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Juca na Copa

Bola e apito

Brasileiros e croatas dignificaram a abertura da Copa. A arbitragem quase pôs tudo a perder

PRIMEIRO TEMPO de primeira, disputado palmo a palmo, os brasileiros com a iniciativa do jogo, os croatas dedicados a marcar e contra-atacar, perigosos ao extremo porque, como dissera Olic, espaços há na defesa de Felipão e a avenida Daniel Alves é um deles.

Assim nasceu o gol contra de Marcelo e não fosse a jornada inspirada de Oscar dificilmente Neymar teria empatado ainda no primeiro tempo, embora deva se destacar o controle emocional do time nacional, que não se desesperou com a desvantagem logo de cara.

O segundo tempo não mantinha o mesmo nível, até porque os croatas trataram de ficar mais com a bola, dificultando a iniciativa de jogo brasileira.

Aí então é que apareceu o apitador japonês, para cair no conto de Fred, que desmoronou de maneira clara ao ser levemente tocado na grande área.

A virada brasileira em má cobrança de Neymar mudou a atitude croata e reacendeu o jogo, que voltou a ficar muito bom de ver.

Oscar em noite de gala fazia e desfazia a tal ponto que terminou por fazer o terceiro gol, de certa forma para amenizar o erro do árbitro, embora só um pouco e embora, também, um de seus auxiliares e conterrâneo tivesse errado três vezes contra o Brasil.

O que vale, e mais que a má arbitragem, até mais que a vitória, foi a atuação dos dois times, certamente os de melhor nível no grupo, provavelmente os que seguirão adiante para as oitavas de final, porque o México dificilmente jogará com o nível de excelência que vimos ontem no estádio corintiano.

Que, se não funcionou 100% como deveria, comportou-se melhor que o Soccer City quatro anos atrás.

Comportamento ruim mesmo só o da torcida que, depois de cantar belissimamente o Hino Nacional à capela, xingou a presidente da República de maneira a envergonhar seus filhos.


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