11/08/2005
-
15h03
da Folha Online, em Brasília
O prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (PFL), disse que "é chegada a hora" de abrir um processo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode acarretar inclusive o impeachment.
Maia, que veio a Brasília para participar de uma reunião da Executiva de seu partido, disse: "é necessário que se inicie o julgamento do presidente. O presidente está completamente envolvido porque sua campanha envolve dinheiro lavado no exterior. É inevitável que se inicie uma avaliação desse quadro com vistas ao impedimento do presidente. Não podemos dar um jeitinho nas instituições".
Maia ainda defendeu que o processo seja aberto pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e não por um partido em específico, à semelhança do impeachment do ex-presidente Fernando Collor.
E, numa conversa com o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), o prefeito acrescentou: "o governo acabou".
Leia mais
Duda diz que recebeu dinheiro vivo porque não tinha "poder de decisão"
Sócia de Duda diz que Valério pediu abertura de conta no exterior
Especial
Leia a cobertura completa sobre o caso do "mensalão"
Maia afirma que está "na hora" de abrir um processo contra presidente
Publicidade
FELIPE RECONDOda Folha Online, em Brasília
O prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (PFL), disse que "é chegada a hora" de abrir um processo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode acarretar inclusive o impeachment.
Maia, que veio a Brasília para participar de uma reunião da Executiva de seu partido, disse: "é necessário que se inicie o julgamento do presidente. O presidente está completamente envolvido porque sua campanha envolve dinheiro lavado no exterior. É inevitável que se inicie uma avaliação desse quadro com vistas ao impedimento do presidente. Não podemos dar um jeitinho nas instituições".
Maia ainda defendeu que o processo seja aberto pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e não por um partido em específico, à semelhança do impeachment do ex-presidente Fernando Collor.
E, numa conversa com o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), o prefeito acrescentou: "o governo acabou".
Leia mais
Especial


