19/05/2007
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18h00
A oposição venezuelana iniciou neste sábado uma série de atos de protesto contra o anúncio do presidente Hugo Chávez de não renovar a permissão para o uso da freqüência que a emissora de televisão "RCTV" utiliza há 53 anos.
"O povo sabe que Chávez e seu partido querem se apoderar de todos os meios de comunicação, para que ele seja o único com a possibilidade de se dirigir ao país", disse o líder opositor Manuel Rosales, durante um dos protestos.
"Tem início na Venezuela uma rebelião democrática", acrescentou Rosales, perdedor das eleições de dezembro, quando Chávez foi eleito para o período 2007-2013.
O presidente do grupo empresarial "1BC" ao qual pertence a "RCVT", Marcel Granier, disse estar "otimista" em relação a uma resolução favorável da emissora na Corte Suprema, a cujos juízes pediu que não se deixem "amedrontar pelos ataques e agressões" de Chávez.
Granier pediu que o presidente "escute seu povo" e não imponha sua vontade, e assegurou também que "nas pesquisas, mais de 80% do país rejeita a medida contra a "RCTV".
"Quando vemos estas manifestações de rua nos damos conta que efetivamente, em toda Venezuela, há uma grande rejeição à não renovação da permissão de operação para a "RCTV", disse Granier, sem dizer o número de participantes dos protestos.
"Estamos esperando a decisão do Supremo, para evitar que a emissora saia do ar no dia 27, e a retificação do presidente, porque é dos sábios retificar e (...) só os estúpidos não mudam de opinião", afirmou.
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Oposição venezuelana realiza atos de protesto em apoio à emissora "RCTV"
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da Efe, em CaracasA oposição venezuelana iniciou neste sábado uma série de atos de protesto contra o anúncio do presidente Hugo Chávez de não renovar a permissão para o uso da freqüência que a emissora de televisão "RCTV" utiliza há 53 anos.
"O povo sabe que Chávez e seu partido querem se apoderar de todos os meios de comunicação, para que ele seja o único com a possibilidade de se dirigir ao país", disse o líder opositor Manuel Rosales, durante um dos protestos.
"Tem início na Venezuela uma rebelião democrática", acrescentou Rosales, perdedor das eleições de dezembro, quando Chávez foi eleito para o período 2007-2013.
O presidente do grupo empresarial "1BC" ao qual pertence a "RCVT", Marcel Granier, disse estar "otimista" em relação a uma resolução favorável da emissora na Corte Suprema, a cujos juízes pediu que não se deixem "amedrontar pelos ataques e agressões" de Chávez.
Granier pediu que o presidente "escute seu povo" e não imponha sua vontade, e assegurou também que "nas pesquisas, mais de 80% do país rejeita a medida contra a "RCTV".
"Quando vemos estas manifestações de rua nos damos conta que efetivamente, em toda Venezuela, há uma grande rejeição à não renovação da permissão de operação para a "RCTV", disse Granier, sem dizer o número de participantes dos protestos.
"Estamos esperando a decisão do Supremo, para evitar que a emissora saia do ar no dia 27, e a retificação do presidente, porque é dos sábios retificar e (...) só os estúpidos não mudam de opinião", afirmou.
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