19/10/2005
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20h18
da Folha Online, em Brasília
Seis meses após a derrota política no Senado, com a rejeição do nome de José Fantini, o governo decidiu confirmar no cargo o atual diretor-geral interino da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Haroldo Lima.
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, disse à Folha Online que decisão de manter o ex-deputado do PCdoB no cargo, tem como objetivo transmitir segurança ao mercado, pelo fato de ele já estar conduzindo a agência há cerca de sete meses.
"É um importante sinal para o mercado que se decida os nomes para as agências", disse o ministro.
Rondeau aguardava apenas o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para confirmar Haroldo Lima no cargo.
O ministro elogiou a condução da 7a rodada de licitações da ANP, encerrada hoje. "Nunca tivemos resultado nem próximo do alcançado", afirmou.
Entretanto, a avaliação positiva de Haroldo Lima à frente da ANP não foi o único fator que pesou na decisão do governo.
A Folha Online apurou que o próprio Fantini, um físico com perfil técnico, já havia avisado ao Planalto que não concordaria com a reapresentação desgastante do seu nome ao plenário do Senado, após a rejeição na Comissão de Infra-Estrutura numa manobra do PMDB.
Lima, que já foi sabatinado pelo Senado para integrar a diretoria da ANP, não precisará de aprovação política.
Mesmo com a confirmação do diretor-geral, a agência ainda tem um cargo vago na diretoria.
O próximo passo do governo será agora fechar os nomes dos novos diretores da Aneel. A Folha Online apurou que o superintendente de Estudos Econômicos do Mercado da Aneel, Edvaldo Alves de Santana, é um nome de consenso no governo para ocupar uma das duas vagas. O outro nome deve ser definido até o fim desta semana.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o diretor-geral da ANP
Lula confirma Haroldo Lima como diretor-geral da ANP
PATRICIA ZIMMERMANNda Folha Online, em Brasília
Seis meses após a derrota política no Senado, com a rejeição do nome de José Fantini, o governo decidiu confirmar no cargo o atual diretor-geral interino da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Haroldo Lima.
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, disse à Folha Online que decisão de manter o ex-deputado do PCdoB no cargo, tem como objetivo transmitir segurança ao mercado, pelo fato de ele já estar conduzindo a agência há cerca de sete meses.
"É um importante sinal para o mercado que se decida os nomes para as agências", disse o ministro.
Rondeau aguardava apenas o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para confirmar Haroldo Lima no cargo.
O ministro elogiou a condução da 7a rodada de licitações da ANP, encerrada hoje. "Nunca tivemos resultado nem próximo do alcançado", afirmou.
Entretanto, a avaliação positiva de Haroldo Lima à frente da ANP não foi o único fator que pesou na decisão do governo.
A Folha Online apurou que o próprio Fantini, um físico com perfil técnico, já havia avisado ao Planalto que não concordaria com a reapresentação desgastante do seu nome ao plenário do Senado, após a rejeição na Comissão de Infra-Estrutura numa manobra do PMDB.
Lima, que já foi sabatinado pelo Senado para integrar a diretoria da ANP, não precisará de aprovação política.
Mesmo com a confirmação do diretor-geral, a agência ainda tem um cargo vago na diretoria.
O próximo passo do governo será agora fechar os nomes dos novos diretores da Aneel. A Folha Online apurou que o superintendente de Estudos Econômicos do Mercado da Aneel, Edvaldo Alves de Santana, é um nome de consenso no governo para ocupar uma das duas vagas. O outro nome deve ser definido até o fim desta semana.
Especial

