17/12/2005
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22h15
O Mercosul e a Comunidade Andina avaliaram hoje, em La Paz, que os resultados das eleições gerais bolivianas convocadas para amanhã serão decisivos para a região.
O secretário-geral da Comunidade Andina, Allan Wagner, e o presidente do Comitê de Representantes Permanentes do Mercosul, Carlos Álvarez, classificaram como "crucial" o pleito deste domingo, opinião compartilhada também pelo chefe da missão de observadores da OEA (Organização dos Estados Americanos), Horacio Serpa.
"Nos próximos meses haverá eleições gerais em todos os países andinos: no Peru, no Equador, na Colômbia e na Venezuela. O que ocorrer na Bolívia, tanto por temas fundamentais como pelas eleições em geral, é extremamente importante", disse Wagner.
O diplomata peruano disse que a CAN apoiará "a decisão tomada pelos cidadãos nas urnas", e disse ter ido a La Paz para "acompanhar o processo, fundamental para a democracia boliviana e andina".
O argentino Carlos Álvarez, do Mercosul, reafirmou ao presidente Rodríguez o "forte compromisso" do bloco para com a Bolívia e insistiu que o pleito "definirá o futuro de todos os nossos países".
Por último, o enviado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Garcia, adiantou que o Mercosul, e mais precisamente o Brasil e a Argentina, pretendem "estimular o comércio e os investimentos na Bolívia e criar um quadro econômico que ajude à estabilidade social e política" do país andino.
Mais de 3,6 milhões de bolivianos elegerão amanhã nas urnas os novos poderes Executivo e Legislativo, assim como nove perfeitos ou governadores regionais, em eleições que serão supervisionadas por cerca de 200 observadores internacionais.
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Países andinos e Mercosul consideram pleito boliviano "crucial"
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da Efe, em La PazO Mercosul e a Comunidade Andina avaliaram hoje, em La Paz, que os resultados das eleições gerais bolivianas convocadas para amanhã serão decisivos para a região.
O secretário-geral da Comunidade Andina, Allan Wagner, e o presidente do Comitê de Representantes Permanentes do Mercosul, Carlos Álvarez, classificaram como "crucial" o pleito deste domingo, opinião compartilhada também pelo chefe da missão de observadores da OEA (Organização dos Estados Americanos), Horacio Serpa.
"Nos próximos meses haverá eleições gerais em todos os países andinos: no Peru, no Equador, na Colômbia e na Venezuela. O que ocorrer na Bolívia, tanto por temas fundamentais como pelas eleições em geral, é extremamente importante", disse Wagner.
O diplomata peruano disse que a CAN apoiará "a decisão tomada pelos cidadãos nas urnas", e disse ter ido a La Paz para "acompanhar o processo, fundamental para a democracia boliviana e andina".
O argentino Carlos Álvarez, do Mercosul, reafirmou ao presidente Rodríguez o "forte compromisso" do bloco para com a Bolívia e insistiu que o pleito "definirá o futuro de todos os nossos países".
Por último, o enviado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Garcia, adiantou que o Mercosul, e mais precisamente o Brasil e a Argentina, pretendem "estimular o comércio e os investimentos na Bolívia e criar um quadro econômico que ajude à estabilidade social e política" do país andino.
Mais de 3,6 milhões de bolivianos elegerão amanhã nas urnas os novos poderes Executivo e Legislativo, assim como nove perfeitos ou governadores regionais, em eleições que serão supervisionadas por cerca de 200 observadores internacionais.
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