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20/07/2010 - 17h27

Empresa australiana desenvolve laser capaz de monitorar lixo espacial

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DA FRANCE PRESSE, EM SYDNEY

Uma empresa australiana informou nesta terça (20) ter desenvolvido um sistema de rastreamento a laser que poderia evitar futuras colisões entre lixo espacial e naves espaciais ou satélites em órbita.

A Electric Optic Systems disse que lasers disparados do solo localizariam e rastreariam pedaços de apenas 10 centímetros de comprimento.

ESA
Imagem da ESA (agência espacial europeia) mostra grande quantidade de lixo espacial na órbita terrestre
Imagem da ESA (agência espacial europeia) mostra grande quantidade de lixo espacial na órbita terrestre

"Podemos rastreá-los com alta precisão, prevendo se haverá colisões com outros objetos", afirmou Craig Smith, executivo-chefe da empresa.

Smith disse que a tecnologia é um avanço em relação aos sistemas de radar tradicionais porque consegue detectar objetos muito menores, deixados vagando no espaço por foguetes e satélites. Esses objetos podem causar grande estrago porque ainda estão viajando a altas velocidades, a 30 mil quilômetros por hora.

Smith estima que existam cerca de 200 mil objetos medindo menos de 1 centímetro flutuando em órbita e outros 500 mil maiores que 1 centímetro. Vão de pedaços do tamanho de ônibus a lascas de tinta minúsculas.

A empresa desenvolveu a tecnologia com um financiamento de US$ 3,5 milhões (R$ 6,27 milhões) do governo australiano.

Smith disse que a tecnologia atraiu o interesse de vários compradores. Para ele, o sistema funcionaria melhor com uma rede de estações de rastreamento colocadas em pontos estratégicos ao redor do globo.

 

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