16/03/2006
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10h32
Um grupo de clérigos islâmicos, liderados pelo egípcio Youssef al Qaradawi, criará três sites para explicar ao Ocidente, em três idiomas, as doutrinas do islã e defender seu profeta, após a crise provocada pelas caricaturas de Maomé.
Segundo informa nesta quinta-feira a imprensa árabe, a medida faz parte de uma campanha que será desenvolvida sob o lema: "Em defesa de Maomé, misericórdia para toda a humanidade".
A campanha tem como objetivo explicar aos não muçulmanos em inglês, francês e alemão "a mensagem tolerante do islã e de seu profeta", segundo um anúncio pago publicado em vários jornais árabes.
Qaradawi, chefe da União Mundial de Ulemás Muçulmanos e um dos mais influentes por seus programas na rede de televisão Al Jazira, pediu aos povos e aos governos islâmicos que contribuam para financiar o projeto.
A publicação das caricaturas de Maomé, a princípio por um jornal dinamarquês e depois por outros jornais ocidentais, aumentou a ira do mundo islâmico, que boicotou os produtos dinamarqueses.
Além disso, as missões diplomáticas da Dinamarca e da Noruega foram atacadas em países como a Síria e o Líbano, mas nas últimas semanas foram feitos no mundo islâmico numerosos pedidos a favor do diálogo.
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Clérigos criam sites para defender Maomé e doutrinas do islã
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da Efe, no CairoUm grupo de clérigos islâmicos, liderados pelo egípcio Youssef al Qaradawi, criará três sites para explicar ao Ocidente, em três idiomas, as doutrinas do islã e defender seu profeta, após a crise provocada pelas caricaturas de Maomé.
Segundo informa nesta quinta-feira a imprensa árabe, a medida faz parte de uma campanha que será desenvolvida sob o lema: "Em defesa de Maomé, misericórdia para toda a humanidade".
A campanha tem como objetivo explicar aos não muçulmanos em inglês, francês e alemão "a mensagem tolerante do islã e de seu profeta", segundo um anúncio pago publicado em vários jornais árabes.
Qaradawi, chefe da União Mundial de Ulemás Muçulmanos e um dos mais influentes por seus programas na rede de televisão Al Jazira, pediu aos povos e aos governos islâmicos que contribuam para financiar o projeto.
A publicação das caricaturas de Maomé, a princípio por um jornal dinamarquês e depois por outros jornais ocidentais, aumentou a ira do mundo islâmico, que boicotou os produtos dinamarqueses.
Além disso, as missões diplomáticas da Dinamarca e da Noruega foram atacadas em países como a Síria e o Líbano, mas nas últimas semanas foram feitos no mundo islâmico numerosos pedidos a favor do diálogo.
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