29/05/2002
-
18h35
Servindo como um "pré-aquecimento" para a grande celebração da diversidade sexual no domingo -a 6ª Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros)-, acontece nesta quinta-feira, feriado de Corpus Christi, a Festa da Vieira.
Das 14h às 22h, cerca de 30 barracas montadas entre o largo do Arouche e a rua Vieira de Carvalho, no centro de São Paulo, venderão comida, roupas e objetos de decoração. ONGs (organizações não-governamentais) ligadas ao movimento GLBT também estarão presentes.
Para animar a festa, haverá shows com drags e travestis num palco montado no local.
Oposição
No ano passado, a festa foi ameaçada porque a Ação Local Vieira de Carvalho, ligada à Associação Viva o Centro, era contrária à sua realização. À época, os moradores justificaram, dizendo que o evento atrapalharia o direito de ir e vir.
Por este motivo, a festa, que tomaria toda a avenida Vieira de Carvalho -da praça da República ao largo do Arouche-, foi restringida ao trecho que compreende o largo.
Neste ano, a Associação da Parada do Orgulho GLBT já recebeu reclamações, mas em menor quantidade que no ano passado.
De acordo com Beto de Jesus, presidente da associação, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) fez um estudo para tentar diminuir o impacto no trânsito da região.
Leia mais notícias sobre a Parada Gay
Festa da Vieira será "aquecimento" para Parada do Orgulho Gay
Publicidade
da Folha OnlineServindo como um "pré-aquecimento" para a grande celebração da diversidade sexual no domingo -a 6ª Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros)-, acontece nesta quinta-feira, feriado de Corpus Christi, a Festa da Vieira.
Das 14h às 22h, cerca de 30 barracas montadas entre o largo do Arouche e a rua Vieira de Carvalho, no centro de São Paulo, venderão comida, roupas e objetos de decoração. ONGs (organizações não-governamentais) ligadas ao movimento GLBT também estarão presentes.
Para animar a festa, haverá shows com drags e travestis num palco montado no local.
Oposição
No ano passado, a festa foi ameaçada porque a Ação Local Vieira de Carvalho, ligada à Associação Viva o Centro, era contrária à sua realização. À época, os moradores justificaram, dizendo que o evento atrapalharia o direito de ir e vir.
Por este motivo, a festa, que tomaria toda a avenida Vieira de Carvalho -da praça da República ao largo do Arouche-, foi restringida ao trecho que compreende o largo.
Neste ano, a Associação da Parada do Orgulho GLBT já recebeu reclamações, mas em menor quantidade que no ano passado.
De acordo com Beto de Jesus, presidente da associação, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) fez um estudo para tentar diminuir o impacto no trânsito da região.
Leia mais notícias sobre a Parada Gay

