22/06/2004
-
11h55
da Folha Online, no Rio
A governador do Rio, Rosinha Matheus (PMDB), esteve no velório do ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, 82. Emocionada, Rosinha disse que tentava formar uma aliança nacional entre PMDB e PDT para as eleições municipais.
A governadora disse que no último domingo, acompanhada de seu marido, o secretário da Segurança Pública do Rio, Anthony Garotinho, encontrou com Brizola em seu apartamento. O ex-governador, líder do PDT, recebeu o casal deitado na cama, em seu quarto, onde tomava soro. Nesta terça, eles iriam conversar sobre a possível coligação.
"Ele morreu fazendo o que gostava: política", disse Rosinha. A governadora afirmou que ela e Garotinho tiveram divergências políticas com Brizola, mas que a amizade entre eles não foi abalada.
"Em toda nossa vida ele [Brizola] foi uma pessoa muito presente. Tivemos 18 anos de PDT e as divergências políticas que ocorreram não puderam abalar nossa amizade pessoal", disse.
Rosinha disse ainda que Brizola foi um homem nacionalista, "que não entregou os pontos em momento algum em relação a seus ideais".
Leia mais
Saiba quem foi Leonel Brizola
Lula decreta luto oficial de três dias após morte de Brizola
Veja a repercussão da morte de Brizola
Especial
Arquivo: veja o que já foi publicado sobre o ex-governador Leonel Brizola
Veja o especial sobre Leonel Brizola
Rosinha diz que tentava aliança entre PMDB e PDT
Publicidade
ANA PAULA GRABOISda Folha Online, no Rio
A governador do Rio, Rosinha Matheus (PMDB), esteve no velório do ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, 82. Emocionada, Rosinha disse que tentava formar uma aliança nacional entre PMDB e PDT para as eleições municipais.
A governadora disse que no último domingo, acompanhada de seu marido, o secretário da Segurança Pública do Rio, Anthony Garotinho, encontrou com Brizola em seu apartamento. O ex-governador, líder do PDT, recebeu o casal deitado na cama, em seu quarto, onde tomava soro. Nesta terça, eles iriam conversar sobre a possível coligação.
"Ele morreu fazendo o que gostava: política", disse Rosinha. A governadora afirmou que ela e Garotinho tiveram divergências políticas com Brizola, mas que a amizade entre eles não foi abalada.
"Em toda nossa vida ele [Brizola] foi uma pessoa muito presente. Tivemos 18 anos de PDT e as divergências políticas que ocorreram não puderam abalar nossa amizade pessoal", disse.
Rosinha disse ainda que Brizola foi um homem nacionalista, "que não entregou os pontos em momento algum em relação a seus ideais".
Leia mais
Especial

