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Juca Kfouri

São Paulo pisou na bola

O tricolor não tinha nada que ir completo ao Paraná. Se expôs e teve seu encanto quebrado na hora agá

O SÃO PAULO errou. Não deveria ter se exposto, fora de casa, em seu ótimo momento diante do exuberante Furacão e seu contra-ataque mirabolante.

Cansado, o semifinalista da Copa Sul-Americana deveria ter poupado os titulares e, para não perder ritmo de jogo, já que o primeiro embate decisivo contra a Ponte Preta será apenas na semana que vem, tratado de jogar completo depois de amanhã, em Itu, contra o Flamengo também dividido em outra frente.

Não que o tricolor tenha ido mal, pelo menos até sofrer o 2 a 0, quando até um pênalti teve a seu favor não marcado pelo apitador.

Mas a derrota dá uma quebrada no encanto, o que não ocorreria se fosse com os reservas. Vá entender...

Que a Ponte Preta tenha tentado o improvável ao receber o incomparavelmente melhor Vitória é compreensível, com o rebaixamento batendo à sua porta. O tricolor, porém, por quê? Tinha mais é que botar o Fabuloso para sofrer.

Menos mal que o 3 a 0 de Curitiba foi o mesmo de Campinas, porque miséria pouca é bobagem.

TUDO AZUL

Campeões são assim. Mandam no jogo como o Cruzeiro mandou ao vencer o Grêmio e, quando agredidos, ou se defendem porque têm um goleiro à altura ou contam com a sorte, porque bola na trave não altera o placar. Assim foi ontem no 3 a 0 do Mineirão azul sob o céu não menos de Belo Horizonte. O Cruzeiro sobra.

FLU SOÇOBRA

Não bastaram as experiências do Flamengo, do Galo, do Grêmio. O Flu quis insistir com Luxemburgo, no risco de ser o primeiro a comandar a queda de um time campeão. Se bobear, cairá. Mas a culpa é de quem o contrata. Seu Flu jogou como um pequeno contra o Corinthians, longe de estar grande. Aos pés de Pato. Pode?

PROCURE SABER

Nossos ídolos da MPB, cada um ao seu modo, pediram desculpas e vida que segue. Têm crédito. De sobra.

Quem não tem são os da bancada da bola, que estão tramando nova sórdida manobra nesta conversa de tratar das dívidas dos clubes.

A CBF, e a bancada, querem incluir também as federações. Mas como, pergunta o Ministério do Esporte, se não há meio de punir seus dirigentes com penas esportivas?

Jovair Arantes é o deputado do PTB goiano (o partido de José Maria Marin) que vocaliza e comanda no Congresso Nacional tão esperta reivindicação. Ele preside o Atlético Goianiense, em ritmo de queda para terceira divisão, e notabilizou-se na vida pública por ser da turma de Carlinhos Cachoeira, grande patrono do clube até cair em desgraça.

Se o tal Proforte já conta com desconfianças demais por não se fazer acreditar em suas intenções de punir cartolas e clubes inadimplentes, imagine se no rol dos agraciados entrarem as federações.

As ruas terão mais um mote nas próximas jornadas durante a Copa do Mundo.


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