05/09/2004
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05h58
Até o fim da campanha, Rafael Marcos dos Santos, 19, arrumou emprego inusitado. É segurança de faixas do candidato a vereador Carlos Apolinário (PDT) na ponte da Casa Verde, zona norte de São Paulo.
Santos trabalha 12 horas por dia, das 3h às 15h, sem folgas. O rapaz diz ter medo dos grupos de torcidas organizadas que "ameaçam roubar as faixas". "Eu ganho, no máximo, R$ 15 por dia. Fico aqui nessa casinha."
A "casinha" é um alicerce que fica em um dos lados da ponte.
O candidato costuma virar a faixa de ponta-cabeça. "Ele diz que é para chamar atenção mesmo."
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da Folha de S.PauloAté o fim da campanha, Rafael Marcos dos Santos, 19, arrumou emprego inusitado. É segurança de faixas do candidato a vereador Carlos Apolinário (PDT) na ponte da Casa Verde, zona norte de São Paulo.
Santos trabalha 12 horas por dia, das 3h às 15h, sem folgas. O rapaz diz ter medo dos grupos de torcidas organizadas que "ameaçam roubar as faixas". "Eu ganho, no máximo, R$ 15 por dia. Fico aqui nessa casinha."
A "casinha" é um alicerce que fica em um dos lados da ponte.
O candidato costuma virar a faixa de ponta-cabeça. "Ele diz que é para chamar atenção mesmo."
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