07/12/2006
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20h04
Ativistas dos direitos dos judeus homossexuais qualificaram nesta quinta-feira de vitória a decisão, adotada na véspera pela mais alta entidade legal do braço conservador do judaísmo, de permitir que gays e lésbicas sejam rabinos.
A Assembléia Rabínica do Comitê de Lei Judaica e Padrões adotou nesta quarta-feira três opiniões legais contraditórias: duas condenando a homossexualidade e uma terceira abrindo o caminho para a ordenação de rabinos homossexuais.
A decisão dá às sinagogas a opção de ordenar gays e lésbicas e permite, ainda, a celebração de uniões de casais do mesmo sexo, embora não trate especificamente do casamento gay.
"É um momento muito significativo para gays e lésbicas no mundo religioso judaico", assegurou após a decisão a rabino Ayelet Cohen, da Congregação Beth Simchat Torah, de Nova York, a maior sinagoga do mundo para a comunidade de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros.
"Infelizmente, é uma vitória com reservas", disse, descrevendo a decisão como "mais um passo na direção correta".
"Abre as portas para permitir abertamente que os gays e lésbicas se tornem rabinos no movimento conservador", acrescentou, "mas ainda há um longo caminho a percorrer".
A decisão de quarta-feira dividiu os 25 rabinos do comitê, quatro dos quais renunciaram em protesto, entre eles o rabino Joel Roth, que foi citado pela mídia dizendo que a decisão foi além da autoridade da instância.
Especial
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Judeus homossexuais saúdam decisão sobre rabinos gays nos EUA
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da France Presse, em Nova YorkAtivistas dos direitos dos judeus homossexuais qualificaram nesta quinta-feira de vitória a decisão, adotada na véspera pela mais alta entidade legal do braço conservador do judaísmo, de permitir que gays e lésbicas sejam rabinos.
A Assembléia Rabínica do Comitê de Lei Judaica e Padrões adotou nesta quarta-feira três opiniões legais contraditórias: duas condenando a homossexualidade e uma terceira abrindo o caminho para a ordenação de rabinos homossexuais.
A decisão dá às sinagogas a opção de ordenar gays e lésbicas e permite, ainda, a celebração de uniões de casais do mesmo sexo, embora não trate especificamente do casamento gay.
"É um momento muito significativo para gays e lésbicas no mundo religioso judaico", assegurou após a decisão a rabino Ayelet Cohen, da Congregação Beth Simchat Torah, de Nova York, a maior sinagoga do mundo para a comunidade de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros.
"Infelizmente, é uma vitória com reservas", disse, descrevendo a decisão como "mais um passo na direção correta".
"Abre as portas para permitir abertamente que os gays e lésbicas se tornem rabinos no movimento conservador", acrescentou, "mas ainda há um longo caminho a percorrer".
A decisão de quarta-feira dividiu os 25 rabinos do comitê, quatro dos quais renunciaram em protesto, entre eles o rabino Joel Roth, que foi citado pela mídia dizendo que a decisão foi além da autoridade da instância.
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