23/02/2006
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11h21
Os organizadores dos dois shows dos Rolling Stones na Argentina duplicarão hoje a quantidade de policiais e seguranças particulares para evitar atrasos e incidentes como os registrados na primeira apresentação dos britânicos, ocorrida na terça-feira.
O empresário Daniel Grinbank chegou a um acordo para isso com o ministro do Interior argentino, Aníbal Fernández, e o chefe da Polícia Federal, Néstor Valleca, informou a DG Produções, organizadora das apresentações da banda britânica no país.
Além disso, para evitar grandes aglomerações de público, a abertura dos portões de acesso ao estádio Monumental será antecipada. Na terça-feira, o público pôde ter acesso ao local da apresentação cinco horas antes do início do show.
A empresa não divulgou a quantidade de oficiais que participarão do esquema de segurança a ser montado. Também não informou sobre o horário de abertura dos portões do estádio do River Plate. Na terça à noite ocorreram incidentes nos arredores do Monumental, em Buenos Aires. Cerca de 60 mil pessoas compareceram ao show.
Minutos depois do início da apresentação do grupo britânico, a polícia utilizou jatos d'água para conter pessoas que pularam as cercas de segurança ao ver que outras não respeitavam filas para entrar no estádio. Fãs que tinham comprado ingressos e não puderam assistir ao show apresentaram denúncias no Centro de Defesa do Consumidor de Buenos Aires, que abriu inquérito para determinar se houve infrações.
Para o show desta quinta-feira, quando os Rolling Stones encerrarão sua terceira visita ao país, o governo da capital argentina disponibilizará um maior número de policiais para o local.
A realização do show foi confirmada na quarta-feira, depois de inspetores municipais terem comprovado que os ruídos provocados pela apresentação não afetam os edifícios vizinhos e moradores do bairro.
Os testes sonoros foram ordenados por uma juíza local em razão de um recurso apresentado por uma moradora que vive nas imediações do Monumental e que tinha declarado que a sensação que tem cada vez que um show é realizado no estádio "é similar à de um terremoto".
Especial
Leia o que já foi publicado sobre os Rolling Stones
Stones na Argentina tem segurança reforçada
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da Efe, em Buenos AiresOs organizadores dos dois shows dos Rolling Stones na Argentina duplicarão hoje a quantidade de policiais e seguranças particulares para evitar atrasos e incidentes como os registrados na primeira apresentação dos britânicos, ocorrida na terça-feira.
O empresário Daniel Grinbank chegou a um acordo para isso com o ministro do Interior argentino, Aníbal Fernández, e o chefe da Polícia Federal, Néstor Valleca, informou a DG Produções, organizadora das apresentações da banda britânica no país.
Além disso, para evitar grandes aglomerações de público, a abertura dos portões de acesso ao estádio Monumental será antecipada. Na terça-feira, o público pôde ter acesso ao local da apresentação cinco horas antes do início do show.
A empresa não divulgou a quantidade de oficiais que participarão do esquema de segurança a ser montado. Também não informou sobre o horário de abertura dos portões do estádio do River Plate. Na terça à noite ocorreram incidentes nos arredores do Monumental, em Buenos Aires. Cerca de 60 mil pessoas compareceram ao show.
Minutos depois do início da apresentação do grupo britânico, a polícia utilizou jatos d'água para conter pessoas que pularam as cercas de segurança ao ver que outras não respeitavam filas para entrar no estádio. Fãs que tinham comprado ingressos e não puderam assistir ao show apresentaram denúncias no Centro de Defesa do Consumidor de Buenos Aires, que abriu inquérito para determinar se houve infrações.
Para o show desta quinta-feira, quando os Rolling Stones encerrarão sua terceira visita ao país, o governo da capital argentina disponibilizará um maior número de policiais para o local.
A realização do show foi confirmada na quarta-feira, depois de inspetores municipais terem comprovado que os ruídos provocados pela apresentação não afetam os edifícios vizinhos e moradores do bairro.
Os testes sonoros foram ordenados por uma juíza local em razão de um recurso apresentado por uma moradora que vive nas imediações do Monumental e que tinha declarado que a sensação que tem cada vez que um show é realizado no estádio "é similar à de um terremoto".
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