17/12/2005
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23h33
Pelo menos 50 mil policiais e militares estarão nas ruas para garantir a segurança e a normalidade nas eleições gerais deste domingo, na Bolívia, informaram as autoridades locais.
Amanhã, os comandos e tropas de ambas as corporações estarão sob as ordens das autoridades da CNE (Corte Nacional Eleitoral), que montaram um rigoroso controle das mesas de votação espalhadas pelo território boliviano, de mais de um milhão de quilômetros quadrados.
Pouco mais de 3,6 milhões de bolivianos são esperados para irem às urnas escolher o presidente, vice-presidente, senadores, deputados e governadores.
A consulta popular, a sexta em duas décadas desde que a democracia foi recuperada em 1982, será observada por cerca de 200 missões internacionais, incluindo representantes da OEA (Organização dos Estados Americanos), Nações Unidas e Mercosul. As equipes de observadores estão distribuídas pelas Províncias do país.
Os vôos domésticos estão absolutamente proibidos, e os aeroportos vão operar apenas com autorização no caso de vôos internacionais que precisem fazer conexões.
Em boletim preliminar, o comandante das Forças Armadas, Marco Antonio Justiniano, declarou: "Tudo está caminhando de acordo com os planos correspondentes. Há uma estreita cooperação também com a Polícia Nacional, de tal maneira que temos certeza de que tudo vai caminhar dentro do previsto".
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Eleição boliviana terá mais de 50 mil policiais e soldados nas ruas
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da France Presse, em La PazPelo menos 50 mil policiais e militares estarão nas ruas para garantir a segurança e a normalidade nas eleições gerais deste domingo, na Bolívia, informaram as autoridades locais.
Amanhã, os comandos e tropas de ambas as corporações estarão sob as ordens das autoridades da CNE (Corte Nacional Eleitoral), que montaram um rigoroso controle das mesas de votação espalhadas pelo território boliviano, de mais de um milhão de quilômetros quadrados.
Pouco mais de 3,6 milhões de bolivianos são esperados para irem às urnas escolher o presidente, vice-presidente, senadores, deputados e governadores.
A consulta popular, a sexta em duas décadas desde que a democracia foi recuperada em 1982, será observada por cerca de 200 missões internacionais, incluindo representantes da OEA (Organização dos Estados Americanos), Nações Unidas e Mercosul. As equipes de observadores estão distribuídas pelas Províncias do país.
Os vôos domésticos estão absolutamente proibidos, e os aeroportos vão operar apenas com autorização no caso de vôos internacionais que precisem fazer conexões.
Em boletim preliminar, o comandante das Forças Armadas, Marco Antonio Justiniano, declarou: "Tudo está caminhando de acordo com os planos correspondentes. Há uma estreita cooperação também com a Polícia Nacional, de tal maneira que temos certeza de que tudo vai caminhar dentro do previsto".
Especial

