07/04/2006
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14h37
Os professores da rede municipal da educação realizam na tarde desta sexta-feira uma assembléia no vão livre do Masp, na avenida Paulista, para avaliar a greve que já dura dez dias. Por volta das 14h20, servidores já se reuniam no local, mas não havia confirmação sobre o número de participantes.
Em nota, o Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo) afirma que a paralisação ocorre porque a prefeitura "se recusa a atender às reivindicações econômicas, funcionais e de alteração das diretrizes educacionais implantadas na rede".
A categoria reivindica, entre outros pontos, salário inicial de R$ 960 para todos os profissionais de educação --atualmente um docente com ensino superior e jornada de 20 horas semanais ganha R$ 615--, fim das privatizações e terceirizações e redução do número de alunos por sala de aula.
A Secretaria de Gestão propôs o pagamento em julho de R$ 350, referente à gratificação por desenvolvimento educacional.
Nesta sexta, a secretaria informou que a proposta demonstra que a administração municipal "continuará fazendo todos os esforços para valorizar os salários e condições de trabalho dos servidores, porém sempre no limite da realidade das finanças municipais, em respeito aos cidadãos paulistanos que exigem uma prefeitura responsável no uso dos recursos públicos e que garanta a qualidade dos serviços prestados".
"A Secretaria Municipal de Gestão conclama os professores e demais integrantes do Quadro do Magistério a garantirem o funcionamento normal e regular da rede municipal de ensino, que atende mais de um milhão de alunos", diz, em comunicado.
Greve
A estimativa do Sinpeem é que ao menos 75% das 1.292 escolas da rede municipal estão total ou parcialmente paradas.
A greve dos professores e funcionários das escolas municipais, que já dura dez dias, é a mais longa da rede desde 1987, de acordo com levantamento do sindicato.
Em 1987, a greve durou 17 dias. A Secretaria da Educação afirmou que não possui tal contabilização, conforme reportagem publicada na edição desta sexta-feira da Folha de S.Paulo.
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da Folha OnlineOs professores da rede municipal da educação realizam na tarde desta sexta-feira uma assembléia no vão livre do Masp, na avenida Paulista, para avaliar a greve que já dura dez dias. Por volta das 14h20, servidores já se reuniam no local, mas não havia confirmação sobre o número de participantes.
Em nota, o Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo) afirma que a paralisação ocorre porque a prefeitura "se recusa a atender às reivindicações econômicas, funcionais e de alteração das diretrizes educacionais implantadas na rede".
A categoria reivindica, entre outros pontos, salário inicial de R$ 960 para todos os profissionais de educação --atualmente um docente com ensino superior e jornada de 20 horas semanais ganha R$ 615--, fim das privatizações e terceirizações e redução do número de alunos por sala de aula.
A Secretaria de Gestão propôs o pagamento em julho de R$ 350, referente à gratificação por desenvolvimento educacional.
Nesta sexta, a secretaria informou que a proposta demonstra que a administração municipal "continuará fazendo todos os esforços para valorizar os salários e condições de trabalho dos servidores, porém sempre no limite da realidade das finanças municipais, em respeito aos cidadãos paulistanos que exigem uma prefeitura responsável no uso dos recursos públicos e que garanta a qualidade dos serviços prestados".
"A Secretaria Municipal de Gestão conclama os professores e demais integrantes do Quadro do Magistério a garantirem o funcionamento normal e regular da rede municipal de ensino, que atende mais de um milhão de alunos", diz, em comunicado.
Greve
A estimativa do Sinpeem é que ao menos 75% das 1.292 escolas da rede municipal estão total ou parcialmente paradas.
A greve dos professores e funcionários das escolas municipais, que já dura dez dias, é a mais longa da rede desde 1987, de acordo com levantamento do sindicato.
Em 1987, a greve durou 17 dias. A Secretaria da Educação afirmou que não possui tal contabilização, conforme reportagem publicada na edição desta sexta-feira da Folha de S.Paulo.
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