26/05/2007
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16h35
da Folha Online, em Brasília
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes analisará ainda hoje o pedido de habeas corpus impetrado pelos advogados do dono da empresa Gautama, Zuleido Soares de Barros Veras, e dos diretores da empresa Maria de Fátima Palmeira e Vicente Vasconcelos. Mendes determinou até agora a liberação de outros cinco presos durante a Operação Navalha --que desarticulou uma suposta quadrilha que fraudava licitações para realização de obras públicas.
A ministra do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Eliana Calmon pode ouvir hoje sete suspeitos de participar do esquema de fraude de licitações e pagamento de propina a políticos e funcionários públicos.
Pela manhã, Fátima prestou depoimento por quatro horas, depois de falar por outras quatro na sexta-feira. O dono da Gautama se recusou a prestar depoimento. Eliana ouve agora o irmão de Zuleido, Dimas Soares de Veras.
Além de Veras, foram chamados a depor o filho de Zuleido, Rodolpho de Albuquerque Soares de Veras, a funcionária Tereza Freire Lima,o administrador Henrique Garcia, os diretores da Gautama Abelardo Sampaio Lopes Filho e Gil Jacó Carvalho Santos e o empregado da Gautama no Piauí João Manuel Soares, que chegou a entrar na sala para prestar depoimento mas só falará depois de Veras.
Outro lado
A advogada da Gautama, Sônia Rao, declarou hoje que a manutenção da prisão de Fátima "é uma injustiça".
"Não há nenhum motivo e nenhum pressuposto para a prisão preventiva. Acredito que a ministra vai soltá-la depois do depoimento do Zuleido", disse a advogada. Ela não quis comentar o depoimento porque o inquérito corre em segredo de Justiça.
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Ministro do STF analisa pedido de habeas corpus de dono da Gautama
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LORENNA RODRIGUESda Folha Online, em Brasília
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes analisará ainda hoje o pedido de habeas corpus impetrado pelos advogados do dono da empresa Gautama, Zuleido Soares de Barros Veras, e dos diretores da empresa Maria de Fátima Palmeira e Vicente Vasconcelos. Mendes determinou até agora a liberação de outros cinco presos durante a Operação Navalha --que desarticulou uma suposta quadrilha que fraudava licitações para realização de obras públicas.
A ministra do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Eliana Calmon pode ouvir hoje sete suspeitos de participar do esquema de fraude de licitações e pagamento de propina a políticos e funcionários públicos.
Pela manhã, Fátima prestou depoimento por quatro horas, depois de falar por outras quatro na sexta-feira. O dono da Gautama se recusou a prestar depoimento. Eliana ouve agora o irmão de Zuleido, Dimas Soares de Veras.
Além de Veras, foram chamados a depor o filho de Zuleido, Rodolpho de Albuquerque Soares de Veras, a funcionária Tereza Freire Lima,o administrador Henrique Garcia, os diretores da Gautama Abelardo Sampaio Lopes Filho e Gil Jacó Carvalho Santos e o empregado da Gautama no Piauí João Manuel Soares, que chegou a entrar na sala para prestar depoimento mas só falará depois de Veras.
Outro lado
A advogada da Gautama, Sônia Rao, declarou hoje que a manutenção da prisão de Fátima "é uma injustiça".
"Não há nenhum motivo e nenhum pressuposto para a prisão preventiva. Acredito que a ministra vai soltá-la depois do depoimento do Zuleido", disse a advogada. Ela não quis comentar o depoimento porque o inquérito corre em segredo de Justiça.
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