12/09/2005
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17h11
Os auditores fiscais da Receita Federal marcaram uma nova paralisação de 48 horas para esta semana. A paralisação começa amanhã e termina na quarta-feira.
Este protesto dá continuidade ao movimento iniciado na semana passada pela categoria, que questiona a criação da Secretaria da Receita do Brasil (a "Super-Receita"), que une a Receita Federal (Ministério da Fazenda) e a Secretaria da Receita Previdenciária (Previdência Social).
Os auditores querem chamar a atenção para pontos como o compartilhamento de suas atividades com as dos técnicos da Receita. Os auditores alegam que a progressão funcional dos técnicos afeta os direitos dos auditores, que exercem funções de nível superior e foram selecionados em concurso público.
A categoria tem críticas em relação à fusão das duas entidades, que, segundo eles, têm estruturas, culturas e formas de trabalho diferentes no que se refere à fiscalização e à arrecadação.
Segundo o Unafisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), a categoria teme pela extinção de concurso público para a contratação de auditores.
"Um projeto dessa envergadura deve ser debatido pela sociedade, pois envolve questões essenciais para o Estado, como a arrecadação do país e a previdência pública", disse a presidente do Unafisco-SP, Carmen Cecília Bressane.
Em 26 de agosto, os técnicos da Receita encerraram uma paralisação de 41 dias. A categoria acabou com a greve após o ministro Antonio Palocci (Fazenda) se comprometer a negociar suas reivindicações. Uma delas é a diferença salarial: o valor inicial do técnico é de R$ 3.900, e o do auditor, de R$ 7.700. Para os técnicos, como as duas carreiras exigem nível superior e têm funções equivalentes, não haveria motivo para diferença salarial tão grande.
Especial
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Auditores fiscais retomam amanhã paralisação de 48 horas
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da Folha OnlineOs auditores fiscais da Receita Federal marcaram uma nova paralisação de 48 horas para esta semana. A paralisação começa amanhã e termina na quarta-feira.
Este protesto dá continuidade ao movimento iniciado na semana passada pela categoria, que questiona a criação da Secretaria da Receita do Brasil (a "Super-Receita"), que une a Receita Federal (Ministério da Fazenda) e a Secretaria da Receita Previdenciária (Previdência Social).
Os auditores querem chamar a atenção para pontos como o compartilhamento de suas atividades com as dos técnicos da Receita. Os auditores alegam que a progressão funcional dos técnicos afeta os direitos dos auditores, que exercem funções de nível superior e foram selecionados em concurso público.
A categoria tem críticas em relação à fusão das duas entidades, que, segundo eles, têm estruturas, culturas e formas de trabalho diferentes no que se refere à fiscalização e à arrecadação.
Segundo o Unafisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), a categoria teme pela extinção de concurso público para a contratação de auditores.
"Um projeto dessa envergadura deve ser debatido pela sociedade, pois envolve questões essenciais para o Estado, como a arrecadação do país e a previdência pública", disse a presidente do Unafisco-SP, Carmen Cecília Bressane.
Em 26 de agosto, os técnicos da Receita encerraram uma paralisação de 41 dias. A categoria acabou com a greve após o ministro Antonio Palocci (Fazenda) se comprometer a negociar suas reivindicações. Uma delas é a diferença salarial: o valor inicial do técnico é de R$ 3.900, e o do auditor, de R$ 7.700. Para os técnicos, como as duas carreiras exigem nível superior e têm funções equivalentes, não haveria motivo para diferença salarial tão grande.
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