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Comentários de josé reis barata barata
Em 28/10/2009 18h58
Pacto nauseabundo.
Hoje, voltei a assistir uma sessão do Senado, não sem alguma contrariedade e desconfiança, para ser sincero: muita! Logo a TV Senado faz chamada para que se assista a sessão da CPI da Petrobrás. Para quê? Velar natimorto? Já havia esgotado, por hoje, meu esforço em digitar, mas leio uma notícia terrível sobre o STF mandando o Senado cassar imediatamente o senador Expedito Junior por compra de votos, "recentemente, em 2006"; e não resisto, sinto-me na obrigação de mais um desabafo sobre os "Podres Poderes" que hoje já lembrei lembrando Caetano. É, para mim, um obstinado, minha participação aqui além de desabafo, quimérica e é,também, considerada por mim, um dever. Dever de contribuir, participar enquanto julgar-me útil e Deus o permitir.
Presenciei, não sem uma certa repugnância a postura presunçosa e soberba de Sarney, alguns diálogos superficiais e de uma cordialidade evidente e substancialmente falsa entre ele e seus supostos desafetos, recentes. Virgilio, por exemplo, minha mais recente decepção, embora não deixe de supor a camisa-de-força que lhe impuseram.Não é o que está.
O ambiente não é honesto, cheira mal. Nenhuma carniça pára de feder rápida e repentinamente. Suponho, acordaram-se, fecharam-se em pacto do silêncio, pacto nauseabundo que abunda; esquecendo, eles, que cheiro e barulho são notados por sentidos diversos, distintos, embora possam estar vinculados a mesma ocorrência.
sds. barata's

Em Senado
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Em 28/10/2009 15h58
Algo está errado.
Percebo tudo errado: a discussão, os fatos, as opiniões, as declarações das autoridades, etc. Confesso que temo chegar à conclusão que o errado sou eu. Talvez esteja no momento errado e no lugar errado e só espero não achar alguma bala errada.
Li há pouco: "O poder tende a corromper, o poder absoluto corrompe absolutamente" e do mesmo pensador: "Grandes homens quase sempre são homens maus", perdoem inserir esta divagação, para mim, lamentavelmente evidente e pertinente.
O fato do MST; da violência da derrubada dos pés de laranja; das verbas públicas; e da reforma agrária nunca são discutidos seriamente. São?
O que é, afinal, o MST? Por que existe?
O Código Penal e de Processo, Poderes constituídos e instituições servem para quê, o que fazem e se não fazem, por quê?
Verbas públicas podem ser distribuídas particularmente?
E a constitucional Reforma Agrária, por que não se cumpre e a realiza?
Tudo fica sempre resumido a segundas e veladas intenções e interesses; tudo é absorvido à política, ao alcance e manutenção do poder. E, não somente, no meio dos que vivem da e para a política direta e indiretamente; mas e pior, também do povo. Porém, será mesmo pior? Ou disto tudo é que surgirá o caminho, a luz, a verdade e a vida?
sds. barata's

Em Reforma agrária
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Em 28/10/2009 15h10
Serviço público e a violência.
A violência impregnada na vida do Rio está diretamente relacionada com a destruição do serviço público em todos os níveis: federal, estadual e municipal. Todavia, violência, não é privilégio do Rio nem esta destruição consciente resume-se aos estados federados. Nos municípios também, é ainda original. Estes, somente uns poucos, unidades, poderiam existir, ou seja, as grandes capitais; os demais, a maioria...infelizmente, ralos fétidos de recursos públicos, e, politicamente, nada mais que o Ensino Fundamental da Corrupção. Gostaria de estar equivocado, mas, não, lamentavelmente, não estou.
Qual a razão do Estado Moderno, do Estado Constitucional?
Nos três primeiros parágrafos da Constituição Federal a resposta expressa. O que neles se escreve somente com educação, saúde e segurança é possível realizar. Mas, como conseguir isto sem servidor público?
Hoje é 28 de outubro: dia do "servidor público". Todavia, pedir, implorar que o homem faça e promova o bem é antigo e não deu resultado nem dará e Cristo foi levado à Cruz por isto mesmo.O grave crime dele: "pregar o amor ao próximo". Somos um poço de vícios e virtudes com grande vantagem para os primeiros pelo prazer, ausência de dor, de sacrifício que transferimos para o próximo com egoísmo e vaidade primando pelo "parecer" que se sobrepõe ao "ser". Quem isto assevera é um antigo barnabé, de 1967 que, desiludido, deixou sua vida profissional em 2004, pensando muito em Lima Barreto e no personagem dele em: "Triste fim de Policarpo Quaresma". É, existem sim muitos, dezenas de milhares de utópicos e abnegados Policarpos no serviço público:
-a beira dos leitos de enfermos tão ou mais doentes do que os que atende e zela sem poder, por falta de recursos de toda ordem, minimizar a dor dos que padecem e o calvário se faz a dois;
-nas delegacias e quartéis, impróprios, desumanos e onde o vício prolifera e transforma pessoas em indivíduos, números insensíveis perante a convivência com a avassaladora violência que o Estado conduz com maestria via insegurança jurídica; e, a pior,
-nos redutos da educação, único lugar alheio à família onde seria possível domesticar o homem, fazê-lo perceber na virtude a perenização civilizada da espécie sem que a barbárie retorne. O que, sob certa ótica, talvez até fosse vantajoso, afastaria do homem a "desigualdade social", restando a tênue "desigualdade natural".
O nosso incipiente serviço público, democrático, independente, apolítico, profissional foi destruído (destruir sempre é mais fácil) e a trilha foi rápida: Collor, FHC e a pá de cal traidora de Lula instalando a corrupção: cooptando os "sindicalistas", desmoralizando o instituto do concurso público e aparelhando o Estado e seus apêndices com as, segundo ele mesmo, dezenas de milhares de aloprados! Passou a imperar a incompetência administrativa e a se privilegiar a lealdade partidária, "companheira", manutenção do "status quo", do poder em detrimento da lealdade ao interesse público, à lei e a ordem. Neste cenário qualquer apanágio, estímulo ou louvor aos servidores públicos são reles pregações de fé, cristã e até mesmo avocação do constitucional, legal; porém e infelizmente: desértica, inaudível, e não ecoará jamais junto a insensibilidade dos governantes, inebriados e preocupados, em demasia, alienados pela efemeridade e enfermidade do poder terreno, pois, julgam-se:
"deuses"


Com o egoísmo de cada um,
teríamos no mundo, caos profundo.
Para ter ordem na sociedade,
o poder é a única verdade.

Uns poucos é que o possuem,
dele, não abrem mão para ninguém.
São capazes de qualquer conflito,
não importa a dimensão do delito.

Com força, capital e política
são infalíveis personagens míticas.
Julgam-se deuses, julgam-se eternos,
em seus castelos vivem internos.

Sábios, vivem a posteridade,
são diferentes, são divindades.
Ao lado, gerações na miséria,
iludidas, tornam à matéria.-JRBarata"

Em Confronto no Rio
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Em 28/10/2009 14h26
(3-3)
desértica, inaudível, e não ecoará jamais junto a insensibilidade dos governantes, inebriados e preocupados, em demasia, alienados pela efemeridade e enfermidade do poder terreno, pois, julgam-se:
"deuses"

Com o egoísmo de cada um,
teríamos no mundo, caos profundo.
Para ter ordem na sociedade,
o poder é a única verdade.
Uns poucos é que o possuem,
dele, não abrem mão para ninguém.
São capazes de qualquer conflito,
não importa a dimensão do delito.
Com força, capital e política
são infalíveis personagens míticas.
Julgam-se deuses, julgam-se eternos,
em seus castelos vivem internos.
Sábios, vivem a posteridade,
são diferentes, são divindades.
Ao lado, gerações na miséria,
iludidas, tornam à matéria.-JRBarata"

Em Eleições 2010
135 opiniões
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Em 28/10/2009 14h25
(2-3)
-nas delegacias e quartéis, impróprios, desumanos e onde o vício prolifera e transforma pessoas em indivíduos, números insensíveis perante a convivência com a avassaladora violência que o Estado conduz com maestria via insegurança jurídica; e, a pior,
-nos redutos da educação, único lugar alheio à família onde seria possível domesticar o homem, fazê-lo perceber na virtude a perenização civilizada da espécie sem que a barbárie retorne. O que, sob certa ótica, talvez até fosse vantajoso, afastaria do homem a "desigualdade social", restando a tênue "desigualdade natural".
Bem, mas caminhando pelo ser e deixando para trás cogitações de ordem filosófica. O nosso incipiente serviço público, democrático, independente, apolítico, profissional foi destruído (destruir sempre é mais fácil) e a trilha foi rápida: Collor, FHC e a pá de cal traidora de Lula instalando a corrupção: cooptando os "sindicalistas", desmoralizando o instituto do concurso público e aparelhando o Estado e seus apêndices com as, segundo ele mesmo, dezenas de milhares de aloprados! Passou a imperar a incompetência administrativa e a se privilegiar a lealdade partidária, "companheira", manutenção do "status quo", do poder em detrimento da lealdade ao interesse público, à lei e a ordem. Neste cenário qualquer apanágio, estímulo ou louvor são reles pregações de fé, cristã e até mesmo avocação constitucional, legal; porém e infelizmente: (continua)

Em Eleições 2010
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Em 28/10/2009 14h24
28 de outubro! Sim, e dai?
(1-3)
Impossível discordar de concitações à felicidade social no dia do "servidor público". Todavia, pedir, implorar que o homem faça e promova o bem é antigo e não deu resultado nem dará e Cristo foi levado à Cruz por isto mesmo.O grave crime dele: "pregar o amor ao próximo". Somos um poço de vícios e virtudes com grande vantagem para os primeiros pelo prazer, ausência de dor, de sacrifício que transferimos para o próximo com egoísmo e vaidade primando pelo "parecer" que se sobrepõe ao "ser". Quem isto assevera é um antigo barnabé, de 1967 que, desiludido, deixou sua vida profissional em 2004, pensando muito em Lima Barreto e no personagem dele em: "Triste fim de Policarpo Quaresma". É, existem sim muitos, dezenas de milhares de utópicos e abnegados Policarpos no serviço público:
-a beira dos leitos de enfermos tão ou mais doentes do que os que atende e zela sem poder, por falta de recursos de toda ordem, minimizar a dor dos que padecem e o calvário se faz a dois; (continua)

Em Eleições 2010
111 opiniões
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Em 28/10/2009 14h22
Ilmº. Sr. Diretor do Senado,

Redução de gastos? Não percebo qualquer vantagem.Pelo contrário;fico preocupado ante esta enorme demonstração de despreparo. Desfaço logo aqui o pensamento maldoso de que prego o desperdício.Óbvio que não e nem considero esta argumentação tola. A autoridade, o agente político ou o servidor público ao declarar "economia de recursos" mostram que têm uma visão incorreta da função do Estado.
Estado não é uma empresa,não sobrevive do lucro do que produz.Estado é um ente que existe para aquilo que não interessa à economia ou que não deve estar no mercado, portanto, de outra natureza, com outra lógica e razão internas. Tem um orçamento (deveria ser impositivo) que deve estar ajustado a seus deveres legais:arrecada e gasta. Fora disto há algo de podre na tributação e distribuição dos recursos.
O Estado descuida-se de seus deveres constitucionais expressos (educação, saúde e segurança), não os cumpre e cuida zelosamente da economia e se vangloria de que está com muito "dinheiro" em caixa, que economiza e até empresta e doa.
Primeiro: o Estado é o setor improdutivo. Por segundo: administra a economia com o monopólio da moeda: emite e controla a circulação, na verdade, via extorsão.
Sr. Haroldo Tajra, o Senado da República não é um botequim ou casa de negócio, embora pareça. Se, com seu esforço, da Mesa, o Senado deixará de gastar 110 milhões em um ano, sinto lhe informar, mas: a Policia Federal precisa entrar no caso.
Atenciosamente,
sds, barata's

Em Senado
48 opiniões
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Em 28/10/2009 14h16
Viagens de Lula, Dilma e Serra.
Viajar na maionese é discutir esta estupenda bobagem. Creio que o interesse deles não é o efeito, conseqüência política das viagens, os possíveis votos amealhados. Seria considerar o eleitor um tolo. Será? Estas viagens são usadas para acordos, conchavos, articulações e relações perigosas e indecentes. O objetivo das acusações mútuas é insinuar a ilegalidade do outro e assim inibir o adversário. Quanta tolice se discute em política; o essencial, o importante fica sempre mascarado. A demagogia e o divisionismo são táticas políticas fundamentais.

Em Eleições 2010
48 opiniões
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Em 28/10/2009 11h15
vale a pena lembrar, só um pouco, porque: "Mas tudo é muito mau..."
Podres Poderes
Composição: Caetano Veloso
Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Somos uns boçais...
Queria querer gritar
Setecentas mil vezes
Mas tudo é muito mais...
Será, será, que será?
Que será, que será?
Será que esta
Minha estúpida retórica
Terá que soar
Terá que se ouvir
Por mais zil anos...
Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Índios e padres e bichas
Negros e mulheres
E adolescentes
Fazem o carnaval...
Queria querer cantar
Afinado com eles
Silenciar em respeito
Ao seu transe num êxtase
Ser indecente
Mas tudo é muito mau...
Ou então cada paisano
E cada capataz
Com sua burrice fará
Jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades
Caatingas e nos gerais...

Em Judiciário
71 opiniões
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Em 28/10/2009 09h49
Serra ou Aécio ?
No cenário político atual, Aécio deveria ter oportunidade. Serra já teve as dele e não foram poucas e pouco acrescentou. Precisamos conhecer um pouco mais de outros pretendentes.

Em Eleições 2010
11 opiniões
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Em 28/10/2009 09h12
Viagens!
Viajar na maionese é discutir esta estupenda bobagem. Creio que o interesse deles não é o efeito, conseqüência política das viagens, os possíveis votos amealhados. Seria considerar o eleitor um tolo. Será? Estas viagens são usadas para acordos, conchavos, articulações e relações perigosas e indecentes. O objetivo das acusações mútuas é insinuar a ilegalidade do outro e assim inibir o adversário. Quanta tolice se discute em política; o essencial, o importante fica sempre mascarado. A demagogia e o diversionismo são táticas fundamentais para manutenção ou alcance do poder.

Em Eleições 2010
24 opiniões
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Em 28/10/2009 09h07
Mestres e doutores garis!

O desemprego, "nunca na história deste país", apresentou índices tão baixos!
Onde está a verdade?

Em Confronto no Rio
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Em 28/10/2009 08h01
Ilmº. Sr. Diretor do Senado,

Redução de gastos? Não percebo qualquer vantagem.Pelo contrário;fico preocupado ante esta enorme demonstração de despreparo. Desfaço logo aqui o pensamento maldoso de que prego o desperdício.Óbvio que não e nem considero esta argumentação tola. A autoridade, o agente político ou o servidor público ao declarar "economia de recursos" mostram que têm uma visão incorreta da função do Estado.
Estado não é uma empresa,não sobrevive do lucro do que produz.Estado é um ente que existe para aquilo que não interessa à economia ou que não deve estar no mercado, portanto, de outra natureza, com outra lógica e razão internas. Tem um orçamento (deveria ser impositivo) que deve estar ajustado a seus deveres legais:arrecada e gasta. Fora disto há algo de podre na tributação e distribuição dos recursos.
O Estado descuida-se de seus deveres constitucionais expressos (educação, saúde e segurança), não os cumpre e cuida zelosamente da economia e se vangloria de que está com muito "dinheiro" em caixa, que economiza e até empresta e doa.
Primeiro: o Estado é o setor improdutivo. Por segundo: administra a economia com o monopólio da moeda: emite e controla a circulação, na verdade, via extorsão.
Sr. Haroldo Tajra, o Senado da República não é um botequim ou casa de negócio, embora pareça. Se, com seu esforço, da Mesa, o Senado deixará de gastar 110 milhões em um ano, sinto lhe informar, mas: a Policia Federal precisa entrar no caso.
Atenciosamente,
sds, barata's

Em Senado
48 opiniões
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Em 27/10/2009 19h56
Ilmº. Sr. Diretor do Senado,

Redução de gastos? Não percebo qualquer vantagem.Pelo contrário;fico preocupado ante esta enorme demonstração de despreparo. Desfaço logo aqui o pensamento maldoso de que prego o desperdício.Óbvio que não e nem invado esta argumentação tola. A autoridade, o agente político ou o servidor público ao declarar "economia de recursos" mostram que têm uma visão incorreta da função do Estado.
Estado não é uma empresa,não sobrevive do lucro do que produz.Estado é um ente que existe para aquilo que não interessa à economia ou que não deve estar no mercado, portanto, de outra natureza, com outra lógica e razão internas. Tem um orçamento (deveria ser impositivo) que deve estar ajustado a seus deveres legais:arrecada e gasta. Fora disto há algo de podre na tributação e distribuição dos recursos.
O Estado descuida-se de seus deveres constitucionais expressos (educação, saúde e segurança), não os cumpre e cuida zelosamente da economia e se vangloria de que está com muito "dinheiro" em caixa, que economiza e até empresta e doa.
Primeiro: o Estado é o setor improdutivo. Por segundo: administra a economia com o monopólio da moeda: emite e controla a circulação, na verdade, via extorsão.
Sr. Haroldo Tajra, o Senado da República não é um botequim ou casa de negócio, embora pareça. Se, com seu esforço, da Mesa, o Senado deixará de gastar 110 milhões em um ano,sinto lhe informar, mas:a Policia Federal precisa entrar no caso.
Atenciosamente,
sds,barata's.

Em Senado
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Em 27/10/2009 11h43
Rio, seu povo, as vítimas e a crueza do pensamento político.
Pensando no Rio e suas vítimas diárias de casos cada vez mais horripilantes; e, por outro, em um Estado leniente, covarde, aproveitador, despreparado e omisso, lembro um antigo trabalho meu, e copio:
1) "As coletividades, os grupos, as multidões não tem vontade. Pode falar-se, usando imagens literárias, em "alma nacional" , ou em "vontade do povo": de fato nunca existem senão as vontades individuais, embora se produzam fenômenos de inter psicologia que originam movimento uniforme das massas ou correntes dominantes de opinião - Marcelo Caetano";
2) "As massas sob o regime despótico só conhecem a dependência, a submissão, a sujeição; a obediência passiva satisfaz a sua filosofia política; carecem da força e da resistência contra o que elas julgam o inevitável, deixam-se adormecer na apatia";
3) " Para o homem não inteligente é muda a experiência, que aproveita ao ser inteligente, dotado da força moral para seguir as suas lições...O poder público recorre ao Direito porque nele descobre o seu próprio interesse bem entendido" Rudolf von Jhering
sds. barata's, indignadas e tristes.

Em Confronto no Rio
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Em 27/10/2009 11h04
Dilma x Lina: a verdade.
Insisto. Isto não é política, é bate-boca de comadres e o mais incrível é perceber que a assistência gosta e participa incentivando o espetáculo grotesco que denigre o governo cujo Presidente, chefe das duas, se omite agredindo a legalidade, para não citar a moralidade. E o Congresso, manietado por suas próprias condutas imorais, quando não ilegais, também deixa de cumprir seu dever constitucional.
Quando as duas escondem fatos ou os relatam pela metade ou de modo pouco convincente não é despropositado imaginar que há algo que as duas não interessa revelar e jamais o farão.
Em lógica formal existem quatro estados da mente em face da verdade:ignorância (ausência de conhecimento),dúvida (possível), opinião (provável) e certeza (evidente e necessário). Mas, verdade, é uma palavra mágica, ilude, tem muitas cores, a cor que cada um quer,interessa ver.Para não enveredar por cogitações filosóficas ou de fé, uma vertente de origem nos pensadores pode ser aceita de modo amplo: uma relação perfeita entre a estrutura das sentenças e as ocorrências às quais as sentenças se referem.
Ora,usar as palavras com consciente hipocrisia, sem compromisso com a verdade, sem pretender fazer delas fatos; é deixar o povo sempre no estágio do possível; afastar o provável;assim, impedir a formação de corrente opinião,o consenso e a certeza.Tornar as discussões passionais, emotivas, desequilibradas, inúteis.É fazer do povo gado tangido pelo estalar do chicote da dúvida.

Em Dilma Rousseff
148 opiniões
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Em 26/10/2009 15h43
"Agora, ato criminoso praticado por qualquer pessoa deve ser tratado como crime", disse Mendes no Congresso Nacional de Direito Agrário, em São Paulo".
Presidente do Supremo Tribunal Federal!
Declaração valiosíssima: quem comete ato criminoso é um criminoso e deve ser tratado como tal!
Parabéns excelência pela profundidade tautológica. Para quem fala com alguma coisa na boca o tamanho está sob medida.
Aliás, em matéria de presidentes estamos bem servidos, prato cheio!
Lula, Gilmar, Sarney!
É de Temer!

Em Reforma agrária
372 opiniões
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Em 26/10/2009 15h31
Lavinas, tens integral razão, é isto sim e muito mais.

Em Confronto no Rio
96 opiniões
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Em 26/10/2009 15h27
José roberto macedo junior, devo concordar em tudo em face meu contato direto com alguns. Aproveitadores e oportunistas usando carentes e ignorantes, aliás...bem, deixa pra lá.

Em Reforma agrária
235 opiniões
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Em 26/10/2009 11h06
Ministério público, grave omissão.
Há um aspecto no noticiário que me incomoda fortemente. As graves acusações sem conseqüências, sequer mínimas. O caso do clã Sarney é emblemático embora qualquer um de nós pudesse citar vários. A cada dia um novo escândalo, um novo caso de corrupção e nada: nem confirmando, nem desmentindo. No mais das vezes, pela evidência dos fatos, desnecessário. E o que mais espanta é a falta de conseqüências jurídicas esparramando um sentimento de insegurança jurídica de alto teor destrutivo dos valores morais que forjam e aglutinam a sociedade tornando-a violenta e desrespeitosa entre seus cidadãos e entre estes e o Estado.
Há uma Instituição que, pela omissão e/ou leniência, falha terrivelmente. É ela, o Ministério Público, com expressa sustentação na Constituição Federal, Art. 127: "é instituição permanente , essencial a função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.".
Ministério público, afinal, quem é Sarney?
Santo ou demônio?
Será que a história somente irá legar a dúvida para nossos descendentes? Ou a que a Fundação dele preparar?
A quem interessa a dúvida?

Em Senado
211 opiniões
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Termos e condições

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