01/12/2004
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11h46
da Folha Online
O grupo palestino extremista Hamas pediu a seus membros e partidários para que boicotem as eleições presidenciais palestinas previstas para o dia nove de janeiro próximo, anunciou nesta quarta-feira um alto responsável do movimento radical em um entrevista coletiva.
"O Hamas chama os seus dirigentes, membros e partidários a boicotar as eleições [presidenciais] palestinas", declarou em Gaza Ismail Haniye, um dos mais importantes representantes do movimento.
O movimento radical, oposto ao acordo de Oslo de 1993, que previa a autonomia palestina, já havia boicotado as primeiras eleições gerais dos territórios em 1996.
O Hamas, único movimento capaz de competir com o Fatah [facção política do líder palestino Iasser Arafat] --principal componente da Organização para a Libertação da Palestina (OLP)--, boicotou a primeira eleição geral palestina em 1996.
Nas últimas semanas, o movimento deu a entender que não participaria da votação. A eleição de janeiro deve designar o sucessor de Iasser Arafat, morto no início do mês passado.
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Hamas pede boicote a eleições palestinas
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da France Presse, em Gazada Folha Online
O grupo palestino extremista Hamas pediu a seus membros e partidários para que boicotem as eleições presidenciais palestinas previstas para o dia nove de janeiro próximo, anunciou nesta quarta-feira um alto responsável do movimento radical em um entrevista coletiva.
"O Hamas chama os seus dirigentes, membros e partidários a boicotar as eleições [presidenciais] palestinas", declarou em Gaza Ismail Haniye, um dos mais importantes representantes do movimento.
O movimento radical, oposto ao acordo de Oslo de 1993, que previa a autonomia palestina, já havia boicotado as primeiras eleições gerais dos territórios em 1996.
O Hamas, único movimento capaz de competir com o Fatah [facção política do líder palestino Iasser Arafat] --principal componente da Organização para a Libertação da Palestina (OLP)--, boicotou a primeira eleição geral palestina em 1996.
Nas últimas semanas, o movimento deu a entender que não participaria da votação. A eleição de janeiro deve designar o sucessor de Iasser Arafat, morto no início do mês passado.
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