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23/05/2007 - 16h39

Dólar fecha em alta de 0,41%, a R$ 1,952, puxado por compra de oportunidade

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EPAMINONDAS NETO
da Folha Online

O mercado de câmbio apontou a taxa de R$ 1,952 (valor de venda) nos últimos negócios desta quarta-feira, avanço de 0,41% sobre a cotação anterior. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 2,040 para venda, estável sobre o fechamento anterior.

A taxa de risco-país, medida pelo índice Embi+ (JP Morgan) chegou a bater a marca mínima histórica de 135 pontos por alguns minutos durante a tarde, mas aponta 139 pontos (estável) como taxa de fechamento desta terça-feira. O mercado aguarda para o curto prazo uma nova reclassificação do "rating" brasileiro, após os anúncios das agências Fitch e Standard & Poor's. Veja a posição do Brasil no ranking de risco-país

"Com o dólar a esses preços, a procura foi muito grande. e muitos clientes aproveitaram a taxa para antecipar o fechamento de contratos de importação. O Banco Central também tem atuado diariamente, o que tem ajudado a fortalecer a moeda", afirma Mauro Araújo, gerente de câmbio da corretora Vision. "Hoje, por exemplo, ele [o BC] conseguir comprar moeda a R$ 1,95, um preço muito bom", acrescenta.

Araújo lembra ainda que o mercado começa a formar consenso em torno de uma redução da taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual na reunião de junho do Copom (Comitê de Política Monetária).

O corte do juro primário estreita a diferença entre as taxas domésticas e internacionais, que tornam o país tão atrativo para os investimentos externos e ajudou a derrubar a cotação da moeda nos últimos anos, na avaliação de especialistas. "O mercado começou a ajustar suas posições", avalia o corretor da Vision.

Juros futuros

Após as quedas sucessivas das jornadas anteriores, os principais contratos futuros de juros ajustaram para cima nesta quarta-feira. O contrato de janeiro de 2008 apontou taxa de 11,33% ante 11,30% na terça-feira. No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada passou de 10,51% para 10,56%. Já no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada subiu de 10,16% para 10,27%.

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