27/11/2004
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09h26
Os dois agentes da Polícia Federal que prenderam em flagrante o publicitário Duda Mendonça em uma briga de galos no dia 21 de outubro foram transferidos para o interior do Estado do Rio.
Luiz Amado e Marcelo Guimarães souberam na quarta-feira que passarão a trabalhar nas sedes da PF em Campos (a 280 km do Rio) e Macaé (a 180 km). Não há prazo para eles voltarem.
A transferência, decidida, segundo a assessoria da corporação, pela Superintendência da PF, surpreendeu os agentes. Ao saber da notícia, Amado sofreu uma crise de hipertensão, rolou uma escadaria e fraturou um braço.
Em duas semanas, Amado e Guimarães prestariam depoimentos na 26ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça sobre a participação na briga de galos do marqueteiro do presidente Lula e da prefeita Marta Suplicy (PT), derrotada em São Paulo. Os depoimentos deverão ser adiados.
Ontem, o delegado Antônio Carlos Rayol, chefe da Delegacia de Repressão aos Crimes contra o Meio Ambiente, disse à Folha estar contrariado com a transferência dos agentes mais experientes sob o seu comando. Ele não foi comunicado antes da decisão.
Os agentes, que assinaram o auto da prisão em flagrante, são as principais testemunhas do inquérito. O Sindicato dos Policiais Federais do Rio divulgou nota protestando.
Especial
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PF transfere agentes que prenderam Duda Mendonça
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da Folha de S.Paulo, no RioOs dois agentes da Polícia Federal que prenderam em flagrante o publicitário Duda Mendonça em uma briga de galos no dia 21 de outubro foram transferidos para o interior do Estado do Rio.
Luiz Amado e Marcelo Guimarães souberam na quarta-feira que passarão a trabalhar nas sedes da PF em Campos (a 280 km do Rio) e Macaé (a 180 km). Não há prazo para eles voltarem.
A transferência, decidida, segundo a assessoria da corporação, pela Superintendência da PF, surpreendeu os agentes. Ao saber da notícia, Amado sofreu uma crise de hipertensão, rolou uma escadaria e fraturou um braço.
Em duas semanas, Amado e Guimarães prestariam depoimentos na 26ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça sobre a participação na briga de galos do marqueteiro do presidente Lula e da prefeita Marta Suplicy (PT), derrotada em São Paulo. Os depoimentos deverão ser adiados.
Ontem, o delegado Antônio Carlos Rayol, chefe da Delegacia de Repressão aos Crimes contra o Meio Ambiente, disse à Folha estar contrariado com a transferência dos agentes mais experientes sob o seu comando. Ele não foi comunicado antes da decisão.
Os agentes, que assinaram o auto da prisão em flagrante, são as principais testemunhas do inquérito. O Sindicato dos Policiais Federais do Rio divulgou nota protestando.
Especial

