12/03/2005
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18h25
A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) teria em seus arquivos uma pasta com informações referentes a um suposto envio de US$ 5 milhões das Farc, a guerrilha colombiana, para campanhas eleitorais do PT em 2002.
A informação é da revista "Veja" desta semana, na reportagem intitulada "Tentáculos das Farc no Brasil". No entanto, a matéria diz não ter conseguido provas documentais sobre o assunto durante as cinco semanas de apuração.
De acordo com a revista, um agente da Abin preparou os relatórios. Ele teria participado de uma reunião entre simpatizantes das Farc, petistas e sindicalistas, e um representante da guerrilha no Brasil em abril de 2002, na chácara de um sindicalista, localizada a 40 km de Brasília.
A reportagem afirma que o representante da guerrilha era o padre colombiano Olivério Medina, que teria afirmado que o dinheiro a ser remetido para o Brasil seria repassado a 300 empresários, que, por sua vez, repassariam os recursos para campanhas eleitorais petistas. O padre negou a ajuda.
O sindicalista Antônio Francisco do Carmo, dono da chácara, confirmou o encontro, mas disse que seu objetivo era somente de prestar solidariedade às Farc.
O PT divulgou hoje uma nota de repúdio à reportagem. Assinada pelo presidente nacional do partido, José Genoino, a nota qualifica de irresponsável a reportagem, por estampar na capa um ataque à honra do partido sem provas consistentes.
Especial
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Revista sugere ligação do PT com as Farc
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da Folha OnlineA Abin (Agência Brasileira de Inteligência) teria em seus arquivos uma pasta com informações referentes a um suposto envio de US$ 5 milhões das Farc, a guerrilha colombiana, para campanhas eleitorais do PT em 2002.
A informação é da revista "Veja" desta semana, na reportagem intitulada "Tentáculos das Farc no Brasil". No entanto, a matéria diz não ter conseguido provas documentais sobre o assunto durante as cinco semanas de apuração.
De acordo com a revista, um agente da Abin preparou os relatórios. Ele teria participado de uma reunião entre simpatizantes das Farc, petistas e sindicalistas, e um representante da guerrilha no Brasil em abril de 2002, na chácara de um sindicalista, localizada a 40 km de Brasília.
A reportagem afirma que o representante da guerrilha era o padre colombiano Olivério Medina, que teria afirmado que o dinheiro a ser remetido para o Brasil seria repassado a 300 empresários, que, por sua vez, repassariam os recursos para campanhas eleitorais petistas. O padre negou a ajuda.
O sindicalista Antônio Francisco do Carmo, dono da chácara, confirmou o encontro, mas disse que seu objetivo era somente de prestar solidariedade às Farc.
O PT divulgou hoje uma nota de repúdio à reportagem. Assinada pelo presidente nacional do partido, José Genoino, a nota qualifica de irresponsável a reportagem, por estampar na capa um ataque à honra do partido sem provas consistentes.
Especial

