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Brasil
25/02/2008 - 08h27

Alckmin quer decisão sobre São Paulo até fim de março

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CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo

Para desespero dos que temem a deflagração de duas candidaturas no campo PSDB-DEM --leia-se governador José Serra-- o ex-governador Geraldo Alckmin já trabalha internamente para que o partido anuncie sua decisão sobre São Paulo até o fim de março. Em reuniões com tucanos, Alckmin afirma que não há necessidade de definição em fevereiro. Mas argumenta:

"Não se deve deixar as coisas para última hora. Não se deve improvisar. É importante que nos próximos 30, 40 dias a gente acelere esse debate", discursou Alckmin, numa reunião na Zona Leste da cidade.

Sem liberdade para costura de alianças até a oficialização de sua candidatura, Alckmin insiste para que "não se deixe [a decisão] para junho".

Ele evita se declarar candidato. Mas diz estar animado com o partido --o ex-governador enaltece o papel do prefeito e dá a senha:

"Não há nada que realize mais o ser humano do que se sentir útil aos semelhantes".

Segundo alckmistas, o ex-governador depende da consolidação da candidatura para ter maior mobilidade para planejamento da campanha.

Na semana passada, porém, Serra disse que ainda é cedo para definir o quadro eleitoral.

Lembrando que o prazo final é junho, o secretário municipal de Esportes, o tucano Walter Feldman, tem sugerido que a decisão fique para depois.

"Tem de ser maio, na pior das hipóteses. Junho, na melhor. O Geraldo (Alckmin) não tem por que ficar na chuva por dois meses", argumentou.

Nas reuniões partidárias, Alckmin prega a importância da candidatura à prefeitura. Ontem, após assistir a uma missa no Itaim Paulista e participar de uma reunião na associação comercial de São Miguel Paulista, ele voltou a classificar como natural o lançamento de candidato por um partido com "os quadros do PSDB".

Mais do que a pavimentação para 2010, diz Alckmin, "a eleição de 2008 é importante em si própria". "É o governo mais perto da população. O governo da cidade é o que mais poderá fazer para melhorar a vida dos cidadãos".

Negando que tenha defendido a saída dos tucanos da prefeitura, Alckmin não quis comentar o documento encaminhado pela bancada dos vereadores do PSDB à executiva municipal do partido. Na nota, cujo teor não foi divulgado, a bancada defende a manutenção da aliança PSDB-DEM e solicita que a proposta seja submetida ao diretório municipal.

"Não li o documento. Ainda não o entendi", disse Alckmin, repetindo que também é favorável à aliança.

Mas ressalta: "Aliança pode ser feita no primeiro turno. É o que, se depender de nós, vamos trabalhar para fazer. Ou no segundo turno".

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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