16/02/2007
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10h59
com Folha Online
Fotografias do francês Henri Cartier-Bresson e obras do americano Morton Schamberg alcançaram nesta quarta e quinta-feira, respectivamente, preços recordes na casa Christie's de Nova York.
"Itália", uma foto de Henri Cartier-Bresson de 1933, foi vendida por US$ 204 mil, um recorde mundial para o francês. Adquirida por um comprador americano, seu preço era estimado entre US$ 40 mil e US$ 60 mil.
Henri Cartier-Bresson, um dos grandes mestres da fotografia do século 20, morreu aos 95 anos em Isle-sur-la-Sorgue em agosto de 2004. Tendo trabalhado mais de meio século capturando o drama humano com sua câmera, ele inspirou várias gerações de fotógrafos.
Conhecido por seu senso de "timing" e intuição, Cartier-Bresson desprezava fotografias arranjadas e cenários artificiais, alegando que os fotógrafos devem registar sua imagem rápida e acuradamente. Seu conceito de fotografia baseava-se no que ele chamava de "o momento decisivo".
Durante o mesmo leilão, "God" (1918), uma obra de influência dadá de Morton Schamberg, também marcou um novo patamar para o artista americano, com US$ 390 mil. O preço inicial era de US$ 5 mil a US$ 7 mil.
Essas obras eram, em sua maioria, do fundo do colecionador americano Thomas Solley. A venda da coleção, que incluía obras de Richard Avedon, El Lissitzky, Irving Penn e William Klein, superou US$ 4,3 milhões.
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Fotos de Cartier-Bresson e Schamberg batem preços recordes
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da France Presse, em Nova Yorkcom Folha Online
Fotografias do francês Henri Cartier-Bresson e obras do americano Morton Schamberg alcançaram nesta quarta e quinta-feira, respectivamente, preços recordes na casa Christie's de Nova York.
| Divulgação |
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| Foto de Henri Cartier-Bresson (1908-2004), "Italy" (1933), bateu recorde em leilão |
Henri Cartier-Bresson, um dos grandes mestres da fotografia do século 20, morreu aos 95 anos em Isle-sur-la-Sorgue em agosto de 2004. Tendo trabalhado mais de meio século capturando o drama humano com sua câmera, ele inspirou várias gerações de fotógrafos.
| Divulgação |
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| "Piazza di Spagna", de William Klein |
Durante o mesmo leilão, "God" (1918), uma obra de influência dadá de Morton Schamberg, também marcou um novo patamar para o artista americano, com US$ 390 mil. O preço inicial era de US$ 5 mil a US$ 7 mil.
Essas obras eram, em sua maioria, do fundo do colecionador americano Thomas Solley. A venda da coleção, que incluía obras de Richard Avedon, El Lissitzky, Irving Penn e William Klein, superou US$ 4,3 milhões.
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