: o primeiro a bradar publicamente contra a Lei de Licitações e Contratos Públicos, a famosa Lei 8666/93 foi ele, FHC. Declarava que ela, a Lei, atrapalhava a compra de garrafas de vinho e caviar para o palácio. Foi o estopim que culminou, agora, com Lula criticando os servidores do TCU que a cumprem. E a insatisfação tomou conta dos descontentes e chegou ao Congresso, que, ágil, a esfacelará, já tem uma outra "boa", "ótima" secundada pelo tão entusiasmado, quão simplório Senador "Calcinha Vermelha".
O Dec-Lei 200/67 de Castello Branco, DEL 2300/86 foram o embrião da lei 8666/93 que vi nascer e crescer como milhões de barnabés, acompanhei-a de perto, muito de perto mesmo desde o banco da universidade, após, observando o cumprimento dela com lupa e afirmo: desconfie de quem a critica, pois, em regra, não é bom da cabeça ou tem marimbondo no pé.
sds. barata's
Em Fraude em licitações
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Não se trata do mérito, mas do profundo e insofismável demérito; nem de examinar recurso administrativo, interno, que pretende o quê? Se insurgir contra decisão soberana, suprema, de Poder? Assim vamos nós, cidadãos, tomar este podre exemplo, e nos sublevar contra as leis! Só um Sarney manietado pelo cutelo de acusações públicas indefensáveis com a corda segura nas mãos de Lula é capaz de acreditar em duende, fada, saci-pererê e de Senadores como Cristovam, Simon, Virgílio e tantos outros que se curvaram ante o confortável silêncio que enlameia reputações ilibadas em busca de votos e benesses impudicas.
Falta a moeda, moeda, a mola universal que o Judiciário não controla nem dispõe; Judiciário que não tem vergonha, nem pudor; não tem e não é Poder. Tivesse, sua decisão seria cumprida a "manu militari" como dispõe a Constituição Federal, que, ao Judiciário, mais do que a qualquer dos dois outros poderes, é a razão de ser dele, cabe fazer cumprir. Quaisquer dias tentam fechá-lo e perceberemos que nas atuais circunstâncias não fará falta alguma ante a avassaladora insegurança jurídica, mãe universal da violência.
Por que não resistem ao Governo, ao Executivo que os deixa de cócoras?
Por que não devolvem as Medidas Provisórias do Executivo? Muito pior do que os "Entulhos Autoritários" (decretos presidenciais da época revolucionária com força de lei) assim apelidados pelos hoje resolutos e corajosos políticos, na ocasião, não tanto.
MP's: escárnio e sujeição do Congresso ao Executivo forte, não somente, também perverso, prepotente e vaidoso.
No caso Expedito como no das MP's e como em tantos outros, o PSDB falha escandalosamente. Destrói, joga por terra sua não tanto impoluta reputação partidária. Não faz o que diz; não pratica o que propaga. Trata-nos como imbecis, nem melhor nem pior do que o governo Lula.
Loucos, insanos e covardes, somos e são, todos!
Em Senado
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Ainda não consegui me convencer se é somente azedo. Insosso e sonso com absoluta certeza, é. Vamos aguardar os cozinheiros do STF. Ninguém consegue saber ao certo qual o partido político dele.
Em Mensalão
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Gostaria de lhe perguntar sem que fosse virtualmente.Em uma situação desta, desta, do Senado que não cumpre decisão expressa do STF: o que cumpre constitucionalmente ao STF. Por que não o faz? Por que prefere os discursos e declarações públicas?
O povo diz que : cão que ladra, não morde; e eu complemento; candidata-se.
Em Senado
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Heloisa, resolvo falar sobre ela, Marina, PSOL, PV e 2010.
Tenho lido sobre as conversas Marina e Heloisa, o silêncio desta e, agora, a cogitada candidatura ao Senado dela.
As duas fazem importante falta ao cenário político nacional; Heloisa, mais. A posição particularizada, ambientalista e pouco definida nos demais e muito significantes interesses da Nação, deixam Marina em clara desvantagem. Heloisa não tergiversa nem usa versos, vai mesmo é de prosa, dura, rasteira; sem esteira ou tapete vermelho.
PSOL e PV, por outro lado, têm quadros obscuros: tanto em experiência política, quanto em causa, ideologia de governo, por vezes, quando leio alguma coisa deles, de pensamento pequeno, diminuto, retrógrado, portanto preocupantes. Digamos que um PT de antigamente que, entretanto, podem alguns afirmar em contraposição, se mostrou tão às avessas. O ilógico, como assevera Nietzsche, faz parte inseparável da realidade de vez que possibilita o espanto, a surpresa as perguntas, e, portanto, a mudança social.
O temperamento público exteriorizado pela Heloisa é nitidamente contrário à prepotência plutocrática o que a faz fácil presa do sistema político montado sobre as hostes da moeda, do interesse pessoal, do negócio, do comércio imoral onde tudo vale, principalmente no desvalido Nordeste que também é Brasil embora alguns não considerem. Percebo-a, Heloisa, em camisa-de-força política. Difícil exigir, ou esperar dela uma árdua candidatura à Presidência sem moeda, com meios e instrumentos em horrenda desvantagem, com um partido tão ávido, quanto iludido pelos milhões de votos que não eram dele, eram dela, exclusiva e somente dela; o que, para o PV, não é diferente, é pior, os votos serão de Marina como foram e são de Lula e não de Dilma. Desta, os recentes fatos são de conhecimento público e o eleitor irá sopesar e julgar ,daqui a pouco, em 2010, sob a batuta teimosa e irresponsável de Lula.
Qualquer observação social se pauta em regra e não em exceções. PSOL e PV certamente que possuem integrantes influentes com: "paixão (propósito a realizar), sentimento de responsabilidade e senso de proporção (equilíbrio entre os homens e as coisas no curso da via escolhida)". Assim, Heloisa sem mandato é prejuízo irreparável; candidata, junto com Marina, é imprescindível exemplo de sacrifício político. Presidência duvidosa ou Senado certo?
Para estimular a conversa entre Heloisa e Marina:
"Fica. É preciso escolher e passar num instante
Da vida à morte ou do ser ao nada.
Deuses cruéis! Se existem iluminem minha coragem
É preciso envelhecer curvado sob a mão que me ultraja,
Suportar ou terminar minha desgraça ou minha sorte?"-Shakespeare.
Em Eleições 2010
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Irmão virtual, não pense que não li e que não tenha ficado extremamente feliz. Desde o dia 30/10 tento levar até você meu muito obrigado e outras explicações por tua opinião (dia 29/10-13h03) sem sucesso.
Hoje, alterei a parte final que incluía um endereço comercial por acreditar que fosse a motivação da insistente vedação, pois, não creio - seria presunção infundada pelo nicho em que se coloca quem se assenta no augusto trono da censura - que se tratasse de inveja do moderador.
Qualquer modo, muito grato, obrigado de coração pelo que pensas dos meus escritos, que, salvo o estilo, em nada difere dos teus e de todos no que se inclui, também, a participação.
sds barata's.
Em Senado
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Certamente que este tipo de cálculo deve ser o mesmo utilizado para justificar o saldo da conta corrente de "alguns barnabés" da área técnica do TCU.
Realmente, estes Ministros do TCU - como diz Lula - somente atrapalham: são uns fofoqueiros!
A propósito, conto uma verídica verdadeira: "Certa vez um primo meu "ficou" com a namorada de um amigo dele em uma boate. Dia seguinte, sabendo que a traidora estava aborrecida por ter sido descoberta, interpela o traído: rapaz, você além de traído (usei o termo cormum, tive que trocá-lo) é um tremendo fofoqueiro! ".
Retornando ao assunto: Ora! O que são míseros dois milhões, cash em conta corrente? Qualquer funcionariozinho de zoológico filho de Presidente dizem que possui. Imaginem um diretorzão do Senadão amigo do paizão!
Em Senado
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Elogiei teu comentário antes. Todavia, ante a atitude "antiética" da moderação em não editá-lo, o faço novamente. Aquela qualificação, se considerado o valor da liberdade de expressão; embora, "in casu", outro princípio vigoroso se alevante, o da : propriedade. Não uso o mesmo texto, não o havia copiado.
Confesso que li a opinião atentamente duas vezes, gostei bem mais do nível do comentário, da efetiva contribuição para um tema tão pertinente, quão vasto e delicado que, a depender do olho que se o observa, uma via, um caminho, uma senda se mostra e desnuda.
Sob a ótica aureliana, moral: "Conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada";e, ética : "Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto". Creio que deixaste, sob cuidadosa leitura, também pacífico isto mesmo, que, com tolerante largueza pode ser sintetizado em: aquela, moral, o valor, o significado, a essência circunstancial e temporal do que guia ao longo dos tempos a sociedade, uma em particular ou comunidades ou grupos; a última, a ética, o estudo, a visão crítica, axiológica, valorativa da moral considerada em relação ao bem e ao mal, do observador.
É o que penso irmão, parabéns!,
sds. barata's
Em Eleições 2010
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É irmão, a vida tem dessas coisas, também e ainda bem. Poderia, de logo, concluir com a palavra mais carinhosa, agradável e carregada de amor de nosso idioma: obrigado! Não devo, nenhuma dúvida dá inicio a laços de amizade. Único lamento é não poder considerar mais teus futuros elogios; pois, se encômios são formalidades entre educados; são meras gentilezas entre amigos.
Irmão: retribuição, pagamento? Não deves ser nenhum menino; não terias tido tempo para obter a fortuna com que gratuitamente me presenteastes. Se o que faço é trabalho, trabalho para amigos virtuais; nem mais, nem menos do que também o fazes, todos fazemos e a Folha Online (empresa que conheço tanto quanto você), vai abrindo espaço com a patrol da liberdade; isto, convenhamos, nem sempre, pois, precisa sobreviver no difícil mercado da informação de hoje com os impudicos bilhões governamentais dirigindo a mercadoria da informação que lhe interessa como supedâneo da demagogia que produz e mantém um Brasil de mitos, hipocrisias e inverdades. Se há alguma diferença entre nós, é o estilo, a aparência, a forma, nada mais. E, pensando bem, se há um devedor, este sou eu, pela dádiva divina de trabalhar palavras com seriedade: desejando fazer de fatos palavras e não do universo o inverso.
PALAVRASTrabalhar com palavras é arte,
informa e idéias comparte.
Escrever ou falar, pouco importa,
sempre uma conduta, exorta.
E a comunicação, que é gládio,
é terrível, não paga pedágio:
injuria, calunia e difama;
alegra, educa e dá fama.
Há quem as saiba bem escolher,
usá-las e aos outros convencer.
E quando é digna a intenção,
é aptidão que causa admiração.
Triste é perceber que a maioria
é a mediocridade em harmoni;
enganada por enunciados,
com perversidade, viciados."
Trabalho, stricto sensu, é uma relação econômica; implica remuneração, troca, salário, sobrevivência física. Aqui a recompensa é outra: a verdade que surge de cada um de nós. Discutimos, nos debruçamos no compreender a vida; na realização de um instinto natural, imanente no homem e responsável pela sobrevivência da espécie; pela busca da verdade; pelas perguntas que revolucionam o universo e acalentam o desconhecido e intrigante amanhã.
Na minha idade (novo para o que penso; velho para o que gostaria ainda de pensar) a moeda já tem outro brilho, outra atração: deixa de ser fim, passa ser exclusivamente meio; por vezes pecaminoso, categórico.
A liberdade e o pensamento de um profissional engajado no mercado estão no salário do fim de mês.
Dois tipos de riqueza decorrem do trabalho: uma física, visível e mesmo sensível, que satisfaz necessidades que se multiplicam e dá prazer material, "Humano, demasiado Humano"; outra que produz o inalienável e gratificante tesouro do conhecimento nem sempre percebido e/ou valorizado. Unir, acumular e usar as duas com amor ao próximo é a nossa luta e dificuldade. A concorrência e a pouca idade são fortes e naturais empecilhos e a confortável mediocridade faz o resto; por mais, não é próprio dos originais a extroversão. Não fosse assim e o universo seria outro.
Por mim, amigo, impaciente e persistente taurino: reparto-me, divido meu escasso tempo, construo e tento me edificar ouvindo minha consciência implacável. Dou vazão a minha ânsia de poder viver; de me considerar útil, ainda no ocaso da vida; de poder deixar aqui, não levar comigo o que somente aqui tem serventia. Um pouco de vaidade, presunção, talvez também.
Sinceramente, quando quiser, divisa Bahia/Sergipe, foz do Rio Real, terá o prazer de te receber:
" Onde tudo se acolhe,
o papo não se escolhe,
simples, se desenvolve,
solve: de gole em gole".
SE, 29/10.
Obrigado, de coração, sds. barata's.
Em Senado
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Dª Marina, perdão, não sei se foi do dedo do repórter ou da sua boca que saiu a expressão "negociar". Não lhe fica bem nem creio que o PSOL da Dª Heloísa seja partido de "negócio". Ainal, você sairam do PT por isto, pela comercialização de de valores éticos. Mas, como está tudo tão mudado e temos uma surpresa a cada dia...
Qualquer modo, até que vocês duas fariam um bom par.
sds. barata's
Em Eleições 2010
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Sds. barata's.
Em Eleições 2010
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tens razão, salvo em um único aspecto. Retratas, fiel, a lamentável realidade. Contudo, no que tange à mídia, falas dela como um ente mitológico, estranho a tua própria realidade, como se ela devesse ter outra natureza que não ser composta por simples empresas comerciais, cuja mercadoria é a informação e o objetivo é o lucro; e, o lucro, está sempre do lado de quem paga mais, normalmente o setor improdutivo, o governo.
"Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão".
Em Eleições 2010
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