Dinheiro
03/06/2009 - 02h12

China quer cooperação com EUA para "restaurar economia mundial"

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da Efe, em Pequim

China e Estados Unidos são dois países com grande influência no mundo e têm a responsabilidade de promover a estabilização da economia mundial, disse o presidente chinês, Hu Jintao, durante a reunião em Pequim com o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner.

"Devemos trabalhar nos pontos mais importantes nacionais e internacionais e manter a paz e a segurança do mundo", assinalou o líder chinês durante o encontro, do qual também participou o primeiro-ministro, Wen Jiabao.

Sobre o Diálogo Estratégico e Econômico China-EUA que deve acontecer no final de julho em Washington, Hu disse que "se trata de uma importante plataforma para aprofundar no conhecimento, confiança e cooperação bilateral".

O presidente assegurou que a "China quer trabalhar junto aos EUA para desenvolver um diálogo em diferentes níveis e ampliar a troca e cooperação em todos os setores, a fim de promover a relação entre os dois países nesta nova era de avanços".

Este mecanismo foi estipulado durante a reunião entre os presidentes Hu Jintao e Barack Obama em abril, e será presidido pelo conselheiro de Estado chinês Dai Bingguo e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

"Desejamos que as duas partes cooperem estreitamente para que o diálogo seja um êxito, e de agora em diante melhoraremos este sistema para contribuir com o desenvolvimento de nossas relações", destacou o líder chinês.

Geithner agradeceu a Hu pelos "esforços do governo chinês e do presidente Obama para estreitar as relações, e veremos rápidas mostras de estabilização e recuperação da economia global".

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
sem opinião
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Marcelo Bruno (76) 26/11/2009 14h34
Marcelo Bruno (76) 26/11/2009 14h34
[Richard Adams] Não há risco de os países ricos "quebrarem", enquanto o resto do mundo (leia-se China, países árabes, Brasil, etc.) continuar a financiar suas dívidas. No caso dos Estados Unidos em particular, o risco é praticamente nulo. Colocando de forma simples, se o amplo excedente de capital no mundo não for investido em títulos do Tesouro americano, será investido em quê ?
A argumentação acima não quer dizer obviamente que os EUA não terão que fazer um ajuste fiscal em algum momento do futuro. Em algumas economias menores e sem moeda de reserva (p.ex. Reino Unido), esse ajuste terá que vir mais cedo (provavelmente após a próxima eleição geral em maio de 2010).
6 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (57) 26/11/2009 14h21
Olmir Antonio de Oliveira (57) 26/11/2009 14h21
A respeito da reportagem , Dubai. È sabido que as reservas de petroleo não são infinitas, dizem relatórios, poços e reservas em alguns paises já se mostram desgastadas, e países que sequer conseguiram fazer a transição para outas fontes de recitas e ou de subsistencias, e por isto no momento seriam os preços do petroleo a sua única salvação para o curto prazo. de países que já teriam vendidos e ou colocado a venda alguns de seus ativos no exterior exemplifico: bancos no Usa. O Usa é um grande mercado e uma espécie de centro do mundo. quanto a preço e ou possibilidade de compra e ou valor a se pagar. se por preço atual, com desagio, e no momento no atual cenário dificilmente teria agio, setores com grandes vendedores de participações e ou controles......O fundamental é conhecimento, e nossa basicas de espertize, ou colocação em um mercado mais competivo, e aindo com ativos de liquidez duvidoza, e ou ainda que pode demorar para se recuperar. Boas marcas são bem vindas para carteira institucional, mas tem marcas que após a crise deteles ficaram com manchas, e até sugerem duvidas, dado o atual nivel de conhecimento e ou meios de comunicação, do ponto de vista popular, e ou difusão de informações e conceituações..... sem opinião
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