22/11/2004
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09h29
O relatório médico do líder palestino Iasser Arafat, morto no dia 11 de novembro na França, foi entregue nesta segunda-feira ao seu sobrinho, Nasser al Kidwa, segundo informações divulgadas por Christian Estripeau, porta-voz do hospital militar Percy, onde Arafat esteve internado.
Estripeau também afirmou que Al Kidwa, embaixador palestino na Organização das Nações Unidas (ONU) obteve o documento em nome dos dirigentes palestinos, que pretendem tornar público o seu conteúdo.
Há vários dias, a viúva de Arafat, Suha Tawil, que já obteve uma cópia do boletim, sustenta uma polêmica sobre o tema com os dirigentes palestinos, e ameaçou entrar na Justiça para impedir a divulgação do boletim médico.
Por meio de seus advogados, Suha, que se encontra atualmente na Tunísia, disse que era a única herdeira autorizada pela lei francesa a receber o documento.
A entrega do boletim médico ao sobrinho do líder palestino foi decidida pelas autoridades francesas após o impasse criado com o governo palestino, que havia criado uma delegação para ir a França reivindicar o documento.
A lei francesa determina que apenas os familiares do paciente podem ter acesso às informações médicas. Al Kidwa foi considerado um familiar bastante próximo pelas autoridades da França, e por isso terá acesso ao relatório.
A resistência em liberar informações sobre o estado de saúde de Arafat enquanto ele esteve internado, assim como após sua morte, também gerou inúmeras especulações a respeito de sua saúde, entre elas cirrose, Aids, desordem sangüínea e envenenamento.
Especial
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França entrega boletim médico a sobrinho de Arafat
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da France Presse, em ParisO relatório médico do líder palestino Iasser Arafat, morto no dia 11 de novembro na França, foi entregue nesta segunda-feira ao seu sobrinho, Nasser al Kidwa, segundo informações divulgadas por Christian Estripeau, porta-voz do hospital militar Percy, onde Arafat esteve internado.
Estripeau também afirmou que Al Kidwa, embaixador palestino na Organização das Nações Unidas (ONU) obteve o documento em nome dos dirigentes palestinos, que pretendem tornar público o seu conteúdo.
Há vários dias, a viúva de Arafat, Suha Tawil, que já obteve uma cópia do boletim, sustenta uma polêmica sobre o tema com os dirigentes palestinos, e ameaçou entrar na Justiça para impedir a divulgação do boletim médico.
Por meio de seus advogados, Suha, que se encontra atualmente na Tunísia, disse que era a única herdeira autorizada pela lei francesa a receber o documento.
A entrega do boletim médico ao sobrinho do líder palestino foi decidida pelas autoridades francesas após o impasse criado com o governo palestino, que havia criado uma delegação para ir a França reivindicar o documento.
A lei francesa determina que apenas os familiares do paciente podem ter acesso às informações médicas. Al Kidwa foi considerado um familiar bastante próximo pelas autoridades da França, e por isso terá acesso ao relatório.
A resistência em liberar informações sobre o estado de saúde de Arafat enquanto ele esteve internado, assim como após sua morte, também gerou inúmeras especulações a respeito de sua saúde, entre elas cirrose, Aids, desordem sangüínea e envenenamento.
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