29/10/2006
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12h19
da Folha Online, em Porto Alegre
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou neste domingo que o acordo alcançado ontem pela Petrobras nas negociações com o governo da Bolívia --sobre a manutenção das operações da estatal brasileira no país vizinho-- mostra que foi acertada a estratégia adotada pelo governo brasileiro no episódio.
Fazendo referências às críticas constantes da oposição à postura brasileira nas negociações, Dilma disse que as cobranças deste setor para que o Brasil assumisse uma postura "mais violenta" em relação ao país vizinho só podem ser explicadas pelo clima eleitoral.
"Imagino que [as críticas] sejam por razões eleitorais, porque por razões geopolíticas, estas estratégias de confrontação já mostraram que não dão em nada", disse. A ministra chegou a citar como exemplo a situação vivida hoje no Iraque, lembrando que lá também a questão é o petróleo.
Representantes da Petrobras e do governo brasileiro anunciaram ontem que a estatal continuará a explorar as reservas de gás de San Alberto e San Antonio, os principais campos de produção do país vizinho, com garantias para o retorno do investimento feito, mas ainda sem um acordo a respeito do preço do gás.
Dilma, que foi ministra de Minas e Energias antes de assumir a Casa Civil, parabenizou a Petrobras pela "negociação bastante firme" que, segundo ela, obteve como resultado "as garantias necessárias para que uma empresa do porte da Petrobras faça investimentos vultosos e seja remunerada por eles".
A ministra participou de café da manhã com o candidato ao governo do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, e diversas lideranças do PT gaúcho, em hotel no centro de Porto Alegre. Em seguida, votou em um colégio na zona sul da capital gaúcha.
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Para Dilma, acordo com a Bolívia prova acerto do governo Lula
CRISTINA CHARÃOda Folha Online, em Porto Alegre
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou neste domingo que o acordo alcançado ontem pela Petrobras nas negociações com o governo da Bolívia --sobre a manutenção das operações da estatal brasileira no país vizinho-- mostra que foi acertada a estratégia adotada pelo governo brasileiro no episódio.
Fazendo referências às críticas constantes da oposição à postura brasileira nas negociações, Dilma disse que as cobranças deste setor para que o Brasil assumisse uma postura "mais violenta" em relação ao país vizinho só podem ser explicadas pelo clima eleitoral.
"Imagino que [as críticas] sejam por razões eleitorais, porque por razões geopolíticas, estas estratégias de confrontação já mostraram que não dão em nada", disse. A ministra chegou a citar como exemplo a situação vivida hoje no Iraque, lembrando que lá também a questão é o petróleo.
Representantes da Petrobras e do governo brasileiro anunciaram ontem que a estatal continuará a explorar as reservas de gás de San Alberto e San Antonio, os principais campos de produção do país vizinho, com garantias para o retorno do investimento feito, mas ainda sem um acordo a respeito do preço do gás.
Dilma, que foi ministra de Minas e Energias antes de assumir a Casa Civil, parabenizou a Petrobras pela "negociação bastante firme" que, segundo ela, obteve como resultado "as garantias necessárias para que uma empresa do porte da Petrobras faça investimentos vultosos e seja remunerada por eles".
A ministra participou de café da manhã com o candidato ao governo do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, e diversas lideranças do PT gaúcho, em hotel no centro de Porto Alegre. Em seguida, votou em um colégio na zona sul da capital gaúcha.
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