ONGs pedem maior proteção a refugiados ao novo governo alemão
da Deutsche Welle, na Alemanha
Pro Asyl e Anistia Internacional cobram melhorias na concessão do direito de permanência e na distribuição de responsabilidades na Europa, a fim de garantir tratamento justo de refugiados vindos pelo Mediterrâneo.
Poucos dias após as eleições parlamentares alemãs, as organizações de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional e Pro Asyl exigiram do futuro governo uma maior proteção para refugiados na Alemanha e na Europa. Segundo Günter Burkhardt, diretor geral da Pro Asyl, é hora de tratar de problemas que estão há meses ou até há anos à espera de uma solução.
"Precisamos de uma política orientada aos direitos humanos, que seja coerente com assuntos de política externa e interna, política econômica, de justiça e de desenvolvimento", cobrou. Disso faz parte o direito de permanência no país de refugiados hoje apenas tolerados, sem direito a uma série de benefícios sociais e que, a qualquer momento, podem ser expulsos do país.
Leia mais sobre a Alemanha
- União e liberais iniciam negociações para nova coalizão na Alemanha
- Alemanha pode ter primeiro ministro de Relações Exteriores gay da Europa
- Novo governo pode mudar rumos de política econômica alemã
Outras notícias internacionais
- Chefe do Taleban no Paquistão vai à TV para rebater rumor de sua morte
- Enchentes na Índia deixam ao menos 233 mortos e 1,5 milhão de desabrigados
- Em visita, presidente Lula recebe medalha do Parlamento belga
Especial

