28/10/2004
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10h17
O Tesouro (Al Khazneh, em árabe) é o nome do templo mais importante de Petra. O nome vem de um mito antigo, que afirma que um poderoso mago negro escondia o tesouro do faraó egípcio dentro do templo.
Ao sair da fenda no meio do desfiladeiro, o Tesouro é a primeira imagem a ser vista: uma espécie de porta de Petra. Dois exploradores da Marinha britânica no século 19 já haviam dito: "Não há nada com o que possamos comparar essa cena. Nada no mundo se parece com isso".
O templo é um dos dois cartões-postais da cidade. Suas torres, suas janelas, tudo é detalhado. Há seis colunas, com um portal no meio. Há várias divindades e mitos dos nabateus esculpidos na fachada, como figuras eqüestres, amazonas dançando e cabeças de Medusa.
No alto do Tesouro, avista-se uma estátua de Al Uzza, considerada a grande deusa de Petra, que, segundo afirmam, seria uma herança grega da deusa Afrodite. Dentro do Tesouro, há um ambiente vazio e escuro, sem nenhuma mobília.
Não está claro o que o Tesouro significava exatamente para os nabateus. Alguns estudiosos dizem que era um mausoléu. Outros afirmam que era uma tumba real ou um santuário.
A data da construção do Tesouro também não é clara, mas acredita-se que tenha sido durante o período helenístico e que parte das estátuas tenha sido esculpida por escultores trazidos de Alexandria especialmente para realizar o trabalho, durante o período dos nabateus, que também eram craques nessa técnica.
Saindo do templo, olhando para a direita, no meio de um vale, segue-se a rua das fachadas. Nela se localiza, olhando para o lado esquerdo, um anfiteatro para 7.000 pessoas --construído pelos nabateus no século 1º a.C e ampliado no ano 106, após Petra ser conquistada pelo Império Romano.
À direita, um pouco mais adiante, subindo pelas montanhas, avista-se o Grande Templo, medindo 35 m de comprimento por 42 m de largura, a igreja bizantina (esculpida mais tarde) e o Templo dos Leões Alados. Todos estão abertos para a visitação. Vale a caminhada para poder admirar Petra de mais um ângulo diferente e conhecer mais um pouco sobre os nabateus.
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Jordânia: Mitos de nabateus sobressaem na fachada de templo
da Folha de S.Paulo, em PetraO Tesouro (Al Khazneh, em árabe) é o nome do templo mais importante de Petra. O nome vem de um mito antigo, que afirma que um poderoso mago negro escondia o tesouro do faraó egípcio dentro do templo.
Ao sair da fenda no meio do desfiladeiro, o Tesouro é a primeira imagem a ser vista: uma espécie de porta de Petra. Dois exploradores da Marinha britânica no século 19 já haviam dito: "Não há nada com o que possamos comparar essa cena. Nada no mundo se parece com isso".
O templo é um dos dois cartões-postais da cidade. Suas torres, suas janelas, tudo é detalhado. Há seis colunas, com um portal no meio. Há várias divindades e mitos dos nabateus esculpidos na fachada, como figuras eqüestres, amazonas dançando e cabeças de Medusa.
No alto do Tesouro, avista-se uma estátua de Al Uzza, considerada a grande deusa de Petra, que, segundo afirmam, seria uma herança grega da deusa Afrodite. Dentro do Tesouro, há um ambiente vazio e escuro, sem nenhuma mobília.
Não está claro o que o Tesouro significava exatamente para os nabateus. Alguns estudiosos dizem que era um mausoléu. Outros afirmam que era uma tumba real ou um santuário.
A data da construção do Tesouro também não é clara, mas acredita-se que tenha sido durante o período helenístico e que parte das estátuas tenha sido esculpida por escultores trazidos de Alexandria especialmente para realizar o trabalho, durante o período dos nabateus, que também eram craques nessa técnica.
Saindo do templo, olhando para a direita, no meio de um vale, segue-se a rua das fachadas. Nela se localiza, olhando para o lado esquerdo, um anfiteatro para 7.000 pessoas --construído pelos nabateus no século 1º a.C e ampliado no ano 106, após Petra ser conquistada pelo Império Romano.
À direita, um pouco mais adiante, subindo pelas montanhas, avista-se o Grande Templo, medindo 35 m de comprimento por 42 m de largura, a igreja bizantina (esculpida mais tarde) e o Templo dos Leões Alados. Todos estão abertos para a visitação. Vale a caminhada para poder admirar Petra de mais um ângulo diferente e conhecer mais um pouco sobre os nabateus.
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