12/11/2006
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17h21
Um livro que será publicado na próxima semana na Itália e que recorre a documentos americanos antes secretos afirma que a CIA não queria a morte do revolucionário Ernesto "Che" Guevara. A informação está na edição de hoje do jornal italiano "Corriere della Sera".
"Che Guevara - Top Secret" é o título da obra do escritor e jornalista Vincenzo Vasile e do pesquisador Mario J. Cereghino, que chegará às livrarias italianas na próxima quarta-feira. Os autores do livro tiveram acesso a documentos desclassificados pelo Congresso americano durante o governo de Bill Clinton.
Tais documentos "revelam que a CIA queria evitar que a aventura insurrecta de Ernesto 'Che' Guevara na Bolívia terminasse com sua morte", segundo o jornal. Assim, "Washington havia pedido com energia ao governo de La Paz que agisse de modo a se manter o revolucionário vivo 'a qualquer custo', para evitar que a administração americana fosse acusada de sua morte".
No entanto, a "sugestão" não foi aceita e, após sua captura na serra boliviana, "Che" foi executado em 9 de outubro de 1967.
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Livro afirma que CIA não queria morte de Che Guevara
da Efe, em RomaUm livro que será publicado na próxima semana na Itália e que recorre a documentos americanos antes secretos afirma que a CIA não queria a morte do revolucionário Ernesto "Che" Guevara. A informação está na edição de hoje do jornal italiano "Corriere della Sera".
"Che Guevara - Top Secret" é o título da obra do escritor e jornalista Vincenzo Vasile e do pesquisador Mario J. Cereghino, que chegará às livrarias italianas na próxima quarta-feira. Os autores do livro tiveram acesso a documentos desclassificados pelo Congresso americano durante o governo de Bill Clinton.
Tais documentos "revelam que a CIA queria evitar que a aventura insurrecta de Ernesto 'Che' Guevara na Bolívia terminasse com sua morte", segundo o jornal. Assim, "Washington havia pedido com energia ao governo de La Paz que agisse de modo a se manter o revolucionário vivo 'a qualquer custo', para evitar que a administração americana fosse acusada de sua morte".
No entanto, a "sugestão" não foi aceita e, após sua captura na serra boliviana, "Che" foi executado em 9 de outubro de 1967.
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