16/08/2004
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08h00
A oposição venezuelana classificou nesta segunda-feira como fraudulentos os números do CNE (Conselho Nacional Eleitoral), segundo os quais o presidente Hugo Chávez vence o referendo e permanece no cargo. Ela disse que vai contestar o resultado.
"Nós firmemente rejeitamos o resultado...vamos recolher evidências para provar à Venezuela e ao mundo a gigantesca fraude que foi cometida contra a vontade do povo", afirmou o líder da oposição Henry Ramos Allup.
A declaração ocorreu pouco depois de o presidente do CNE, Francisco Carrasquero, ter anunciado em cadeia nacional os resultados oficiais preliminares mostrando que Chávez havia superado a tentativa de tirá-lo do poder.
Segundo Carrasquero, o "não" que se opunha à saída de Chávez obteve pouco 4.991.483 (58,25%) dos votos, enquanto o "sim" ficou com 3.576.517 (41,74%).
"Nossos números são muito diferentes", disse Ramos, afirmando que a oposição pediria a organizações internacionais que observam o referendo para checar as máquinas de votação e as cédulas.
Dois membros pró-oposição da liderança do CNE, que conta com cinco integrantes, já haviam anteriormente questionado o resultado e disseram que certas checagens obrigatórias não foram realizadas.
Com Reuters
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da Folha OnlineA oposição venezuelana classificou nesta segunda-feira como fraudulentos os números do CNE (Conselho Nacional Eleitoral), segundo os quais o presidente Hugo Chávez vence o referendo e permanece no cargo. Ela disse que vai contestar o resultado.
"Nós firmemente rejeitamos o resultado...vamos recolher evidências para provar à Venezuela e ao mundo a gigantesca fraude que foi cometida contra a vontade do povo", afirmou o líder da oposição Henry Ramos Allup.
A declaração ocorreu pouco depois de o presidente do CNE, Francisco Carrasquero, ter anunciado em cadeia nacional os resultados oficiais preliminares mostrando que Chávez havia superado a tentativa de tirá-lo do poder.
Segundo Carrasquero, o "não" que se opunha à saída de Chávez obteve pouco 4.991.483 (58,25%) dos votos, enquanto o "sim" ficou com 3.576.517 (41,74%).
"Nossos números são muito diferentes", disse Ramos, afirmando que a oposição pediria a organizações internacionais que observam o referendo para checar as máquinas de votação e as cédulas.
Dois membros pró-oposição da liderança do CNE, que conta com cinco integrantes, já haviam anteriormente questionado o resultado e disseram que certas checagens obrigatórias não foram realizadas.
Com Reuters
Especial

