06/09/2005
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18h38
O presidente George W. Bush pretende levantar US$ 40 bilhões para financiar a próxima fase das operações de reconstrução após a passagem do furacão Katrina, que devastou o sul dos EUA.
Enquanto isso, líderes no Congresso e a Casa Branca devem realizar investigações separadas a respeito da resposta federal à tragédia-- que vem sendo cada vista cada vez com mais reservas.
Em meio às críticas, Bush se reuniu nesta terça-feira na Casa Branca com líderes do Congresso --primeira reunião entre o presidente e os congressistas desde que o Katrina atingiu a costa do Golfo, no último dia 29, deixando grande parte de Nova Orleans (Louisiana) debaixo d'água.
"A burocracia não irá impedir que seja feito o trabalho que é necessário para a população", afirmou Bush à imprensa, pouco antes da reunião.
Uma semana depois que a tempestade espalhou mortes e destruição na costa do golfo do México, o líder democrata no Senado, Harry Reid, afirmou que o custo total para os cofres federais pode chegar a US$ 150 bilhões.
O Congresso já aprovou, na semana passada, a liberação de um pacote inicial de ajuda de US$ 10,5 bilhões.
Investigação
O ex-presidente dos EUA Bill Clinton e sua mulher, a senadora democrata Hillary Clinton, pediram a instauração de uma comissão independente para investigar o que houve de errado com a resposta federal ao Katrina.
Bush afirmou à imprensa que o vice-presidente Dick Cheney deve visitar a região da costa do Golfo na próxima quinta-feira (8) para ajudar a determinar se o governo está fazendo todo o possível.
O presidente viajou às regiões afetadas duas vezes na semana passada. "O que pretendo é liderar uma investigação para descobrir o que deu certo e o que deu errado", afirmou Bush.
O governo americano vem sendo alvo de muitas críticas em relação à resposta ao Katrina.
Com agências internacionais
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Congresso dos EUA promete investigação sobre resposta ao Katrina
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da Folha OnlineO presidente George W. Bush pretende levantar US$ 40 bilhões para financiar a próxima fase das operações de reconstrução após a passagem do furacão Katrina, que devastou o sul dos EUA.
Enquanto isso, líderes no Congresso e a Casa Branca devem realizar investigações separadas a respeito da resposta federal à tragédia-- que vem sendo cada vista cada vez com mais reservas.
Em meio às críticas, Bush se reuniu nesta terça-feira na Casa Branca com líderes do Congresso --primeira reunião entre o presidente e os congressistas desde que o Katrina atingiu a costa do Golfo, no último dia 29, deixando grande parte de Nova Orleans (Louisiana) debaixo d'água.
"A burocracia não irá impedir que seja feito o trabalho que é necessário para a população", afirmou Bush à imprensa, pouco antes da reunião.
Uma semana depois que a tempestade espalhou mortes e destruição na costa do golfo do México, o líder democrata no Senado, Harry Reid, afirmou que o custo total para os cofres federais pode chegar a US$ 150 bilhões.
O Congresso já aprovou, na semana passada, a liberação de um pacote inicial de ajuda de US$ 10,5 bilhões.
Investigação
O ex-presidente dos EUA Bill Clinton e sua mulher, a senadora democrata Hillary Clinton, pediram a instauração de uma comissão independente para investigar o que houve de errado com a resposta federal ao Katrina.
Bush afirmou à imprensa que o vice-presidente Dick Cheney deve visitar a região da costa do Golfo na próxima quinta-feira (8) para ajudar a determinar se o governo está fazendo todo o possível.
O presidente viajou às regiões afetadas duas vezes na semana passada. "O que pretendo é liderar uma investigação para descobrir o que deu certo e o que deu errado", afirmou Bush.
O governo americano vem sendo alvo de muitas críticas em relação à resposta ao Katrina.
Com agências internacionais
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