15/06/2004
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17h31
da Folha Online
O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, admitiu hoje que a rejeição da China à soja brasileira deverá provocar um impacto negativo no saldo da balança comercial.
Ele não avaliou, entretanto, o tamanho desse impacto. "Vai haver sim um pequeno impacto [na balança comercial entre Brasil e China]", disse ele hoje, durante a 11ª Unctad (Conferências das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento).
No entanto, Furlan manteve as metas de exportação do Brasil para 2004. "Não vamos rever as metas de exportação. Até porque sempre trabalhamos com folga. O desempenho de maio foi acima do esperado, tanto na exportação como na importação."
Segundo o ministro, o Brasil deverá fechar o ano com um saldo de exportações de US$ 83 bilhões. "Outros setores têm melhorias de desempenho de preços."
Especial
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Furlan mantém previsão para exportações mesmo com veto chinês à soja
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FABIANA FUTEMAda Folha Online
O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, admitiu hoje que a rejeição da China à soja brasileira deverá provocar um impacto negativo no saldo da balança comercial.
Ele não avaliou, entretanto, o tamanho desse impacto. "Vai haver sim um pequeno impacto [na balança comercial entre Brasil e China]", disse ele hoje, durante a 11ª Unctad (Conferências das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento).
No entanto, Furlan manteve as metas de exportação do Brasil para 2004. "Não vamos rever as metas de exportação. Até porque sempre trabalhamos com folga. O desempenho de maio foi acima do esperado, tanto na exportação como na importação."
Segundo o ministro, o Brasil deverá fechar o ano com um saldo de exportações de US$ 83 bilhões. "Outros setores têm melhorias de desempenho de preços."
Especial


