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24/10/2000 - 10h56

Geografia: profissão é mais ampla do que parece

da Folha de S.Paulo

O mercado de trabalho para quem faz geografia é muito mais amplo do que se pensa: é possível atuar em estudos de impacto ou recuperação ambiental, auxiliar na criação do plano diretor dos municípios e até mesmo auxiliar em trabalhos de saúde pública. Em casos de surto de alguma doença, por exemplo, a presença do geógrafo é fundamental para analisar a influência do meio natural na doença.

Nazareno José de Campos, presidente do colegiado do curso de graduação de geografia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), um dos mais conceituados na área, lembra que as profissões exigem cada vez mais a interdisciplinaridade. "O geógrafo precisa ter aptidão para disciplinas como história, química, biologia e agronomia."

O profissional encontra hoje opções em órgãos públicos e privados. Campos, no entanto, admite que grande parte dos profissionais acaba trabalhando como professor. "A sociedade em geral não vê a importância do geógrafo e o mercado é ruim financeiramente para os professores."

Mas ele acredita que novas áreas estão surgindo e devem abrir muitas vagas para esses profissionais nos próximos anos. "A geografia médica, econômica e ambiental estão se expandindo e prometem vagas no futuro."

Letícia Lopes, 27, optou pela carreira acadêmica. A estudante do 5º ano de geografia da UnB (Universidade Federal de Brasília), que fazia agronomia, pediu transferência para a geografia.

"Pretendo fazer mestrado em urbanismo. Mas a geografia dá possibilidades de trabalho em diversas áreas", afirma.

Salário inicial: R$ 650 para 30 horas semanais de aula no ensino fundamental

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