AFE-PAQUI
Conflitos no Paquistão e Afeganistão.
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Especial



inocentes,embora estes tenham sua parcela de cul
pa,quando deixam de denunciar os ´´talebans´´.
Em regiões inóspitas,as técnicas eletrônicas tendem
a confundir os objetivos.
Antes dos bombardeios indiscriminados,a Inglaterra
dispõe de meios para sanear o perímetro,brigadas
´´GURCKA´´,com carta branca podem disseminar o
contraterror,fazendo os servos de Bin Laden,usarem
fraldas,os argentinos sobreviventes nas Falklands
que o digam...
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Muito me admira o Sr. Barack Obama, ter estudado nas melhores universidades e não ter aprendido ainda que essa guerra contra o Islã não se ganha com armas convencionais. Pode gastar 10 trilhões de dólares e morrer milhares de crianças, mulheres e soldados e a carnificina continua. O assunto é "religioso", a rixa começou há 4 mil anos quando Abraão, desobedecendo a Deus, transou com a jovem Agar. Desse relacionamento nasceu Ismael (pai dos Árabes), aí começou a briga (Isaque x Ismael) que dura até hoje. O fim dessa guerra se dará após o Arrebatamento da Igreja do Senhor Jesus Cristo, implantação do governo mundial do Anticristo e o ataque das nações contra Israel no Monte Megido (Armagedom).
Está escrito: Zac 12:11 - Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megido.
Maranata.
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Obama não é nenhum coitado, foi educado(treinado) dentro das escolas e nas regras do eixo dominador.
Russia, seja mais rapido em montar as fabricas de armas na Venezuela. A Água meus caros, é o bem maior do planeta.
Os bichos estão vindo...
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10% não sabe ler, passa fome, condições de vida miseravel
70% só pensam em futebol, carnaval, discutem sobre a melhor cerveja, fornula 1, etc
15% sabem q algo está errado, mas continuam agindo como os acima
5% se informam, tem memória política, discutem o aquecimento global, vem jornal
e o pessoal ainda se surpreende com a roubaralheira... com esse nivel de eleitores...
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Se as tais "forças de coalizão", continuarem no mesmo caminho, que foi também a receita usada pelos soviéticos nos anos 80, tudo que conseguirão será o aumento das perdas humanas e aniquilação da população civil.
Mais dinheiro, na alternativa errada, só levará aos aliados, a um buraco maior e mais profundo...
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Isso seria aceitável, agora dizer que a guerra se dá contra o terrorismo, blá blá blá...
É exigir muito do povo norte americano.
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E no Brasil, como se comportam os políticos envolvidos em escândalos?
Ah!!! Estou me lembrando do que disse um reporter em um telejornal, quando se referia à corrupção:
'ENQUANTO NA ÁSIA, OS CORRUPTOS QUANDO DESCOBERTOS, SE MATAM, NO BRASIL ELES MORREM, DE RIR".
Éh!!! Faz sentido.
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O Senado, a Camara dos Deputados, a Prefeitura...estariam vagos...sem ninguém.
èta Pais de um povo corrupto e sem escrúpulos!
Depoia vamos lá;;;Votem..Votem...ahahahahh
Que bando de otários que nós somos....Uma democracia plena...
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é essa a 'democracia' que os EUA criaram?
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Peço que leiam e reflitam.
Palavras do Presidente Oscar Arias da Costa Rica na Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, 18 de abril de 2009
"Tenho a impressão de que cada vez que os países caribenhos e latino-americanos se reúnem com o presidente dos Estados Unidos da América, é para pedir-lhe coisas ou para reclamar coisas. Quase sempre, é para culpar os Estados Unidos de nossos males passados, presentes e futuros. Não creio que isso seja de todo justo.
Não podemos esquecer que a América Latina teve universidades antes que os Estados Unidos criassem Harvard e William & Mary, que são as primeiras universidades desse país.
Não podemos esquecer que nesse continente, como no mundo inteiro, pelo menos até 1750 todos os americanos eram mais ou menos iguais: todos eram pobres.
Ao aparecer a Revolução Industrial na Inglaterra, outros países sobem nesse vagão: Alemanha, França, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e aqui a Revolução Industrial passou pela América Latina como um cometa, e não nos demos conta.
Certamente perdemos a oportunidade.
Há também uma diferença muito grande. Lendo a história da América Latina, comparada com a história dos Estados Unidos, compreende-se que a América Latina não teve um John Winthrop espanhol, nem português, que viesse com a Bíblia em sua mão disposto a construir uma Cidade sobre uma Colina, uma cidade que brilhasse, como foi a pretensão dos peregrinos que chegaram aos Estados Unidos.
Faz 50 anos, o México era mais rico que Portugal. Em 1950, um país como o Brasil tinha uma renda per capita mais elevada que o da Coréia do Sul. Faz 60 anos, Honduras tinha mais riqueza per capita que Cingapura, e hoje Cingapura em questão de 35 a 40 anos é um país com $40.000 de renda anual por habitante. Bem, algo nós fizemos mal, os latino-americanos.
Que fizemos errado? Nem posso enumerar todas as coisas que fizemos mal. Para começar, temos uma escolaridade de 7 anos.
Essa é a escolaridade média da América Latina e não é o caso da maioria dos países asiáticos. Certamente não é o caso de países como Estados Unidos e Canadá, com a melhor educação do mundo, similar a dos europeus. De cada 10 estudantes que ingressam no nível secundário na América Latina, em alguns países, só um termina esse nível secundário.
Há países que têm uma mortalidade infantil de 50 crianças por cada mil, quando a média nos países asiáticos mais avançados é de 8, 9 ou 10.
Nós temos países onde a carga tributária é de 12% do produto interno bruto e não é responsabilidade de ninguém, exceto nossa, que não cobremos dinheiro das pessoas mais ricas dos nossos países. Ninguém tem a culpa disso, a não ser nós mesmos.
Em 1950, cada cidadão norte-americano era quatro vezes mais rico que um cidadão latino-americano. Hoje em dia, um cidadão norte-americano é 10, 15 ou 20 vezes mais rico que um latino-americano. Isso não é culpa dos Estados Unidos, é culpa nossa.
No meu pronunciamento me referi a um fato que para mim é grotesco e que somente demonstra que o sistema de valores do século XX, que parece ser o que estamos pondo em prática também no século XXI, é um sistema de valores equivocado.
Porque não pode ser que o mundo rico dedique 100.000 milhões de dólares para aliviar a pobreza dos 80% da população do mundo "num planeta que tem 2.500 milhões de seres humanos com uma renda de $2 por dia" e que gaste 13 vezes mais ($1.300.000.000.000) em armas e soldados.
Como disse esta manhã, não pode ser que a América Latina gaste $50.000* milhões em armas e soldados.
Eu me pergunto: quem é o nosso inimigo?
Nosso inimigo, presidente Correa, desta desigualdade que o Sr. aponta com muita razão, é a falta de educação; é o analfabetismo;
é que não gastamos na saúde de nosso povo; que não criamos a infra-estruturar necessária, as estradas, os portos, os aeroportos; que não estamos dedicando os recursos necessários para deter a degradação do meio ambiente; é a desigualdade que temos que nos envergonhar realmente; é produto, entre muitas outras coisas, de que não estamos educando nossos filhos e nossas filhas.
Vá alguém a uma universidade latino-americana e parece no entanto que estamos nos sessenta, setenta ou oitenta.
Parece que nos esquecemos de que em 9 de novembro de 1989 aconteceu algo de muito importante, ao cair o Muro de Berlim, e que o mundo mudou. Temos que aceitar que este é um mundo diferente, e nisso francamente penso que os acadêmicos, que toda gente pensante, que todos os economistas, que todos os historiadores, quase concordam que o século XXI é um século dos asiáticos não dos latino-americanos.
E eu, lamentavelmente, concordo com eles. Porque enquanto nós continuamos discutindo sobre ideologias, continuamos discutindo sobre todos os "ismos" (qual é o melhor? capitalismo, socialismo, comunismo, liberalismo, neoliberalismo, socialcristianismo...) os asiáticos encontraram um "ismo" muito realista para o século XXI e o final do século XX, que é o pragmatismo.
Para só citar um exemplo, recordemos que quando Deng Xiaoping visitou Cingapura e a Coréia do Sul, depois de ter-se dado conta de que seus próprios vizinhos estavam enriquecendo de uma maneira muito acelerada, regressou a Pequim e disse aos velhos camaradas maoístas que o haviam acompanhado na Grande Marcha: "Bem, a verdade, queridos camaradas, é que a mim não importa se o gato é branco ou negro, só o que me interessa é que cace ratos".
E se Mao estivesse vivo, teria morrido de novo quando disse que "a verdade é que enriquecer é glorioso".
E enquanto os chineses fazem isso, e desde 1979 até hoje crescem a 11%, 12% ou 13%, e tiraram 300 milhões de habitantes da pobreza, nós continuamos discutindo sobre ideologias que devíamos ter enterrado há muito tempo atrás.
A boa notícia é que isto Deng Xiaoping o conseguiu quando tinha 74 anos.
Olhando em volta, queridos presidentes, não vejo ninguém que esteja perto dos 74 anos.
Por isso só lhes peço que não esperemos completá-los para fazer as mudanças que temos que fazer. Muchas gracias."
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