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Comentários de josé reis barata barata
Em 30/09/2008 09h08
Médicos, poetas, técnicos de futebol, economistas e loucos;de tudo, temos um pouco. E eu também. Posso? Sem receio de ser feliz, como eles, os economistas? (I/III)
Duas coisas distintas e intocáveis: mercadoria e moeda. Só a primeira o homem concede valor intrínseco e que com o passar do tempo está deixando de perceber esta importante diferença. O que as une é uma relação que se faz em um imenso mercado próprio global extremamente complexo, em face indefiníveis outras relações correlatas subjetivas e objetivas simbolizadas em incógnitas e variáveis delas (mercadorias e moedas), e que se apresenta e sintetiza em cada instante com um único valor relativo mutante de uma moeda universal, o dólar. Hoje, sendo impossível alcançar o controle, e que no máximo se o persegue com artifícios que cada Estado escolhe o seu, mas que também os conglomerados internacionais financeiros influenciam concreta e decisivamente.
Sendo assim, as crises são e serão realidades inevitáveis. Contudo, entendo que dicotômicas: de mercadorias ou monetárias. A atual:quase que exclusivamente monetária que não há que se falar em perdas reais; mas, nominais em falecimento de expectativas de ganhos e que sugerem um novo modelo, patamar de crédito sob a óptica produtiva .(continuo)

Em Bolsa de Valores
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Em 30/09/2008 09h07
Médicos, poetas, técnicos de futebol, economistas e loucos;de tudo, temos um pouco. E eu também. Posso? Sem receio de ser feliz, como eles, os economistas? (II/III)
Todavia, por que o dólar é a referência? -Credibilidade econômica e, política e força para se fazer acreditado. A instabilidade monetária, que se insere na econômica, não é difícil superar, tanto quanto a de produção. Esta sim, é que carece de tempo e nenhum artifício poderá alterar sem o esforço real, do trabalho junto à natureza. Acredito até mesmo que as próprias "forças invisíveis" de mercado contornam e acomodam os percalços monetários, pois lhes interessa direta e sobremaneira manter o "status quo" sócio-econômico e jurídico. Não é difícil perceber o dilema: ou se injeta moeda, ou não se mexe nela. E isto interfere no mundo sim; porém, no mundo financeiro, inclusive dívidas públicas internas e externas dos Estados-Nações, mormente se for considerado que os Bancos são, hoje, imensos conglomerados globais o que torna em última análise, as duas vertentes de dívidas uma única. Portanto, valorizando o dólar a dívida total dos emergentes (que se muda a denominação, mas não se lhes altera a situação) cresce e mais mercadorias serão necessárias para saldá-la sob a forma de trabalho e tributos que, em especial e no nosso caso, os mais carentes pagam pela forte incidência sobre o salário controlado e o consumo. (continuo)

Em Bolsa de Valores
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Em 30/09/2008 09h06
Médicos, poetas, técnicos de futebol, economistas e loucos;de tudo, temos um pouco. E eu também. Posso? Sem receio de ser feliz, como eles, os economistas? (III/III)
Os EU não dividirão poder facilmente e esparramar moeda apressaria este caminho. Sabem disto e a política não favorece esta escolha.O cidadão americano sob forte influência histórica do protestantismo fundado no trabalho não aprecia que se presenteiem seus esforços como é costume aqui. Vociferam, protestam e os congressistas titubeiam, receiam e somente forte pressão internacional não-política sobre eles, como se poderá pensar o contrário; mas sim, do capital internacional poderia fazer os congressistas votarem a favor do pacote sob o argumento de que, em suma, o controle do Mundo ainda restaria nas mãos do dólar e, consequentemente deles. Neste caso, verdadeiro, a perda será política e as conseqüências insondáveis; pois, haverá perda de poder do todo poderoso EU. Por isto considero esta opção pouco provável e bem mais previsível a manutenção do veto à doação às empresas financeiras o que, agora sim, explicaria uma valorização do dólar favorecendo os EU e a manutenção do poder e a mesma estrutura econômica do Mundo amplamente desfavorável aos "emergentes" cujo trabalho remunerado a preço vil em relação aos "desenvolvidos" e espoliação tributária sustentam a histórica e desigual divisão inerente ao capitalismo internacional cada vez mais liberal e forte que os EU são a inegável imagem que deslumbra e sustenta o sistema, consequentemente, o Mundo.
Sds. barata's.

Em Bolsa de Valores
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Em 29/09/2008 21h43
Spencer.
O vigor e atrevimento com que escreves condizem bem com a imagem que faço de pessoas que as palavras não conseguem esconder uma personalidade sincera e os sinceros são bons e desejáveis amigos. E somente assim e por isto é que aceito e agradeço a condescendente referência.
Aproveitando a oportunidade, esclareço:
-Maluf:não falei de Maluf no meu "Voto para Kassab". Não foi intencional, bem que poderia ter sido pois não creio que alguém em pleno gozo de suas faculdades mentais e sério possa levar a sério esta estapafúrdia candidatura. O "rouba mais faz", o fim justificando os meios parece-me coisa de retrovisor; ofende a mais rudimentar reflexão e é justamente isto que mais me indigna no governo federal atual que em muito se assemelha ao que com incisivas provas a mídia se refere a Maluf. E Maluf, hoje, bem que poderia ser candidato do PT.
-"Valente" que me perdoe e não fique valente comigo com o meu "Valença". Certamente que somente , você, Spencer, deve ter lido meu comentário e como é meu amigo ficou calado ou compreenderam e relevaram o equívoco ortográfico e valeu o dito popular nordestino: erre o nome; mas não erre o homem.Eu, não errei o homem.
Sds. barata's

Em Eleições 2008
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Em 29/09/2008 21h12
Bonafe, de boa-fé, retorno.
De logo, agradeço as carinhosas palavras que lutarei por não desmerecê-las.
Não é sensato discutir conceitos e seus rótulos, ou seja, uma palavra e o significado dela. O que se pode afirmar é o conceito dominante em um determinado momento, uma "verdade" particular e temporária, o consenso, aceitação geral de uma descrição que representa a coisa, a idéia , o pensamento que permite a tão difícil e enganosa comunicação que permeia a vida de :mitos, hipocrisias e inverdades. Até mesmo sob o ponto de vista da língua, as palavras são entes vivos e como qualquer coisa viva enfrenta um processo natural de transformação. Nestas considerações é que insiro e insisto sobre o que afirmei sobre razão, sem contudo, querer estar com a razão. Nota que a mesma palavra, "razão", permite significados distintos.
Sobre "personalidade" trago, em nosso auxílio, um conceito antigo que guardei na memória: é a exteriorização do caráter. Já, caráter, poderia ser tomado pelo conjunto de hábitos e atitudes que caracterizam um determinado indivíduo.
Sds. barata's

Em Bolsa de Valores
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Em 26/09/2008 08h58
Hoje, votaria em Kassab. Por quê? (I/III)
Ainda estou contrário à obrigação do voto:
-primeiro por considerá-lo um direito e força não faz direito, conscientização sim, e obrigação é força, do Direito; mas, não deixa de sê-lo;
-a seguir, por fechar a porta a uma das opções possíveis de manifestação do voto, a de não querer se manifestar por razões as mais variadas possíveis;
-também, porque a liberdade - e democracia é liberdade responsável - repele autoridade, imposições que limitem direitos individuais que não afetam os dos demais e não votar nisto plenamente se insere;
-por fim, para que o voto de revista de qualidade, qualidade na igualdade da capacidade de escolha, é imperativo um mínimo de educação formal que conceda à pessoa condições de compreensão do que lhe cerca.E, em um país analfabeto, a obrigatoriedade é grave disfunção da vontade geral por incluir incapazes. Cidadania se adquire, não se presenteia.
De Partidos não carece mais letras, já as esgotei. No Brasil, os únicos são:Corinthians; Flamengo; Bahia; Mangueira; Beija-Flor; CUT há alguns anos atrás, antes da cooPTação, etc.
Não sou contudo, alienado. Há uma realidade política brasileira que precisa ser enfrentada. Nela, São Paulo preocupa minhas reflexões pela influência que exerce, pelo peso político que tem e terá em 2010.
Hoje, votaria em Kassab.(continuo)

Em Eleições 2008
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Em 26/09/2008 08h57
Hoje, votaria em Kassab. Por quê? (II/III)
Emocionalmente estou com o candidato do PSOL, votaria em Valença. Expressa o pensamento do PT histórico, antigo, que morreu, do passado, museu (e quem vive dele o é), e que provou que é bom de princípios, de ideologia, de pregações; porém, que não tem competência para transformar o que prega em realidade. Tampouco, administrá-la.Bom de Legislativo, temerário no Executivo. Nem PT, nem PSOL, regra geral, dispõem de quadros com maturidade, experiência administrativa, prudência no trato com o poder e com a República. Parece-me evidente. As intenções elogiáveis e irrepreensíveis se perdem na imoralidade que grassa e na violência que se instala e que se tenta mascarar com uma publicidade e politicagem infantil e irritante. Administrar exige capacitação, experiência, conhecimentos com a denominação de ciência e técnicas diversas e complexas e é tarefa de equipe; jamais de um, de presunçosos como o FHC e antecessores,ou de mitos e reis como o Lula. Resultado? PT e PSOL, gente destes grupos de interesses, por enquanto: perigosíssimo fracasso moral que compromete o futuro, mesmo com um inquestionável e vigoroso empurrão da fortuna econômica. Assim, Dª. Marta foi excluída. Já o seria por uma inadequada postura pública.(continuo)

Em Eleições 2008
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Em 26/09/2008 08h55
Hoje, votaria em Kassab. Por quê? (III/III)
Alkimin poderia ser considerado por tudo que explicitei, contudo: por que substituir seis (6) por meia dúzia? Ele e Kassab apresentam os mesmos dotes, a mesma linha de atuação administrativa, de vinculações e o que é mais importante: equipe de pouca diferenciação técnica e postura moral. Nas requisições que envolvem a administração de uma megalópole pouco se lê de ideológico, muito de técnica. Óbvio que postura moral se exige do homem e não do cargo.
Portanto, foi a assim, analisando sob a óptica de custo/benefício que voto em manutenção da equipe do Kassab. Já está e pelo que percebo distante, daqui de minha janelinha para o mundo São Paulo não deve arriscar. Voto em Kassab, embora não negue, a antipatia nele é gratuita.
Sds. barata's

Em Eleições 2008
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Em 24/09/2008 10h55
Hassan,
Mídia, a mídia é um comércio, uma casa de negócios como outro qualquer. Esperar caridade, filantropia, preocupação social, emulação, altruísmo, de uma empresa é infantilidade.
Este o grande equívoco que noto nas insinuações maldosas, mas impróprias, contra ela.
O prduto que vende é a informação;e, quem vende quer lucro; ou, no mínimo, manter-se no mercado.
Entendo que jamais recursos públicos, da República deveriam ser direcionados para ela. Só e somente assim, sem: mitos, hipocrisias e inverdades!, teríamos uma mídia independente e interessante à sociedade. Sobreveviria quem vendesse, pendente portanto do mercado que a sociedade soberanamente sustentaria.
Sds. barata's

Em Eleições 2010
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Em 24/09/2008 09h15
Jefferson Cardoso Paulo,
Em suma: autorizou a esculhambação. Concordo, realmente ele nunca presidiu nada. É o mito do : "laisser-aller"; do "laissez-faire", fácil.
Assim, não há como discordar.
Sds. barata's

Em Eleições 2010
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Em 24/09/2008 09h05
Por um Brasil melhor e maior, na única igualdade possível: a da Lei material e formal.
Corrupção, nepotismo, medias provisórias, independência e harmonia entre os Poderes, eleições/voto, partidos políticos, "programas sociais", petróleo, diplomacia: mitos, hipocrisias e inverdades!
a)Corrupção:caiu oito posições no ranking mundial, na maratona da honestidade é o 70º mais ladrão no mundo e 14º na América! E discursa na ONU e pretende dar lições ao Mundo, de quê?;
b)Nepotismo:e o Gari pede por gentileza e o STF, o tal Gilmar Mendes concede entrevista informando que estamos andando bem, não tano quanto a rapidez dele em livrar facínoras;
c)MPs:destroem o Estado e implantam a autoridade ilimitada do "Presidente", desrespeito (velado) a pessoa humana que deixa de ser um valor em si, totalitarismo;
Podres poderes:harmônicos onde a imoralidade do homem fulgura esplendorosa, já a independência se faz na satisfação individual de desejos indecorosos;
d)Eleições/voto: abaixo, um amigo comentarista pede socorro: e se eu não considerar nenhum candidato digno do meu voto, o que faço?;
Partidos políticos:meros grupos de interesses passageiros, quando não de quadrilheiros;(continuo)

Em Grampolândia
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Em 24/09/2008 09h04
(II/II)- Por um Brasil melhor e maior, na única igualdade possível: a da Lei material e formal.
e)Programas sociais:populismo chulo, grosseiro e covarde. Que tenhamos a fortuna de dar certo, caso contrário: caos e violência. Risco desnecessário.Igualdade, enquanto o sistema em que vivermos for o capitalismo cuja base é a propriedade (constatação, não crítica, nem especulações ideológicas: não as possuo) somente existe e existirá na Lei, na legalidade onde o "ilícito legal" não for a tônica; que o Estado nega ao cidadão com mentiras e escamoteações patrocinando uma imoral, interesseira, desleal, inconseqüente, generalizada pelo exemplo, cínica e hipócrita insegurança jurídica.
f)Petróleo: ouro negro da vergonha e da corrupção e que anima o:"Progresso da mentira e a mentira do progresso".ONGs, Empreiteiras, etc.
g)Diplomacia: nova e ridícula comprometendo o ilustre e respeitado passado de relações bilaterais honestas, sérias e soberanas; iludindo o presente; e, comprometendo o futuro.
-Oposicionistas de todas as virtudes e vícios, Petistas, lulistas incautos e governistas sérios e oportunistas: reflitam!
Este é o governo que interpreto em uma economia que a fortuna de eventos circunstanciais naturais e não, teima em nos propiciar.Não percamos o bonde da história.
Sds. barata's

Em Grampolândia
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Em 24/09/2008 09h00
Em outra página.
Amigo sugeriu que não se confundisse, especialmente ele:"Barack Obama", com: "Barraca da Brahma".
Quando do discurso na ONU fiquei preocupado.
Sds. barata's

Em Eleições nos EUA
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Em 24/09/2008 08h47
Por um Brasil melhor e maior, na única igualdade possível: a da Lei material e formal.
Corrupção, nepotismo, medias provisórias, independência e harmonia entre os Poderes, eleições/voto, partidos políticos, "programas sociais", petróleo, diplomacia: mitos, hipocrisias e inverdades!
a)Corrupção:caiu oito posições no ranking mundial, na maratona da honestidade é o 70º mais ladrão no mundo e 14º na América! E discursa na ONU e pretende dar lições ao Mundo, de quê?;
b)Nepotismo:e o Gari pede por gentileza e o STF, o tal Gilmar Mendes concede entrevista informando que estamos andando bem, não tano quanto a rapidez dele em livrar facínoras;
c)MPs:destroem o Estado e implantam a autoridade ilimitada do "Presidente", desrespeito (velado) a pessoa humana que deixa de ser um valor em si, totalitarismo;
Podres poderes:harmônicos onde a imoralidade do homem fulgura esplendorosa, já a independência se faz na satisfação individual de desejos indecorosos;
d)Eleições/voto: abaixo, um amigo comentarista pede socorro: e se eu não considerar nenhum candidato digno do meu voto, o que faço?;
Partidos políticos:meros grupos de interesses passageiros, quando não de quadrilheiros;(continuo)

Em Crise nos EUA
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Em 24/09/2008 08h46
Por um Brasil melhor e maior, na única igualdade possível: a da Lei material e formal.
e)Programas sociais:populismo chulo, grosseiro e covarde. Que tenhamos a fortuna de dar certo, caso contrário: caos e violência. Risco desnecessário.Igualdade, enquanto o sistema em que vivermos for o capitalismo cuja base é a propriedade (constatação, não crítica, nem especulações ideológicas: não as possuo) somente existe e existirá na Lei, na legalidade onde o "ilícito legal" não for a tônica; que o Estado nega ao cidadão com mentiras e escamoteações patrocinando uma imoral, interesseira, desleal, inconseqüente, generalizada pelo exemplo, cínica e hipócrita insegurança jurídica.
f)Petróleo: ouro negro da vergonha e da corrupção e que anima o:"Progresso da mentira e a mentira do progresso".ONGs, Empreiteiras, etc.
g)Diplomacia: nova e ridícula comprometendo o ilustre e respeitado passado de relações bilaterais honestas, sérias e soberanas; iludindo o presente; e, comprometendo o futuro.
-Oposicionistas de todas as virtudes e vícios, Petistas, lulistas incautos e governistas sérios e oportunistas: reflitam!
Este é o governo que interpreto em uma economia que a fortuna de eventos circunstanciais naturais e não, teima em nos propiciar.Não percamos o bonde da história.
Sds. barata's

Em Crise nos EUA
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Em 24/09/2008 08h44
Por um Brasil melhor e maior, na única igualdade possível: a da Lei material e formal.
Corrupção, nepotismo, medias provisórias, independência e harmonia entre os Poderes, eleições/voto, partidos políticos, "programas sociais", petróleo, diplomacia: mitos, hipocrisias e inverdades!
a)Corrupção:caiu oito posições no ranking mundial, na maratona da honestidade é o 70º mais ladrão no mundo e 14º na América! E discursa na ONU e pretende dar lições ao Mundo, de quê?;
b)Nepotismo:e o Gari pede por gentileza e o STF, o tal Gilmar Mendes concede entrevista informando que estamos andando bem, não tano quanto a rapidez dele em livrar facínoras;
c)MPs:destroem o Estado e implantam a autoridade ilimitada do "Presidente", desrespeito (velado) a pessoa humana que deixa de ser um valor em si, totalitarismo;
Podres poderes:harmônicos onde a imoralidade do homem fulgura esplendorosa, já a independência se faz na satisfação individual de desejos indecorosos;
d)Eleições/voto: abaixo, um amigo comentarista pede socorro: e se eu não considerar nenhum candidato digno do meu voto, o que faço?;
Partidos políticos:meros grupos de interesses passageiros, quando não de quadrilheiros;(continuo)

Em Eleições 2010
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Em 24/09/2008 08h43
Por um Brasil melhor e maior, na única igualdade possível: a da Lei material e formal.
e)Programas sociais:populismo chulo, grosseiro e covarde. Que tenhamos a fortuna de dar certo, caso contrário: caos e violência. Risco desnecessário.Igualdade, enquanto o sistema em que vivermos for o capitalismo cuja base é a propriedade (constatação, não crítica, nem especulações ideológicas: não as possuo) somente existe e existirá na Lei, na legalidade onde o "ilícito legal" não for a tônica; que o Estado nega ao cidadão com mentiras e escamoteações patrocinando uma imoral, interesseira, desleal, inconseqüente, generalizada pelo exemplo, cínica e hipócrita insegurança jurídica.
f)Petróleo: ouro negro da vergonha e da corrupção e que anima o:"Progresso da mentira e a mentira do progresso".ONGs, Empreiteiras, etc.
g)Diplomacia: nova e ridícula comprometendo o ilustre e respeitado passado de relações bilaterais honestas, sérias e soberanas; iludindo o presente; e, comprometendo o futuro.
-Oposicionistas de todas as virtudes e vícios, Petistas, lulistas incautos e governistas sérios e oportunistas: reflitam!
Este é o governo que interpreto em uma economia que a fortuna de eventos circunstanciais naturais e não, teima em nos propiciar.Não percamos o bonde da história.
Sds. barata's

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Em 24/09/2008 08h42
Por um Brasil melhor e maior, na única igualdade possível: a da Lei material e formal.
Corrupção, nepotismo, medias provisórias, independência e harmonia entre os Poderes, eleições/voto, partidos políticos, "programas sociais", petróleo, diplomacia: mitos, hipocrisias e inverdades!
a)Corrupção:caiu oito posições no ranking mundial, na maratona da honestidade é o 70º mais ladrão no mundo e 14º na América! E discursa na ONU e pretende dar lições ao Mundo, de quê?;
b)Nepotismo:e o Gari pede por gentileza e o STF, o tal Gilmar Mendes concede entrevista informando que estamos andando bem, não tano quanto a rapidez dele em livrar facínoras;
c)MPs:destroem o Estado e implantam a autoridade ilimitada do "Presidente", desrespeito (velado) a pessoa humana que deixa de ser um valor em si, totalitarismo;
Podres poderes:harmônicos onde a imoralidade do homem fulgura esplendorosa, já a independência se faz na satisfação individual de desejos indecorosos;
d)Eleições/voto: abaixo, um amigo comentarista pede socorro: e se eu não considerar nenhum candidato digno do meu voto, o que faço?;
Partidos políticos:meros grupos de interesses passageiros, quando não de quadrilheiros;(continuo)

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Em 24/09/2008 08h41
Por um Brasil melhor e maior, na única igualdade possível: a da Lei material e formal.
e)Programas sociais:populismo chulo, grosseiro e covarde. Que tenhamos a fortuna de dar certo, caso contrário: caos e violência. Risco desnecessário.Igualdade, enquanto o sistema em que vivermos for o capitalismo cuja base é a propriedade (constatação, não crítica, nem especulações ideológicas: não as possuo) somente existe e existirá na Lei, na legalidade onde o "ilícito legal" não for a tônica; que o Estado nega ao cidadão com mentiras e escamoteações patrocinando uma imoral, interesseira, desleal, inconseqüente, generalizada pelo exemplo, cínica e hipócrita insegurança jurídica.
f)Petróleo: ouro negro da vergonha e da corrupção e que anima o:"Progresso da mentira e a mentira do progresso".ONGs, Empreiteiras, etc.
g)Diplomacia: nova e ridícula comprometendo o ilustre e respeitado passado de relações bilaterais honestas, sérias e soberanas; iludindo o presente; e, comprometendo o futuro.
-Oposicionistas de todas as virtudes e vícios, Petistas, lulistas incautos e governistas sérios e oportunistas: reflitam!
Este é o governo que interpreto em uma economia que a fortuna de eventos circunstanciais naturais e não, teima em nos propiciar.Não percamos o bonde da história.
Sds. barata's

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Em 24/09/2008 07h27
Bonafe, será que uso bem a razão? (I/II)
Bonafe, li. Leio sempre e, por oportuno, lembro que o J.Souza (22/09 15h50) também já havia me convocado em "Crise nos EUA" para abordagem semelhante. Lá, de plano, o atendi, participando a ele que nada poderia acrescentar, pois, o mesmo havia esgotado o assunto no comentário dele. Quem não me atendeu foi a moderação ou aconteceu mais um, de meus costumeiros equívocos de digitação e confusão de páginas.
Amigo, a razão (ainda que conceito não possa ser tido por verdade, convenção que é) é uma faculdade; digamos: o método, o que Descartes em "Discurso do Método" , logo no inicio, chama de "bom senso", o poder de julgar e distinguir bem o verdadeiro do falso, naturalmente igual em todos os homens. Dela é que decorrem e vão se constituindo, consolidando, alternando e desaparecendo ao longo do tempo o conjunto de valores morais vigorantes em uma determinada época histórica.Assim, a moral, é fruto daquela, coisas em natureza e conseqüência distintas. Percebes a diferença? Posteriormente sim, as avaliações que fazemos nas questões que a vida nos vai apresentando - com o uso da razão - estes valores são considerados; mas, não são únicos e decisivos nas decisões tomadas. Influem, bem mais: os nossos interesses, paixões e religiosidade.(continuo)

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