04/08/2006
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20h08
A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira 23 pessoas suspeitas de envolvimento em esquema da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia para desvio de recursos públicos e influência indevida sobre o Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e Poder Executivo do Estado.
Entre os presos estão o presidente do TJ (Tribunal de Justiça) de Rondônia, desembargador Sebastião Teixeira Chaves, e o presidente da Assembléia Legislativa, deputado José Carlos de Oliveira.
A polícia informou que o grupo já desviou R$ 70 milhões. Também foram presos o juiz José Jorge Ribeiro da Luz, o conselheiro do Tribunal de Contas Edilson de Souza Silva, o procurador de Justiça José Carlos Vitachi, o diretor geral da Assembléia Legislativa, José Ronaldo Palitot, servidores, assessores e familiares de deputados.
Segundo a polícia, a Assembléia Legislativa fazia contratos com base em licitações "viciadas e fraudulentas".
Os recursos públicos eram desviados para pagamentos de serviços, compras e obras supostamente superfaturadas. A polícia informou que, em alguns casos, objetos de contratos nem eram entregues e serviços não eram feitos.
As informações coletadas pela PF durante as investigações foram enviadas ao TJ (Tribunal de Justiça) do Estado de Rondônia e ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).
A polícia também vai abrir nova investigação sobre a participação de desembargadores e conselheiros do Tribunal de Contas no suposto esquema. Ao menos 300 policiais de Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso, Acre e Rondônia trabalharam na Operação Dominó.
Nove dos presos foram transferidos para a Superintendência da PF em Brasília. Os outros ficaram em Rondônia.
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da Folha OnlineA Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira 23 pessoas suspeitas de envolvimento em esquema da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia para desvio de recursos públicos e influência indevida sobre o Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e Poder Executivo do Estado.
Entre os presos estão o presidente do TJ (Tribunal de Justiça) de Rondônia, desembargador Sebastião Teixeira Chaves, e o presidente da Assembléia Legislativa, deputado José Carlos de Oliveira.
A polícia informou que o grupo já desviou R$ 70 milhões. Também foram presos o juiz José Jorge Ribeiro da Luz, o conselheiro do Tribunal de Contas Edilson de Souza Silva, o procurador de Justiça José Carlos Vitachi, o diretor geral da Assembléia Legislativa, José Ronaldo Palitot, servidores, assessores e familiares de deputados.
Segundo a polícia, a Assembléia Legislativa fazia contratos com base em licitações "viciadas e fraudulentas".
Os recursos públicos eram desviados para pagamentos de serviços, compras e obras supostamente superfaturadas. A polícia informou que, em alguns casos, objetos de contratos nem eram entregues e serviços não eram feitos.
As informações coletadas pela PF durante as investigações foram enviadas ao TJ (Tribunal de Justiça) do Estado de Rondônia e ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).
A polícia também vai abrir nova investigação sobre a participação de desembargadores e conselheiros do Tribunal de Contas no suposto esquema. Ao menos 300 policiais de Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso, Acre e Rondônia trabalharam na Operação Dominó.
Nove dos presos foram transferidos para a Superintendência da PF em Brasília. Os outros ficaram em Rondônia.
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