07/12/2000
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15h26
em Bogotá (Colômbia)
O governo colombiano e a guerrilha das Farcs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) chegaram a um acordo humanitário para a liberação de pelo menos dez policiais sequestrados pelos rebeldes em troca do mesmo número de guerrilheiros presos, anunciou hoje o responsável pelo alto comissariado para a paz, Camilo Gómez.
Em entrevista aos jornalistas, Gómez explicou que há avanço "nas conversações diretas com o líder das Farcs, Manuel Marulanda (conhecido por 'Tirofijo'), e esses avanços são importantes. Obviamente, por motivos humanitários, consideramos esse o grupo mais urgente".
O acordo humanitário foi discutido paralelamente às negociações de paz entre o governo e os rebeldes, que dia 14 de novembro último declararam "congelado" o diálogo, sob a alegação de que as autoridades não combatem da mesma forma os paramilitares da ultradireita.
Gómez fez o anúncio um dia depois de o governo ter comunicado a prorrogação, até o próximo 31 de janeiro, da entrada legal em vigor da zona de 42 mil km² ao Sul do país, cenário do plano de paz e sob o controle das Farcs há dois anos.
As Farcs compõem o principal grupo guerrilheiro da Colômbia, com o maior número de integrantes, seguida pela guerrilha de ultradireita ELN (Exército de Libertação Nacional).
Leia mais sobre o Plano Colômbia
Governo colombiano e guerrilha das Farcs chegam a acordo humanitário
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da France Presseem Bogotá (Colômbia)
O governo colombiano e a guerrilha das Farcs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) chegaram a um acordo humanitário para a liberação de pelo menos dez policiais sequestrados pelos rebeldes em troca do mesmo número de guerrilheiros presos, anunciou hoje o responsável pelo alto comissariado para a paz, Camilo Gómez.
Em entrevista aos jornalistas, Gómez explicou que há avanço "nas conversações diretas com o líder das Farcs, Manuel Marulanda (conhecido por 'Tirofijo'), e esses avanços são importantes. Obviamente, por motivos humanitários, consideramos esse o grupo mais urgente".
O acordo humanitário foi discutido paralelamente às negociações de paz entre o governo e os rebeldes, que dia 14 de novembro último declararam "congelado" o diálogo, sob a alegação de que as autoridades não combatem da mesma forma os paramilitares da ultradireita.
Gómez fez o anúncio um dia depois de o governo ter comunicado a prorrogação, até o próximo 31 de janeiro, da entrada legal em vigor da zona de 42 mil km² ao Sul do país, cenário do plano de paz e sob o controle das Farcs há dois anos.
As Farcs compõem o principal grupo guerrilheiro da Colômbia, com o maior número de integrantes, seguida pela guerrilha de ultradireita ELN (Exército de Libertação Nacional).
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