19/12/2005
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13h52
O governo argentino, que havia explicitado sua simpatia pelo candidato presidencial boliviano Evo Morales, manifestou neste domingo sua satisfação pela vitória do líder cocaleiro. O ministério das Relações Exteriores argentino considerou como "muito importante" a vitória de Morales.
Segundo o jornal "Clarín", o subsecretário de Integração Econômica da Chancelaria afirmou que "realmente é uma vitória muito importante, já que Morales vencia com uma vantagem maior que a prevista por todas as pesquisas".
Apesar das advertências de Morales, que aumentará o preço do gás exportado à Argentina, o presidente Néstor Kirchner vinha dando sinais favoráveis à sua candidatura. Para a Casa Rosada, a vitória de Morales permitiria garantir a estabilidade política, um fator prioritário para o desenvolvimento da região e do Mercosul, ao qual Morales prometeu se integrar como membro pleno.
"A Bolívia é um país associado ao Mercosul. Eu acredito que seria precipitado pensar em uma mudança de sua situação em um futuro próximo, mas estou convencido de que poderemos continuar fortalecendo e estreitando as relações que temos hoje", disse o subsecretário da Chancelaria, Eduardo Sigal.
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Argentina apóia vitória de Morales na Bolívia
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da Ansa, em Buenos AiresO governo argentino, que havia explicitado sua simpatia pelo candidato presidencial boliviano Evo Morales, manifestou neste domingo sua satisfação pela vitória do líder cocaleiro. O ministério das Relações Exteriores argentino considerou como "muito importante" a vitória de Morales.
Segundo o jornal "Clarín", o subsecretário de Integração Econômica da Chancelaria afirmou que "realmente é uma vitória muito importante, já que Morales vencia com uma vantagem maior que a prevista por todas as pesquisas".Apesar das advertências de Morales, que aumentará o preço do gás exportado à Argentina, o presidente Néstor Kirchner vinha dando sinais favoráveis à sua candidatura. Para a Casa Rosada, a vitória de Morales permitiria garantir a estabilidade política, um fator prioritário para o desenvolvimento da região e do Mercosul, ao qual Morales prometeu se integrar como membro pleno.
"A Bolívia é um país associado ao Mercosul. Eu acredito que seria precipitado pensar em uma mudança de sua situação em um futuro próximo, mas estou convencido de que poderemos continuar fortalecendo e estreitando as relações que temos hoje", disse o subsecretário da Chancelaria, Eduardo Sigal.
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