25/08/2003
-
03h17
Diferentemente do turismo no norte do Estado, o do extremo sudoeste de Goiás é incipiente e requer um pouco de espírito de aventura e de paciência para contornar problemas de falta de infra-estrutura e de planejamento.
As acomodações ainda deixam a desejar, e a programação nem sempre é cumprida. As estradas têm condições variadas --há trechos em péssimo estado, principalmente entre Goiânia e Serranópolis.
A falta de vigilância e de campanhas de conscientização facilitou a depredação de locais considerados patrimônios arqueológicos no Estado. Recentemente, algumas pinturas rupestres foram rabiscadas na região de Serranópolis.
No Parque Nacional das Emas, faltam placas e folhetos informativos. O visitante fica condicionado à explicação do guia ou do condutor.
No norte do Estado, a situação é bem melhor. Hotéis e pousadas são confortáveis e oferecem vários serviços, embora haja algumas estradas em estado ruim.
O Parque Nacional Chapada dos Veadeiros é descrito por biólogos como um bom exemplo de conservação.
"É um dos parques mais limpos do país. O trabalho dos guias é primoroso", diz a bióloga Roseli Madeira, 37.
Leia mais:
De norte a sul, Goiás alardeia diversidade
Parque das Emas achega turista a bichos
Galeria de pinturas rupestres orna planalto
Geografia preservou tradição quilombola
Moradora de 108 anos lamenta mudanças
Cachoeiras respingam beleza na chapada
Trindade reúne romaria e festa sertaneja
CDs mapeiam folclore do cerrado
Ex-cenário de novela tem aventura e paz
Ritual das cavalhadas vem da mineração
Especial
Veja galeria de fotos de Goiás
Infra-estrutura em parque na chapada é melhor
Especial para a Folha de S.PauloDiferentemente do turismo no norte do Estado, o do extremo sudoeste de Goiás é incipiente e requer um pouco de espírito de aventura e de paciência para contornar problemas de falta de infra-estrutura e de planejamento.
As acomodações ainda deixam a desejar, e a programação nem sempre é cumprida. As estradas têm condições variadas --há trechos em péssimo estado, principalmente entre Goiânia e Serranópolis.
A falta de vigilância e de campanhas de conscientização facilitou a depredação de locais considerados patrimônios arqueológicos no Estado. Recentemente, algumas pinturas rupestres foram rabiscadas na região de Serranópolis.
No Parque Nacional das Emas, faltam placas e folhetos informativos. O visitante fica condicionado à explicação do guia ou do condutor.
No norte do Estado, a situação é bem melhor. Hotéis e pousadas são confortáveis e oferecem vários serviços, embora haja algumas estradas em estado ruim.
O Parque Nacional Chapada dos Veadeiros é descrito por biólogos como um bom exemplo de conservação.
"É um dos parques mais limpos do país. O trabalho dos guias é primoroso", diz a bióloga Roseli Madeira, 37.
Leia mais:
Especial

