28/04/2007
-
14h42
da Folha Online
Na última sexta-feira (27), por volta das 20h, o Cine PE (que vai até o dia 29 de abril no Cine-Teatro Guararapes, em Recife) prestou uma homenagem ao diretor de fotografia e câmera Dib Lutfi.
Impedido de comparecer ao Cine-Teatro Guararapes, um vídeo, produzido pelo Canal Brasil, foi exibido à platéia de quase 3.000 pessoas mostrando imagens de arquivo e um agradecimento do próprio diretor.
Homenageado por mérito técnico, Lutfi, que sofreu infartO na semana passada, não foi liberado para viajar pelo médico que o atende. Em seu depoimento, o diretor ressaltou a importância da geração do cinema novo, ao qual pertence.
"Tenho muito orgulho em fazer parte de uma geração que fez muito pelo país. Infelizmente, no Brasil, é difícil fazer tudo o que gostaríamos, mas fizemos muito. Mas o país está caminhando e temos acompanhado de perto."
O diretor é reconhecido, principalmente, por sua habilidade em trabalhar com a câmera na mão.
Lutfi soube dar forma às idéias dos diretores Nelson Pereira dos Santos, em "Fome de Amor" (1968) e "Azyllo Muito Louco" (1969), Arnaldo Jabor, com "Opinião Pública" (1967), "O Casamento" (1975) e "Tudo Bem" (1978), e Ruy Guerra, em "Os Deuses e os Mortos" (1970).
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o Cine PE
Livro explica retomada da produção cinematográfica no Brasil
Festival de cinema de Recife homenageia o fotógrafo Dib Lutfi
Publicidade
FERNANDA CRANCIANINOVda Folha Online
Na última sexta-feira (27), por volta das 20h, o Cine PE (que vai até o dia 29 de abril no Cine-Teatro Guararapes, em Recife) prestou uma homenagem ao diretor de fotografia e câmera Dib Lutfi.
Impedido de comparecer ao Cine-Teatro Guararapes, um vídeo, produzido pelo Canal Brasil, foi exibido à platéia de quase 3.000 pessoas mostrando imagens de arquivo e um agradecimento do próprio diretor.
Homenageado por mérito técnico, Lutfi, que sofreu infartO na semana passada, não foi liberado para viajar pelo médico que o atende. Em seu depoimento, o diretor ressaltou a importância da geração do cinema novo, ao qual pertence.
"Tenho muito orgulho em fazer parte de uma geração que fez muito pelo país. Infelizmente, no Brasil, é difícil fazer tudo o que gostaríamos, mas fizemos muito. Mas o país está caminhando e temos acompanhado de perto."
O diretor é reconhecido, principalmente, por sua habilidade em trabalhar com a câmera na mão.
Lutfi soube dar forma às idéias dos diretores Nelson Pereira dos Santos, em "Fome de Amor" (1968) e "Azyllo Muito Louco" (1969), Arnaldo Jabor, com "Opinião Pública" (1967), "O Casamento" (1975) e "Tudo Bem" (1978), e Ruy Guerra, em "Os Deuses e os Mortos" (1970).
Especial

