22/06/2004
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00h04
O ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, admitiu que a votação da medida provisória do salário mínimo pela Câmara pode ficar para o início de julho. Tudo dependerá de uma avaliação que o presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), fará amanhã, às 11h, com líderes dos partidos governistas e de oposição.
Com o falecimento do ex-governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, a sessão desta terça-feira será transformada em um ato de homenagem ao político. Quarta-feira, véspera de São João, é considerado "um dia complicado" para se votar a MP do salário mínimo.
Eduardo Campos lembrou ainda que também deve haver problemas na próxima semana no Congresso Nacional devido ao calendário oficial para as eleições municipais de outubro.
"É um problema de ordem geral dos partidos da base e da oposição, que tratam do calendário das convenções partidárias. Os últimos dias são segunda, terça e quarta-feira. Então, é um complicador que o presidente da Câmara vai ter que decidir, o que pode levar a votação para o início do mês seguinte", afirmou.
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Votação do mínimo pode ficar para o início de julho
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da Folha OnlineO ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, admitiu que a votação da medida provisória do salário mínimo pela Câmara pode ficar para o início de julho. Tudo dependerá de uma avaliação que o presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), fará amanhã, às 11h, com líderes dos partidos governistas e de oposição.
Com o falecimento do ex-governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, a sessão desta terça-feira será transformada em um ato de homenagem ao político. Quarta-feira, véspera de São João, é considerado "um dia complicado" para se votar a MP do salário mínimo.
Eduardo Campos lembrou ainda que também deve haver problemas na próxima semana no Congresso Nacional devido ao calendário oficial para as eleições municipais de outubro.
"É um problema de ordem geral dos partidos da base e da oposição, que tratam do calendário das convenções partidárias. Os últimos dias são segunda, terça e quarta-feira. Então, é um complicador que o presidente da Câmara vai ter que decidir, o que pode levar a votação para o início do mês seguinte", afirmou.
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