18/03/2002
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12h36
da Folha Online, em Brasília
A população continua gastando menos energia, apesar do fim do racionamento. De acordo com os dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), o consumo nos 17 primeiros dias sem a obrigação de economizar está 5,96% abaixo do previsto no Sudeste e Centro-Oeste e 9,70% no Nordeste.
Na última semana, o consumo ficou 3,4% abaixo dos 26.270 MW estimados como média para o Sudeste e Centro-Oeste no mês de março e 7,10% menor que os 5.928 MW previstos para o Nordeste.
Na região Sul, onde não houve racionamento de energia , o consumo está 3,05% acima do previsto no acumulado do mês e nos Estados do Norte que fazem parte do sistema interligado, os gastos estão 0,96% maiores.
Segundo um técnico do ONS, no entanto, ainda é precipitado fazer qualquer projeção sobre a acomodação do consumo de energia pós-racionamento. Ele explicou que o ajuste nos hábitos da população ainda levará alguns meses.
Os dados de referência sobre o consumo de energia utilizados pelo ONS já consideram uma redução histórica verificada após períodos de racionamento de energia em outros países e no Brasil. Segundo essas experiências, o consumo fica 7% abaixo das previsões de mercado, que consideram variáveis econômicas.
A situação dos reservatórios ainda não preocupa o governo. No Sudeste e Centro-Oeste as represas estão com 66% da capacidade, e no Nordeste com 62,27%, ou respectivamente 13,10 pontos percentuais e 12,72 pontos percentuais acima da curva de segurança.
Leia mais no especial sobre Crise Energética
Consumo de energia ainda é menor, mesmo sem racionamento
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PATRÍCIA ZIMMERMANNda Folha Online, em Brasília
A população continua gastando menos energia, apesar do fim do racionamento. De acordo com os dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), o consumo nos 17 primeiros dias sem a obrigação de economizar está 5,96% abaixo do previsto no Sudeste e Centro-Oeste e 9,70% no Nordeste.
Na última semana, o consumo ficou 3,4% abaixo dos 26.270 MW estimados como média para o Sudeste e Centro-Oeste no mês de março e 7,10% menor que os 5.928 MW previstos para o Nordeste.
Na região Sul, onde não houve racionamento de energia , o consumo está 3,05% acima do previsto no acumulado do mês e nos Estados do Norte que fazem parte do sistema interligado, os gastos estão 0,96% maiores.
Segundo um técnico do ONS, no entanto, ainda é precipitado fazer qualquer projeção sobre a acomodação do consumo de energia pós-racionamento. Ele explicou que o ajuste nos hábitos da população ainda levará alguns meses.
Os dados de referência sobre o consumo de energia utilizados pelo ONS já consideram uma redução histórica verificada após períodos de racionamento de energia em outros países e no Brasil. Segundo essas experiências, o consumo fica 7% abaixo das previsões de mercado, que consideram variáveis econômicas.
A situação dos reservatórios ainda não preocupa o governo. No Sudeste e Centro-Oeste as represas estão com 66% da capacidade, e no Nordeste com 62,27%, ou respectivamente 13,10 pontos percentuais e 12,72 pontos percentuais acima da curva de segurança.
Leia mais no especial sobre Crise Energética


