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21/11/2002 - 19h43

Família, Correios e Bombeiros são as instituições mais confiáveis

EDUARDO CUCOLO
da Folha Online

Família, Correios e Bombeiros. Essas são as três instituições mais confiáveis na opinião de mais de 90% dos brasileiros entrevistados em uma pesquisa realizada pela FIA/USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo).

A pesquisa foi encomendada pelos Correios, que é apontado como confiável por 93% dos entrevistados, empatado com os Bombeiros e atrás da Família, instituição que lidera o ranking com 94%.

Em seguida, aparecem Ciência e Tecnologia (80%), Forças Armadas (74%) e Igreja (72%).

Nas posições intermediárias do ranking estão os bancos e banqueiros, à frente dos empresários, com 54% de confiança, contra 47% do outro grupo.

A Justiça e a Polícia ficam quase no final da lista, com 36% e 35% de confiança, pouco mais de um terço. A lanterna fica com o governo (15%) e os partido políticos (7%), que aparecem no final da lista formada por 18 instituições.

Há duas semanas, foi divulgado o levantamento ''Voice of the People 2002'' (voz do povo), que será utilizado pelo Fórum Econômico Mundial no encontro de Davos, na Suíça, em janeiro, que terá a ''confiança'' como tema principal.

Nesse levantamento, as Forças Armadas e organizações não-governamentais aparecem como as instituições que melhor defendem os interesses da sociedade. A pesquisa foi feita em 46 países pelo instituto Gallup International, e ouviu 34 mil pessoas entre julho e setembro.

Na pesquisa divulgada pela USP, foram ouvidas 17 mil pessoas, entre maio e agosto, apenas em cidades brasileiras.

Veja o índice de confiança nas instituições brasileiras:
  • Família (94%)
  • Correios (93%)
  • Bombeiros (93%)
  • Ciência e Tecnologia (80%)
  • Forças Armadas (74%)
  • Igreja (72%)
  • Rádio (63%)
  • Televisão (57%)
  • Bancos/Banqueiros (54%)
  • Imprensa/Jornalismo (52%)
  • Internet (51%)
  • Empresas/Empresários (47%)
  • Publicidade/Propaganda (36%)
  • Justiça (36%)
  • Concessionária de Serviços Públicos (35%)
  • Polícia (35%)
  • Governo (15%)
  • Partidos Políticos (7%)

    Fonte: FIA/USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo)
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