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Brasil
23/07/2008 - 21h16

Candidatas da oposição à Prefeitura de Porto Alegre atacam Yeda Crusius no RS

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da Agência Folha, em Porto Alegre

Candidatas da oposição à Prefeitura de Porto Alegre criticaram as declarações da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), que responsabilizou seus antecessores no cargo pelos problemas de corrupção no Detran.

Ontem a tucana afirmou que relatos de desvios no órgão existem desde 1997. Neste período, o Estado foi governado por Antônio Britto (então no PMDB), Olívio Dutra (PT) e Germano Rigotto (PMDB).

"A governadora Yeda Crusius sempre foge das suas responsabilidades no que trata de improbidade administrativa no governo", disse Maria do Rosário, candidata do PT.

Em novembro do ano passado, a PF deflagrou a Operação Rodin, que prendeu 13 pessoas e desmontou esquema de superfaturamento nos preços da carteira de motorista que teria desviado R$ 44 milhões. O escândalo de corrupção provocou a queda de quatro integrantes do primeiro escalão de Yeda.

A candidata Manuela D'Ávila (PC do B), que tem o apoio do PPS (atual partido de Antônio Britto), reagiu com ironia às declarações de Yeda e criticou a demora do governo em tomar uma posição diante dos problemas de corrupção.

"A governadora levou praticamente um ano e meio de gestão para ter uma carta de compromisso com a ética, que deveria ser um princípio, não uma bandeira", afirmou.

Aliado de Yeda no plano estadual, o prefeito José Fogaça (PMDB), que disputa a reeleição, afirmou que o caso Detran não deve entrar na pauta eleitoral e evitou polemizar.

"A questão do Detran está na Justiça. Qualquer coisa que se diga fora disso é meramente político. Tanto a governadora quanto o ex-governador [Rigotto] são pessoas sérias."

O tucano Nelson Marchezan Júnior disse que sob o governo Yeda diminuíram os repasses às fundações responsáveis por avaliar candidatos a motorista --foco do esquema de corrupção, segundo a PF.

"Hoje nós temos o menor percentual repassados a essas fundações e a carteira de motorista mais barata da história do Rio Grande do Sul."

Os candidatos à Prefeitura de Porto Alegre participaram hoje de um debate organizado pela Federasul (Federação das Associações Comerciais do RS). O assunto mais discutido foi segurança. O tema da corrupção foi levantado apenas por Luciana Genro (PSOL).

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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