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Medo da inflação é generalizado, revela pesquisa Datafolha

Pessimismo, que ajuda a explicar queda da avaliação de Dilma, é mais forte entre os mais ricos e escolarizados

Entre os que têm renda familiar de até 2 salários mínimos, 89% afirmam ter notado aumento de preços nos alimentos

DE SÃO PAULO

O aumento do temor em relação à inflação, sentimento que ajuda a explicar a queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff, é generalizado. Segundo o Datafolha, ocorre em todas as regiões, atinge pessoas de todos os níveis de escolaridade e em todas as faixas de renda.

Quanto mais rico e escolarizado o eleitor, maior foi o aumento do medo. Um ano atrás, só 5% das pessoas com ensino superior apostavam em inflação. Agora são 71%.

Entre os que têm renda familiar mensal acima de dez salários mínimos, a taxa é parecida: 69% falam em mais inflação. Em fevereiro, eram 55%. Em março de 2013, 38%.

No polo oposto (até dois salários mínimos), o pessimismo também é alto: 64% falam em aumento da carestia.

Março de 2013 é um marco importante para comparação porque foi o momento de maior popularidade de Dilma, com 65% de aprovação.

Com os protestos de junho de 2013, a aprovação despencou para 30%. Vinha subindo lentamente, mas agora voltou a cair. Na pesquisa da semana passada, era de 36%.

As intenções de voto em Dilma também caíram. Mas ela continua com uma taxa suficiente para vencer no primeiro turno, 38%. Aécio Neves (PSDB) tem 16%, Eduardo Campos (PSB), 10%.

Apesar do pessimismo levemente menor, os mais pobres são mais numerosos quando o Datafolha pergunta ao entrevistado se ele notou aumento de preços. Entre os que ganham até dois salários, 89% dizem ter notado aumento nos alimentos.


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