25/01/2005
-
16h18
da Folha Online
O mineiro Renato Loureiro elegeu o trabalho manual e os retalhos como carro-chefe de sua coleção outono-inverno 2005, apresentada no segundo desfile de hoje na São Paulo Fashion Week, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo.
Os fuxicos foram escolhidos como ponto central das peças. Eles apareceram em diversos formatos e tamanhos: bordados e com brilho, sob aplicações, formando desenhos, em lapelas, presos em crochê, em cachecóis e até em couro.
O patchwork também teve espaço, mas com maior sofisticação. Os detalhes foram empregados em tweeds, georgette ou tricôs, um dos pontos fortes da coleção.
Em todas as peças, fossem saias ou casacos, tecidos como lã, seda e algodão receberam colorações e envelhecimentos amarronzados, alaranjados e arroxeados. Os tons se confundiam, formando listas e estampas.
As saias apareceram com listas grossas, cada uma formada por um tipo de tecido e cor. Na parte de cima do corpo, em casacos ou camisas, as amarrações nas cinturas se destacaram, semelhantes às faixas de quimonos.
Fuxicos dominam desfile de Renato Loureiro na SP Fashion Week
Publicidade
CAMILA MARQUESda Folha Online
O mineiro Renato Loureiro elegeu o trabalho manual e os retalhos como carro-chefe de sua coleção outono-inverno 2005, apresentada no segundo desfile de hoje na São Paulo Fashion Week, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo.
Os fuxicos foram escolhidos como ponto central das peças. Eles apareceram em diversos formatos e tamanhos: bordados e com brilho, sob aplicações, formando desenhos, em lapelas, presos em crochê, em cachecóis e até em couro.
O patchwork também teve espaço, mas com maior sofisticação. Os detalhes foram empregados em tweeds, georgette ou tricôs, um dos pontos fortes da coleção.
Em todas as peças, fossem saias ou casacos, tecidos como lã, seda e algodão receberam colorações e envelhecimentos amarronzados, alaranjados e arroxeados. Os tons se confundiam, formando listas e estampas.
As saias apareceram com listas grossas, cada uma formada por um tipo de tecido e cor. Na parte de cima do corpo, em casacos ou camisas, as amarrações nas cinturas se destacaram, semelhantes às faixas de quimonos.


