09/11/2005
-
11h26
A CPI do Mensalão ouve nesta manhã o ex-ministro dos Transportes no governo Lula, Anderson Adauto, que deve prestar esclarecimentos sobre a acusação de que recebeu R$ 2 milhões do chamado "valerioduto".
O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza divulgou nota reafirmando que ex-ministro dos Transportes e seu irmão, Edson Pereira de Almeida, receberam R$ 1 milhão em repasses entre junho de 2003 e janeiro de 2004.
Em outro depoimento, o assessor do ex-ministro dos Transportes, José Luiz Alves, afirmou, em depoimento à CPI do Mensalão, que foi o próprio Adauto que o mandou ir ao Banco Rural receber dinheiro das contas do empresário Marcos Valério Fernandes. Alves também depõe hoje, mas desta vez para uma sub-relatoria da CPI dos Correios. Na lista fornecida por Marcos Valério, o ex-assessor teria sacado cerca de R$ 1 milhão.
O ex-ministro já admitiu que recebeu R$ 150 mil, que disse ter sido uma ajuda que pediu a Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, para pagar dívidas da sua campanha a deputado federal em 2002.
À tarde, a partir das 17h, a comissão ouve o ex-secretário de Finanças e atual secretário de Assuntos Internacionais do PT do Rio Grande do Sul, Marcelino Pires. O PT gaúcho recebeu R$ 1,05 milhão da empresa SMPB, do empresário Marcos Valério.
Com Agência Brasil
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a CPI do Mensalão
Leia a cobertura completa sobre a crise em Brasília
Integrantes da CPI do Mensalão ouvem ex-ministro Anderson Adauto
Publicidade
da Folha OnlineA CPI do Mensalão ouve nesta manhã o ex-ministro dos Transportes no governo Lula, Anderson Adauto, que deve prestar esclarecimentos sobre a acusação de que recebeu R$ 2 milhões do chamado "valerioduto".
O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza divulgou nota reafirmando que ex-ministro dos Transportes e seu irmão, Edson Pereira de Almeida, receberam R$ 1 milhão em repasses entre junho de 2003 e janeiro de 2004.
Em outro depoimento, o assessor do ex-ministro dos Transportes, José Luiz Alves, afirmou, em depoimento à CPI do Mensalão, que foi o próprio Adauto que o mandou ir ao Banco Rural receber dinheiro das contas do empresário Marcos Valério Fernandes. Alves também depõe hoje, mas desta vez para uma sub-relatoria da CPI dos Correios. Na lista fornecida por Marcos Valério, o ex-assessor teria sacado cerca de R$ 1 milhão.
O ex-ministro já admitiu que recebeu R$ 150 mil, que disse ter sido uma ajuda que pediu a Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, para pagar dívidas da sua campanha a deputado federal em 2002.
À tarde, a partir das 17h, a comissão ouve o ex-secretário de Finanças e atual secretário de Assuntos Internacionais do PT do Rio Grande do Sul, Marcelino Pires. O PT gaúcho recebeu R$ 1,05 milhão da empresa SMPB, do empresário Marcos Valério.
Com Agência Brasil
Especial

